Do querosene para a eletricidade

Imagen tomada de http://www.eateraz.com/

A cozinha já não cheira a querosene, nem as paredes estão negras de fuligem e nem se precisa de álcool para “esquentar” o fogão. A moradia já não acorda com o barulho do fole avivando o fogo e a alergia da senhora não ressurge por causa do combustível queimado. Pela pequena janela não sai mais uma fumaça cinza e a comida não fica com aquele sabor distante de carburante. Já não há mais o medo de dormir e as chamas subirem pela madeira da porta, Já não…

Agora o problema é a conta de eletricidade. A panela de arroz que lhe deram há cinco anos e que teve que consertar uma dezena de vezes. O forninho que lhe entregaram naqueles tempos da chamada Revolução Energética e que parece tragar os kilowatts vorazmente. O refrigerador chinês com o qual substituíram sua velha Frigidaire… E que passa mais tempo descongelado do que congelado. Enfim, agora a grande preocupação vem da conta excessiva de letras azuladas que lhe põem por debaixo da porta.

Se antes perdia o dia buscando combustível, agora lhe vai a pensão nos altos custos da eletricidade. Quando usa o forninho e o aquecedor de água ao menos três vezes na semana já sabe que deverá destinar 80% da sua aposentadoria para custear o gasto energético. Passou de uma dificuldade angustiosa para outra desesperadora. Trocou o teto cheio de fumaça por vários dias ao mês sem eletricidade por falta de pagamento. Antes podia se queixar, blasfemar, gritar para o forninho e clamar aos quatro ventos porque aquele maldito fogão a deixava muito cansada. “Agora já não, porque tudo isto foi “ideia do Comandante”, um “programa do Comandante”.

Tradução e administração do blog em língua portuguesa por Humberto Sisley de Souza Neto

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8 thoughts on “Do querosene para a eletricidade

  1. Pro Bono
    Por: Percival Puggina
    À medida em que transcorrem os votos dos senhores ministros no julgamento do Mensalão, digo, da Ação Penal 470, dois fenômenos se vão configurando. No primeiro, evidencia-se a existência, no processo, de um sujeito oculto. Tão esperto, o sujeito, que sequer precisou de advogado. Ele é doutor. Doutor honoris causa. No segundo, vai desaparecendo o sorriso nos rostos dos advogados de defesa. Desenham-se condenações no horizonte de quase todos os réus. Se não uma sentença para ver o sol nascer quadrado (quando forem deduzidas as prescrições, tudo somado e ponderado, pode não sobrar muita coisa), ao menos uma sentença perante a opinião pública. E, para os políticos, um longo período sem foto em urna eletrônica.

    Entendo, perfeitamente, todos os papéis desempenhados pelos atores do julgamento. Não os vou descrever. Fixar-me-ei nos trabalhos dos defensores. Queimaram pestanas na elaboração de suas teses. Perscrutaram bibliotecas para lhes conferir suportes jurídicos de boas fontes doutrinárias. Examinaram minuciosamente provas e perícias. Contrapuseram objeções. Construíram versões. Amealharam documentos. E escreveram. Quanto escreveram! Teses de defesa e petições que se acresciam a outras teses e petições, formando pilhas e avolumando os terabytes do processo. E as fadigosas viagens a Brasília para juntada de documentos, audiências privadas e públicas? Anos a fio. Eu entendo esses advogados em sua – por enquanto, ao menos – crescente frustração. Nem sempre terão antevisto um horizonte tão nubloso para seus clientes.

    Há algo, contudo, que me escapa à compreensão. Os advogados dos réus são pagos e, ao que sei, muito bem pagos. Entretanto, na web, nos blogs, nas redes sociais, milhares de pessoas executam com denodo um não menos volumoso trabalho de convencimento da opinião pública. Atuam, com desassombro, na defesa dos réus e do sujeito oculto. Valem-se de toda retórica possível para contestar a denúncia e seu acolhimento, os fatos, as perícias, a razoabilidade, a enorme lista de ocorrências cujo simples enunciado escancara o caráter criminoso das condutas de seus defendidos. Não silenciaram, sequer, ante as sentenças já prolatadas: insubmissos, refutam o juízo quase unânime e demolidor dos ministros do STF. Repetem sem fadiga, que os fatos não existiram e que os réus são inocentes como donzelas quinhentistas. Note, leitor, que tais defensores exaurem-se graciosamente. Fazem tudo isso, de graça. Pro bono, como diriam os profissionais do Direito. Em nome, apenas, do companheirismo, da ideologia, da causa. São ou não são uns cidadãos extraordinários? O herói deles, o seu varão de Plutarco, chama-se Dias Toffoli.

  2. Estados Unidos: eleições presidenciais, América Latina e Cuba
    ESCRITO POR CUBDEST | 02 SETEMBRO 2012
    INTERNACIONAL – AMÉRICA LATINA

    O exemplo mais desastroso da aposta obamista em prol dos pseudo “moderados” foi o apoio de Obama ao então presidente Lula, do Brasil, a quem chegou a elogiar como um modelo de aliado confiável.

    1. As eleições presidenciais nos Estados Unidos, que se realizarão no próximo 6 de novembro, despertam natural interesse na América Latina e especialmente no Caribe, na ilha-cárcere de Cuba, no que diz respeito à política externa do próximo governo. Pela gravitação natural que os Estados Unidos continuam tendo nas Américas, o futuro político da América Latina em boa medida depende dos resultados das próximas eleições presidenciais norte-americanas.

    2. Nesse sentido, o panorama é preocupante. A impressão que se tem da política do presidente Obama para com a América Latina é a de que o governo norte-americano navegou à deriva em todos esses anos, sem rumo definido, sem bússola, se deixando levar às vezes pelas correntes de superfície e, outras vezes, pelas correntes subterrâneas que continuam movendo-se no continente, em um sentido desagregador e esquerdizante. 

    3. O populismo chavista se expandiu quase sem obstáculos por vários países da região, alentando abertamente o anti-norte-americanismo, e o presidente norte-americano o máximo que fez para se opor diplomaticamente foi adular os mandatários esquerdistas “moderados”, apresentando-os como uma alternativa aos “radicais”. O exemplo mais protuberante e mais desastroso dessa aposta obamista em prol dos “moderados úteis” foi o apoio de Obama ao então presidente Lula, do Brasil, a quem chegou a elogiar em foros continentais como um modelo de mandatário sério e de aliado confiável.

    4. Na realidade, o “moderado” presidente Lula não fez outra coisa senão fazer um trabalho de sapa contra os Estados Unidos e desalentar na América Latina as reações que surgiram contra o chavismo e o castrismo. Com isso, com a aprovação de Obama, Lula, assumindo o papel de pseudo “moderado”, dedicou-se a pavimentar o caminho aos “radicais” anti-norte-americanos. Sua sucessora no cargo, a também “moderada” presidente Dilma, no que diz respeito à Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador e, mais recentemente, no que há em relação ao Paraguai, não fez senão continuar essa lamentável política externa lulista. O governo Obama, então, simplesmente deixou o campo livre para neo-imperialismos de péssima orientação em política externa, que se delinearam na região.

    5. Porém, é preciso dizer que o desastre da política norte-americana para com a América Latina e o Caribe não foi um triste privilégio do governo Obama. A falta de rumos e de visão política dos sucessivos governos norte-americanos com relação à nossa região parece ser crônica, e essa espécie de estrabismo afetou tanto a democratas quanto a republicanos. Por esse motivo, não temos a priori nenhuma ilusão com o que o candidato presidencial republicano possa fazer de positivo com relação à América Latina. É preciso verificar, nas próximas semanas, quais serão as propostas que esse candidato republicano poderá apresentar para a região. Fazemos votos para que essas eventuais propostas sejam sólidas, inteligentes e praticáveis, porém, como foi dito, sem ilusões.

    6. Na América Latina existem influentes correntes de centro e de direita partidárias da liberdade, do sistema de propriedade privada e da instituição da família. Essas correntes estão representadas nos mais variados setores da vida de seus respectivos países, sejam políticos, econômicos, educacionais, jornalísticos, institucionais, etc. Nada seria mais fácil para um candidato presidencial norte-americano do que elaborar um plano de ação que tivesse como um objetivo primordial estabelecer pontes culturais e diplomáticas com essas correntes de centro e direita latino-americanas, que são naturais aliadas de correntes similares existentes hoje, com notória pujança, nos Estados Unidos. Por que até o momento praticamente nenhum governo norte-americano adotou medidas tão simples como essas, que redundariam, mesmo que indiretamente, em um  freio aos “radicais” castro-chavistas do continente e em uma merecida desmoralização de seus mais eficazes aliados, os “moderados úteis”?

    7. Essa omissão governamental norte-americana para com a América Latina constitui um incógnita. E qual é o modesto objetivo, ao levantar esses assuntos, e lançar algumas respeitosas sugestões na linha da aproximação do melhor e mais saudável das forças vivas dos Estados Unidos e América Latina? Nosso modesto objetivo é simplesmente o de contribuir a preparar as condições para que no final se concretize a aspiração de estabelecer essas pontes culturais entre setores de centro e direita dos Estados Unidos e da América Latina, que poderão afastar decisivamente os países da região do prejudicial eixo de gravidade esquerdista que predomina atualmente.

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    Do twitter da Yoani.
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    La peculiar y triste historia de mi pasaporte… repleto de visas pero sin ningun permiso de salida 😦 http://youtu.be/kQs3Uaodzmo
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    É um vídeo da Yaoni colocado no Yotube, onde ela descreve o conteúdo do seu passaporte, que está cheio de visas de entrada, mas não tem nenhuma autorização de saída do seu próprio país.
    Praticamente o passaporte tem todas as sua folhas esgotadas, mas nunca serviu para nada.

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    Recordo vagamente de reportagens sobre Fidel ter aparecido na TV cubana, para orientar as donas de casa revolucionárias cubanas a fazerem o uso de fogões elétricos chineses no cozimento do arroz. Isso aconteceu anos atrás.
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    Usar a eletricidade para cozinhar os alimentos do dia a dia sempre foi muito oneroso no Brasil.
    Atualmente se usam fornos elétricos e fornos de microondas, mas sempre mais como complementos do fogão a GLP, o gás liquefeito de petróleo.
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    Acredito que se os cubanos aparentemente não fazem o uso do GLP, devem gastar muito dinheiro nos fogões elétricos e os devem usar de maneira bastante restrita.
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    O Brasil já foi citado no exterior por possuir uma boa distribuição nacional do GLP, barateando os custos do preparo dos alimentos.
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    Naquela época eu achei estranho em se falar sobre uma revolução energética baseada em fogões elétricos.
    Na realidade seria a tal da panela elétrica de arroz. Colo abaixo um exemplo desta panela do site Shop Time. Talvez seja econômico.
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    http://www.shoptime.com.br/produto/108645054/panela-eletrica-de-arroz-fun-kitchen-drc7blk-preta-7-xicaras-preta-c/-2-anos-de-garantia-110v
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    Óbvio que não consigo entender como panelas elétrica ajudam na “revolução energética” de Fidel.
    No final, geladeiras russas (melhor soviéticas) de péssima qualidade, produtos chineses de terceira categoria e as idéias de Fidel, não devem fazer muito sucesso em Cuba.
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    O jeito é voltar ao fogão a lenha, pois é um produto de tecnologia mais confiável e mais barato.

  5. A esquerda caviar

    Rodrigo Constantino, O GLOBO

    O Rio é vítima de uma verdadeira praga: a “esquerda caviar”, formada por parte da elite financeira e cultural do país. Seus membros posam de altruístas enquanto louvam ditadores sanguinários como Fidel Castro. Do conforto de seus apartamentos em Paris, porque ninguém é de ferro.
    Roberto Campos fez um diagnóstico preciso da árvore genealógica da turma, ao afirmar que “trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola”. Somente isso pode explicar a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda, que admiram o socialismo, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar: “Bons cachês em moeda forte, ausência de censura e consumismo burguês”.
    Um cínico poderia dizer que a hipocrisia é útil. Aproximando-se do poder, esses intelectuais conseguem privilégios e mamatas. A Petrobras, por exemplo, destinou a bagatela de R$ 652 milhões para patrocínios culturais entre 2008 e 2011. É uma montanha de dinheiro capaz de testar a integridade até mesmo de um santo!
    Mas não creio ser apenas isso. Acredito que um dos fatores tem ligação com o sentimento de culpa dessa elite. E convenhamos: nada como uma elite culpada tentando expiar seus “pecados”. Com que facilidade ela adere aos discursos mais sensacionalistas e demagógicos. Chega a dar dó. Em um país que culturalmente condena o lucro e enxerga a economia como um jogo de soma zero, onde José, para ficar rico, precisa tirar de João, o sucesso acaba sendo uma “ofensa pessoal”, como disse Tom Jobim. Essa visão é um prato cheio para produzir uma elite culpada e desesperada para pregar aos quatro ventos as “maravilhas” do socialismo.
    Por isso vemos cineastas herdeiros de banco fazendo filmes que enaltecem guerrilheiros comunistas. Por isso vemos filhos de grandes escritores lambendo as botas de tiranetes latino-americanos. Imagem é tudo.
    E estas pobres almas acreditam que, ao louvarem a ideologia que quer destruí-los, conquistarão a fama de abnegados e descolados. Como é fácil falar que o capitalismo não presta quando se é milionário!
    Joãozinho Trinta foi no alvo quando disse que os intelectuais é que gostam de miséria, pois os pobres gostam é de luxo. Nada mais natural do que desejar melhorar as condições de vida. E nada melhor para isso do que o trabalho duro em um ambiente de livre mercado. Lucro e trabalho são sócios nesta empreitada. O grande obstáculo é justamente o governo inchado, obeso, que cria burocracia asfixiante e arrecada quase 40% do que é produzido em nome da “justiça social”.
    Quem labuta para criar riqueza e subir na vida não tem tempo para “salvar o planeta” ou construir “um mundo melhor”. Estas são as bandeiras da esquerda festiva, dos artistas que, do conforto de suas mansões, adoram detonar o capitalismo enquanto desfrutam de tudo de bom que só ele pode oferecer.
    Sobre a seita ambientalista, aliás, recomendo a leitura do excelente livro “Os Melancias”, de James Delingpole. A máscara dos alarmistas climáticos que fazem ecoterrorismo cai por completo, expondo a verdadeira face vermelha por trás do movimento verde.
    Mas divago. Eis o que eu realmente queria dizer: boa parte da elite carioca gosta de defender candidatos socialistas com discursos messiânicos. Entre uma cerveja e outra, essa turma esbraveja contra os ricos capitalistas e repete como sua utopia salvaria a humanidade das garras dos gananciosos e insensíveis. Depois voltam para seu conforto egoísta com a alma lavada. A retórica vale mais que atos concretos. Garçom, mais uma cerveja!
    Foi assim que o brizolismo conseguiu prosperar no Rio, com os aplausos de muita gente da zona sul. Foi assim também que Heloísa Helena, do PSOL (o PT de ontem), conseguiu mais votos no Rio do que em qualquer outro lugar. O que esperar de um povo que elegeu Saturnino Braga em vez de Roberto Campos para o Senado? Essa análise toda foi para chegar ao novo queridinho da elite carioca, o personagem de filme de ação, herói que desafia as milícias. Há só um detalhe: seu partido é aquele que prega o socialismo (com um atraso de duas décadas), que pretende escolher até o tema das escolas de samba, que tem deputado que gosta de queimar a bandeira de Israel em praça pública, demonstrando sua intolerância, além de enorme desrespeito ao povo judeu. Leiam “Fascismo de esquerda”, de Jonah Goldberg. Socialismo e liberdade não combinam. Um é o contrário do outro. Todo regime socialista levou à escravidão e à miséria. Até quando os cariocas vão cair na ladainha dos artistas que adoram o socialismo, lá do conforto de Paris?

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    Comisión Derechos Humanos acusa al régimen de ‘aterrorizar’ a familiares de disidentes
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    Denuncia ‘521 detenciones arbitrarias por motivos políticos’ en agosto, ‘más del doble’ de las registradas en igual mes de 2011.
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    La opositora Comisión Cubana de Derechos Humanos y Reconciliación Nacional (CCDHRN) acusó este martes al régimen de aterrorizar a familiares de disidentes con “actos de repudio” organizados ante sus hogares.
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    En agosto “documentamos por lo menos seis actos de repudio organizados por la policía política secreta contra hogares de pacíficos disidentes cuyos familiares inocentes, incluyendo niños y ancianos, fueron aterrorizados durante estas acciones vandálicas”, dijo la CCDHRN.
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    Esos actos “constituyen crímenes de odio organizados en Cuba desde 1980, año en que fueron concebidos e instigados desde el más alto nivel del Estado y el Gobierno”, añadió la organización en su informe mensual sobre la represión en la Isla.
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    La CCDHRN dijo que en agosto tuvo conocimiento “de al menos 521 detenciones arbitrarias por motivos políticos” más del doble de las registradas en igual mes del año 2011 (243) y casi el triple de las verificadas en agosto de 2010 (184).
    (Continua)
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    http://www.diariodecuba.com/derechos-humanos/12831-comision-derechos-humanos-acusa-al-regimen-de-aterrorizar-familiares-de-disid

  7. .
    521 detenciones en agosto por motivos políticos
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    Según el reporte mensual de la Comisión Cubana de Derechos Humanos y Reconciliación Nacional (CCDHRN), radicada en La Habana
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    JUAN CARLOS CHAVEZ
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    Las autoridades cubanas realizaron en agosto 521 detenciones de breve duración por motivos políticos contra miembros de la disidencia interna, según un reporte mensual de la Comisión Cubana de Derechos Humanos y Reconciliación Nacional (CCDHRN), radicada en La Habana.
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    El informe coincide con los consistentes reclamos y denuncias sobre un recrudecimiento de la vigilancia policial en la isla, amenazas y seguimientos.
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    “La cifra representa más del doble de las registradas en igual mes del año 2011, que fueron 243”, dijo a El Nuevo Herald, Elizardo Sánchez, presidente de la CCDHRN. “La represión política es mayor en La Habana y Villa Clara, Holguín y Santiago de Cuba. Hay una tendencia inquietante”, agregó Sánchez.
    (Continua)
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    http://www.elnuevoherald.com/2012/09/04/1293029/521-detenciones-en-agosto-por.html
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    Todas as ações da polícia ou dos órgãos de repressão acontecem sem que sejam elaborados relatórios, boletins de ocorrência ou qualquer outra forma de registro e assim a ditadura passa a impressão de que nada de mais relevante acontece em Cuba.

  8. LULA GRAVA VÍDEO EM FAVOR DE CHÁVEZ E OPOSIÇÃO BRASILEIRA É CHAMADA DE “CACHORRADA”
    Lula: preocupado com mensalão
    Transcrevo após este prólogo na íntegra esta matéria do site de O Globo que dá uma idéia do que é o PT e seus satélites. A reportagem versa sobre um vídeo que Lula gravou em apoio ao tiranete Hugo Chávez e que reuniu a pelegada comunista, com destaque para o famigerado puxa-saco de Fidel Castro, o jornalista e escritor brasileiro Fernando Morais, mais outras figuras como o agitador profissional do MST, Pedro Stédile e o velho chefete do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, entre outros que costumam adular os tiranos comunistas.

    Irritado, Fernando Morais, que já deve estar gagá, chamou a oposição no Brasil, que não compactua com tiranias de qualquer espécie, de “cachorrada”.
    Ao mesmo tempo em que rolava essa reunião que envergonha os democratas brasileiros, no Supremo Tribunal Federal os ministros condenavam mais um grupo de banqueiros do mensalão por fraude em empréstimos de araque para a bandalha do PT.

    É incrível que depois da democratização do Brasil, esse bando de insanos continue a conspirar contra a democracia e a liberdade. Essa gente é criminosa, porquanto está pisoteado a Constituição. Aliás, eles foram contra a Assembléia Constituinte que escreveu a Constituição de 1988. Sim, esses esbirros de Stalin querem implantar uma república socialista no Brasil. E nós, os democratas que defendemos a liberdade e o Estado de Direito democrático, somos chamados de “cachorrada”, por esse pilantra filhote de Fidel Castro.
    ALUIZIO AMORIM

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