Estamos acostumados com a sujeira?

rainabana

Um adolescente escreve – com seu dedo indicador – a palavra “me limpa” no pó da janela do ônibus. Uma mãe pergunta ao filho como está o banho na escola e este afirma que “a pestilência nem deixa entrar”. Uma dentista come uma fritura ante seu paciente e sem lavar as mãos lhe extrai o molar. Um transeunte goteja o queijo da sua pizza – recém saída do forno – sobre a calçada, onde se acumula uma poça de gordura. Uma camareira limpa a mesa da sorveteria Coppelia com um trapo pestilento e divide taças pegajosas por sucessivas camadas de leite mal limpas. Um turista bebe extasiado um mojito onde flutuam vários cubos de gelo feitos com água da torneira. Uma fossa de esgoto transborda a poucos metros da cozinha de um centro recreativo para meninos e adolescentes. Uma barata passa velozmente pela parede do consultório enquanto o médico ausculta o paciente.

Poderia enumerar tudo isso e muito mais, porém preferi fazer uma síntese do que tenho visto com meus próprios olhos. A higiene desta cidade mostra uma deterioração alarmante e cria um cenário propício à propagação de doenças. O surto de cólera no oriente (leste) do país é uma triste advertência do que poderia ocorrer também na capital. A ausência de educação para a saúde desde os primeiros anos de vida fez com que chegássemos a aceitar a sujeira como um ambiente natural em que devemos nos mover. As carências materiais também aumentam o risco epidemiológico. Muitas mães usam várias vezes as fraldas descartáveis dos bebês, enchendo-as com algodão ou gaze. As garrafas de plástico apanhadas no lixo servem de vasilhame para fabricantes de yogurt doméstico ou para vendedores de leite no mercado ilegal. O abastecimento de água deficiente, do qual numerosos bairros sofrem, diminui a lavagem das mãos e, inclusive, a quantidade de banhos por semana. Os preços elevados e o desabastecimento dos produtos de limpeza complicam ainda mais a situação. Agora mesmo é muito difícil encontrar, em alguma loja, um esfregão para limpar o chão e o detergente também escasseia. Manter-se limpo é caro e complicado.

Na semana passada os meios informativos anunciaram um novo código sanitário para o manejo de alimentos, medida – sem dúvidas – bem-vinda. Porém os graves problemas higiênicos que Havana exibe não se resolvem na base de decretos e resoluções. Educar na limpeza, exaltar desde tenra idade a necessidade da limpeza seria um passo transcendental para conseguir resultados verdadeiros. A escola tem que ser um modelo de asseio, não o lugar onde os estudantes têm que tapar o nariz para ir ao banheiro. O professor tem que transmitir normas de higiene do mesmo modo que ensina orações e fórmulas matemáticas. Também se deve baratear o abastecimento de produtos para o banho, para lavar a roupa e os domicílios. Isso se torna imprescindível e peremptório na situação em que estamos vivendo. Necessitamos de medidas urgentes que não fiquem no papel, mas que atinjam as consciências, acabem com este conformismo com a sujeira que nos rodeia e consigam nos devolver uma cidade limpa, cuidada.

Tradução e administração do blog em língua portuguesa por Humberto Sisley de Souza Neto

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30 thoughts on “Estamos acostumados com a sujeira?

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    No passado sempre havia algum tipo de notícia sobre Cuba relacionado a sabões.
    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez um acordo com Cuba, para a troca de profissionais entre o Brasil e Cuba.
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    Cubanos trabalhariam no Brasil e um número equivalente de brasileiros em Cuba, pelo que me disse um professor do Distrito Federal.
    Mas ele disse na época que nenhum brasileiro tinha aceitado trabalhar em Cuba, devido aos baixíssimos salários.
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    O professor me disse que conversava com estes cubanos e com o dinheiro que eles ganhavam no Brasil enviavam para Cuba sabões e produtos de limpeza.
    Não me disse mais nada sobre eles.
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    Também lembro ter lido algo na imprensa sobre cubanos trabalhando em outros países enviando sabões para Cuba.
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    Hoje 13 de agosto, Fidel faz 86 anos.
    Jornalistas e intelectuais que no passado elogiavam a juventude dos revolucionários cubanos, ressaltando a sua impetuosidade, o seu comportamento revolucionário associado a modernidade e a queda de paradigmas, se algum deles ainda estiver vivo, deveriam rever o que escreveram.
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    Hoje temos em Cuba uma gerontocracia octogenária, conservadora, obsoleta e antiquada que falam e pensam como vivessem na época de Guerra Fria.
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    São refratários a inovações e criaram um país extremamente improdutivo, cujo trabalhadores vivem com salários baixíssimo e a população jovem emigra para o exterior ou foge de Cuba em toscas balsas.
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    As prometidas reformas andam a passo de tartaruga e o governo não sabe o que fazer para tentar aumentar a sua produção agrícola.
    Cuba que no seu passado era dependente da finada URSS, hoje está atrelada na ajuda financeira enviada pelos cubanos residentes nos EUA.
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    Até o momento, Fidel não apareceu em público e deve comemorar seu aniversário de forma reservada, segundo sites sobre Cuba..

  2. VOU POSTAR DE NOVO PORQUE PERTINENTE.
    QUEM SABE O IDIOTA MOR TRAZ ALGUMA NOVIDADE DAS VEIAS ABERTAS DA IMBECILIDADE.
    O LOUVRE DO COMUNISMO

    Percival Puggina

    13/07/2012

    Existem jornais detestáveis. Nenhum, porém, se compara com qualquer dos diários cubanos – o Gramna e o Juventud Rebelde. Ambos são órgãos oficiais. O primeiro é do partido e o segundo da juventude do partido. Jamais alguém leu no respectivo noticiário local uma linha sequer que não corresponda à opinião do governo sobre si mesmo. E todas as matérias internacionais são retorcidas para caber na interpretação política e ideológica do regime. Por isso, merecem aplausos os raros jornalistas independentes e comunicadores comunitários que, a duras penas e com grave risco pessoal, enviam ao exterior informações sobre a difícil situação imposta pela reumática gerontocracia que domina o país. O trabalho que realizam cumpre dupla missão cívica. Na primeira, revela o que, de outro modo, não se ficaria sabendo sobre o que acontece por lá. Na segunda, desnuda a criminosa cumplicidade da “rede internacional de solidariedade a Cuba” com a tirania que há mais de meio século vem sendo exercida sobre o bom e sofrido povo cubano.

    Os quase três milhões de turistas que vão a Cuba todos os anos pouco veem da realidade local. Passeiam por Habana Vieja, almoçam no Floridita, jantam na Bodeguita del Medio, tomam seus daiquiris e mojitos na varanda do Hotel Nacional e mandam-se para as areias indescritivelmente brancas de Varadero e Cayo Largo. Esse turismo é nada revelador, mas muito sedutor. Aliás, certamente o errado sou eu que em várias idas a ilha nos últimos 12 anos limitei-me a estudar sua realidade social e política. Com tal interesse, já parei em casa de família, nunca fiquei em hotéis de luxo, jamais fui àquelas praias e sequer entrei nos dois badalados e mundialmente conhecidos restaurantes que mencionei acima. Continuo convencido de que Cuba é um inesgotável museu da ideologia. Havana é o Louvre do comunismo.

    Quando lá andei em outubro do ano passado, percebi que a realidade social declinara ainda mais. Tudo precário e tudo escasso. O povo mais desesperançado. Contaram-me que tomavam banho e lavavam as coisas apenas com água por falta de sabão, sabonete e detergentes. Estavam com graves dificuldades para a higiene pessoal. Quando voltei ao Brasil, pesquisei na rede e fiquei sabendo que, no início de 2011, os sabonetes haviam saído da “libreta” (aquela caderneta de racionamento que já vai para mais de meio século) e ido para a “libre” ou seja, deviam ser adquiridos aos preços de mercado. Meio dólar a peça, num país onde o salário mensal é de 14 dólares. Num artigo que me chegou dias mais tarde, o autor chamava de liliputiano esse sabonete, tão diminutas eram suas dimensões.

    São informações que infelizmente não repercutem tanto quanto deveriam na imprensa mundial. Uma jornalista me conta sobre certa paciente com problema dentário que não conseguia ser atendida no seu centro clínico porque o local estava em falta de detergente para lavar os instrumentos. Há poucos dias, leio que em Sancti Spíritus (cidade com cerca de 300 mil habitantes, na região central da ilha) um grupo de mulheres disputou sabonetes a tapas e bofetadas num armazém local. A baiana só parou de rodar com a chegada de várias viaturas policiais. Alguns circunstantes que não participaram do fuzuê comentaram que a permanente escassez e as longas filas que precisam ser enfrentadas para tudo estão levando as donas de casa a esse tipo de descontrole.

    Briga de rua pelo direito de comprar sabão? Sabão? Mas o sabão é um dos produtos industriais mais antigos e simples da civilização! É usado desde 2500 anos a.C.. A indústria de sebos e sabões está para a indústria de bens de consumo assim como a roda e a manivela estão para a indústria de bens de capital. Uma economia onde se disputa no braço o direito de comprar sabão está a quilômetros da antessala do atraso. E não me venham dizer que é por culpa dos ianques que em Cuba não conseguem misturar sebo com soda cáustica.

  3. Agora vem o contexto

    Na tentativa de economizar e de desacostumar seus cidadãos dos subsídios dados pelo governo, Cuba anunciou na quarta-feira que retirará o sabão, a pasta de dente e o detergente da cesta básica mensal com comida e bens de consumo que entrega desde os primeiros dias da revolução cubana.

    O corte mais recente na cesta básica, conhecida como “libreta”, entra em vigor em 1o de janeiro, após resolução publicada no diário oficial do governo.

    Esses produtos serão vendidos em lojas a preços fixos, que vão de 5 pesos a 25 pesos (de 0,23 dólar a 1,13 dólar).

    Os cubanos, que têm salário mensal médio de 20 dólares, reclamam de sua situação econômica e têm mostrado preocupação com os cortes na cesta básica.

    O governo comunista retirou anteriormente da cesta básica itens como batata e cigarro. A “libreta” foi criada para garantir que os cubanos não passassem fome após a revolução de 1959, que colocou Fidel Castro no poder, e após o embargo comercial imposto pelos Estados Unidos.

    O irmão mais novo de Fidel, Raúl Castro, é o atual presidente e lançou uma campanha para reduzir os gastos governamentais e fazer os cubanos pagarem pelos seus próprios bens.

    Ele disse que a saúde e a educação na ilha seguirão sendo gratuitas, mas que outros subsídios serão cortados.

    Estadao

  4. Dois dos ministros do governo que prestaram declarações ante a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a desnacionalização industrial do Brasil reconheceram que asmedidas adotadas, sob o governo de Castelo Branco, para permitir o fluxo direto do créditoexterno às empresas, deixaram em inferioridade de condições as fabricas de capital nacional. Ambos se referiam à célebre Instrução 289, de princípios de 1965: as empresasestrangeiras obtinham empréstimos fora das fronteiras a 7 ou 8%, com um tipo de câmbioespecial que o governo garantia em caso de desvalorização do cruzeiro, enquanto as empresas nacionais deviam pagar cerca de 50% de juros para os créditos que arduamente conseguiam dentro de seu país. O inventor da medida, Roberto Campos, a explicou assim:“Obviamente, o mundo é desigual. Há quem nasce inteligente e há quem nasce burro. Há quem nasce atleta e há quem nasce aleijado. O mundo se compõe de pequenas e grandesempresas. Uns morrem cedo, no primor da vida; outros se arrastam, criminosamente, por uma longa existência inútil. Há uma desigualdade fundamental na natureza humana, na condição das coisas. A isto não escapa o mecanismo de crédito. Postular que as empresasnacionais devam ter o mesmo acesso que as empresas estrangeiras ao crédito externo é simplesmente desconhecer as realidades básicas da economia…”

    De acordo com os termos deste breve porém vigoroso Manifesto capitalista, a lei da selva é o código que naturalmente rege a vida humana e a injustiça não existe, já que o que conhecemos por injustiça nada mais é do que a expressão cruel da harmonia do universo: os países pobres são pobres porque… são pobres; o destino está escrito nos astros e só nascemos para cumpri-lo: uns, condenados a obedecer; outros, destinados a mandar. Uns oferecendo o pescoço e os outros colocando a corda. O autor foi artífice da política do Fundo Monetário Internacional no Brasil.

  5. Pelo que posso entender pelo texto, tudo piorou desde que estive em Cuba, em janeiro de 1999. Já na época eu desconfiava da limpeza dos sorvetes que tanto agradam aos cubanos e é uma das coisas mais acessíveis. Cada dia me convenço mais de que é preciso ser muito burro ou desonesto para ser comunista.

    Acabo de ler mais dois livros da série politicamente incorreta. Um deles, Guia politicamente incorreto daAmérica Latina(Leandro Marloch e Duda Teixeira) faz uma boa síntese dos “heróis” cultuados pela esquerda, com destaque para o porco Che Guevara.Talvez ajude a atualizar um pouquinho os que citam As veias abertas da América Latina, aquele lixo que ainda circula. O outro, também imperdível, é o Guia politicamente incorreto da Filosofia – Ensaio de Ironia, de Luiz Felipe Pondé.

  6. Dois dos ministros do governo que prestaram declarações ante a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a desnacionalização industrial do Brasil reconheceram que asmedidas adotadas, sob o governo de Castelo Branco, para permitir o fluxo direto do créditoexterno às empresas, deixaram em inferioridade de condições as fabricas de capital nacional.
    HEHEHEHEHE
    OS CARAS SEM SABÃO E O NOÇO IDIOTA VEM FALAR DA DITADURA.
    QUERO COTA PARA NATAÇÃO, POIS O PHELPS GANHA TUDO E
    COTA PARA 100 E 200 MS POIS O BOLT GANHA TUDO.
    SÓ QUEM LE LIXO DAS VEIAS PODE SER TÃO IMBECIL, HEHEHEHE
    MORENO
    LI OS DOIS LIVROS TAMBÉM E OS RECOMENDO.
    PENA QUE O IDIOTA NÃO SAIBA LER NADA FORA DO SEU CERCADINHO IDEOLÓGICO!

  7. .
    Procurar fatos do passado quando o regime militar tentava modernizar um país que estava atrasadíssimo, quando a esquerda brasileira era contra a simples instalação de uma fábrica de tratores, por que Mao Tsé-Tung disse que preferia usar abundante mão-de-obra e não usar tratores na agricultura.
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    Os chineses de alguma forma sempre conseguiram produzir alimentos para o seu próprio consumo.
    Este fato incontestável era um argumento inquestionável.
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    A esquerda acreditava que bastava um líder como Stalin, Mao Tsé-Tung, Fidel Castro e a produção de alimentos dispararia.
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    Como nada disso aconteceu e a revolução de Mao Tsé-Tung foi extremamente cuidadosa em não prejudicar o conhecimento milenar dos agricultores chineses e por sorte sofreram um “pouco” da falta de alimentos.
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    Eles passaram por experiências negativas e souberam corrigir abandonado as tais das fazendas coletivas.
    Fome de 1958-1961 na China
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    http://pt.wikipedia.org/wiki/Fome_de_1958-1961_na_China
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    Mas em Cuba Fidel Castro ignorou completamente os resultados de sua desastrosa política agrícola e hoje Cuba passa por severo racionamento de alimentos.
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    Castelo Branco ajudou a construir a Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira e graças a ela, São Paulo se tornou a locomotiva do Brasil.
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    Roberto Campos é o economista que por décadas foi acusado de vender o país e no final, teve o seu trabalho reconhecido, face a globalização da economia, fato este nunca previsto pelos esquerdistas, que acreditavam numa economia tipo coletivista que hoje vemos, com uma lupa de aumento, em Cuba.

  8. Cheguei a ler alguns trexos do Guia do policamente incorreto da filosofia – ensaio da ironia. É um lixo. Como o autor não tem argumentos, parte para o sarcasmo.

    @maisvalia
    Imbecil é seguir um caminho que as potências hegemônicas ditam, mas sendo que o caminho que o caminho que as potências seguiram é completamente diferente. A não ser que você ache interessante ser nação do 3º mundo para sempre.

  9. A União Soviética é um exemplo interessante sobre como se desenvolver tecnologicamente. Corrida espacial

    Primeiro satélite artificial
    Sputnik 1, URSS

    Primeiro satélite com animal
    Sputnik 2, URSS

    Primeira órbita terrestre tripulada
    Vostok 1, URSS

    Primeiro impacto lunar
    Luna 2, URSS

    Primeira órbita lunar
    Luna 10, URSS

    Primeira descida suave na Lua
    Luna 9, URSS

    Primeira descida tripulada à Lua
    Apolo 11, EUA

    Primeiro satélite recuperado em terra
    Discover 13, EUA

    Primeira recuperação após missão lunar
    Zond 5, EUA

    Primeiro veículo a passar perto de Vênus
    Mariner 2, EUA

    Primeiro veículo a descer em Vênis
    Venera 4, URSS

    Primeiro veículo a passar perto de Marte
    Mariner 4, EUA

    Primeiro em órbita solar
    Luna 1, URSS

    Primeira nave espacial recuperável
    Columbia, EUA

    Primeira estação espacial
    Salyut 1, URSS

  10. Depois que Deng Xiaoping fez as reformas, a China virou um exemplo a ser seguido, por ambos países, capitalistas ou socialistas.

    “Planning and market forces are not the essential difference between socialism and capitalism. A planned economy is not the definition of socialism, because there is planning under capitalism; the market economy happens under socialism, too. Planning and market forces are both ways of controlling economic activity.”

  11. ESCRITO POR VALMIR FONSECA AZEVEDO PEREIRA | 14 AGOSTO 2012
    ARTIGOS – GOVERNO DO PT

    Em reunião sigilosa que vazou, a nomenklatura do PT nomeou uma Comissão para analisar as repercussões de possível decisão do STF sobre o Mensalão.

    Foram consideradas no meticuloso exame que contou com a participação de expoentes do Foro de São Paulo, as medidas de subterfúgio e esvaziamento da comédia, como as Olimpíadas, que fatalmente atrairiam a atenção do populacho, o incentivo às greves que encheriam a paciência da turba, um incremento na CPMI do Cachoeira, o esculacho no Paraguai, a viagem à Londres da exultante e copiosa comitiva e outras milongas.

    Na primeira hipótese – a da absolvição da quadrilha -, concluíram que a dominação do País estaria concretizada, e estava prestes a ser inaugurada a República Da Manipulação Democrática Do Brasil. Seria o apogeu da máxima de “os fins justificam os meios”, ou “no dos outros é refresco”, prenúncio de que em breve todos os prefeitos, governadores e ministros seriam associados, subordinados ou simpatizantes do petismo e adoradores de seu ícone, o cara.

    Na segunda – a punição de uns poucos acusados de menor proeminência – , pouco mudaria a avaliação anterior. Apenas um leve oba – oba de repulsa àquela decisão, cuja culpa seria por ação da implacável e nojenta oposição . Enfim, da canalhada que é contra o Brasil para todos.

    Na terceira – idêntica à segunda, mas com a inclusão de uns envolvidos mais salientes, como o Dirceu -, também, foi considerada que pouco mudaria a primeira avaliação. Aqueles membros seriam expulsos estrondosamente, como exemplo de repulsa para os que agem com aloprado pensamento, e destoam por falta de tato na arte de enganar os propósitos e artimanhas do partido.

    Na quarta – a condenação de todos ou da maioria -, também pouca mossa causaria na visão de que o País está no papo. A expulsão, como A prevista na terceira hipótese, seria levada às ultimas conseqüências, e a mídia devidamente acionada exporia a coragem do Partido em chegar aos extremos para limpar o seu nome.

    Assim, somando e diminuindo, chegaremos à conclusão de que Esta M. Não Tem Solução (EMNTS), conforme abalizado adágio de um conhecido e respeitado conhecedor dos descaminhos do cenário nacional, isto é, vertendo para o inglês, como fala o nobre filósofo, “This shit has no solution”, e não adianta inundar o excremento de perfume e bom – ar, nem adorná – lo com pó de ouro, que a bosta é a mesma.

    De nossa profunda e escura caverna, chegamos à brilhante conclusão de que entre mortos e feridos do PT se salvarão todos, muito pelo contrário; o ex-presidente, grande beneficiário do mensalão, que nem chamuscado ficou, será idolatrado pela capacidade de ludibriar os tolos; a dama atual que afastou-se do problema e foi para as Olimpíadas com gigantesca comitiva, deverá subir nas pesquisas da CNT/Sensus.

    O povaréu vê com grande simpatia os esforços da presidência em deslocar-se para Londres, a fim de animar os atletas nacionais com a sua presença e vivaz torcida.

    Felizmente, como nos ufanamos, deu certo.

    O resultado do julgamento do mensalão será similar a nossa participação nas Olimpíadas: um assombro.

    Valmir Fonseca Azevedo Pereira é general reformado.

  12. A União Soviética é um exemplo interessante sobre como se desenvolver tecnologicamente. Corrida espacial
    REALMENTE, ELES FORAM À LUA PRIMEIRO.
    DEPOIS VEIO O GRANDIOSO RONALD REGAN E ACABOU COM A SERVIDÃO MUNDIAL.

  13. @maisvalia
    Imbecil é seguir um caminho que as potências hegemônicas ditam, mas sendo que o caminho que o caminho que as potências seguiram é completamente diferente. A não ser que você ache interessante ser nação do 3º mundo para sempre.
    A CULPA PARA OS IMBECIS SÃO SEMPRE OS OUTROS.
    BANANEIROS SÃO SEMPRE ASSIM.
    38% DOS UNIVERSITÁRIOS BANANEIROS FORMADOS NÃO SABEM LER,NEM ESCREVER E NEM FAZER CONTAS MAS A CULPA É DUZAMERICANUZ! DE ACORDO COM NOÇOS GUIAS GENIAIS QUE VEN DAR A LUZ A IDIOTAS QUE ADORAM TIRANIAS RUSSA E CHINESA,
    UM ESPANTO DE SABEDORIA.

  14. .
    Os Estados Unidos da América levaram os seus astronautas a Lua.
    A falecida URSS tentou, mas fracassou e optou em não levar um cosmonauta a Lua, pois não tinha recursos para isso e nem tecnologia e temia não conseguir trazer seus cosmonautas de volta a Terra.
    .
    Por muitos anos os soviéticos afirmaram que não havia nada de interessante em levar um homem a Lua. Porém com o fim da URSS, soube-se que os soviéticos tentaram chegar a Lua, mas não conseguiram otimizar seus foguetes e nem desenvolver uma tecnologia adequada a esta missão.
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    Para a Apolo 11 chegar a Lua, a NASA convocou a sociedade, as universidades, a sua indústria aeronáutica a desenvolver um programa espacial.
    Desta forma desenvolveram-se tecnologias até então inexistentes. Praticamente toda a sociedade colaborou e a NASA se firmou como uma agência espacial competente e eficiente.
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    Os soviéticos tentaram um dia antes do lançamento da Apolo 11, pousar uma nave não tripulada, a Luna 15 na Lua. Mas logo após a sua descida esta nave perdeu o contacto com a Terra.
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    Os EUA conseguiram diminuir o peso do módulo lunar e da cápsula de comando ao mínimo, de forma a diminuir o tamanho do foguete Saturno V, principal fogute impulsor, fazendo todo o foguete a ter apenas três estágios e assim chegar a Lua.
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    A URSS sempre teve dificuldade em diminuir o peso. Construíram um foguete de cinco estágios, cujo protótipo explodiu pouco depois de ser lançado e que seria usado no transporte dos cosmonautas a Lua.
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    O fracasso da URSS de chegar a Lua foi decorrente de manterem o seu programa espacial em caráter estritamente militar e assim, os cientista que podiam trabalhar no seu programa deviam ser aprovados pela KGB, polícia política da URSS e o programa devia ser secreto.
    A URSS conseguiu ter um sucesso inicial em suas explorações espaciais, mas com o fim da URSS, pode-se saber que vários de seus projetos espaciais fracassaram e que tais fracassos eram ocultados, dando a falsa impressão que tudo o que eles lançavam, tinha sucesso.
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    Um pouco sobre o programa lunar soviético poderá ser visto no link abaixo:
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    http://en.wikipedia.org/wiki/Soviet_Moonshot
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    Acompanho as missões dos veículos dos EUA que andam por Marte.
    Foi fantástico o pouso e as caminhadas do veículos Opportunity e Spirit.
    Tiraram inúmeras fotos muito nítidas do solo, das crateras, das rochas de Marte.
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    Muito interessante conseguirem fazer o veículo Spirit subir um morro elevado e depois descer do lado oposto. Este veículo andou por seis anos em Marte até a perda de contacto. O programa oficial previa que estes dois veículos funcionariam por apenas 90 dias.
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    O veículo Opportunity funciona até hoje, mas enviando poucas imagens. Ele fotografou a placa protetora que o protegeu da reentrada na atmosfera marciana, que estava totalmente amassada e revirada do lado oposto, fotografou próximo a ela, um pequeno meteoro e inúmeras outras paisagens
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    O veículo Curiosity pousou em 6 de agosto em Marte e está no momento recebendo atualização do seu software.
    Ele usa o gerador termo elétrico de radioisótopos e desta forma não vai depender do Sol, como o Spirit e o Opportunity, com os seus três painéis solares.
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    O Curiosity pesa 899 kg e está equipado com diversos instrumentos científicos e não terá problemas com a baixa temperatura em Marte, pois o seu gerador é bem potente e produz calor necessário para os seus instrumentos vitais.

  15. Credibilidade zero
    ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 15 AGOSTO 2012
    ARTIGOS – CULTURA

    Praticamente tudo o que se lê na mídia brasileira sob o rótulo de “análise política” não passa da elaboração apressada de fatos que o comentarista extraiu da própria mídia. É a imagem popular do mundo maquiada na linguagem do manual de redação. Nada mais.

    Não é uma coisa séria. É show business, é diversões públicas, é circo. Não existe para orientar o leitor, mas para mantê-lo satisfeito com um estado habitual de desorientação no qual ele se sente informadíssimo e repleto de certezas.

    Análise política séria supõe informações ao nível dos melhores serviços de inteligência, trabalhadas por uma consciência longamente adestrada na meditação da História, da filosofia e da ciência política.  Isso está tão acima das possibilidades do comentarista vulgar que, confrontado com algo do gênero, o infeliz se sente perplexo ante o inusitado e reage com aquela típica irritação neurótica da burrice humilhada.

    Em tal circunstância, exclamações de “teoria da conspiração!” emergem da sua boca quase que por reflexo condicionado. Chamar uma idéia de “teoria da conspiração” não é refutá-la, é apenas xingá-la. Xingar é o que você faz quando chegou ao último limite da sua capacidade e não conseguiu nada. (Favor não confundir xingamento com palavrões humorísticos usados para fins de sátira nos momentos apropriados.)

    Diagnósticos de paranoia, de visão delirante, aos quais também muitos recorrem nessas ocasiões, só valem quando embasados em algum conhecimento de psicologia clínica, que invariavelmente falta a quem usa desses termos como descarga de um sentimento de inferioridade insuportável.

    Não por coincidência, análises sérias, tão escassas nas páginas de política, não faltam naquele setor especializado do jornalismo que se dedica à economia e aos investimentos. É que o público dessa seção é exigente, conhece o assunto, paga bem e quer opiniões sólidas. Não se trata de um bando de sonsos em busca de alívio.

    Nenhum empresário ou investidor aceitaria como analista econômico um amador que tivesse como única ou predominante fonte de informações a própria mídia popular na qual escreve. Mas o amador assim descrito é a própria definição do que se entende por “analista político” no Brasil. É um sujeito que não conhece os clássicos da filosofia política, não lê revistas científicas da sua área, não tem a menor ideia de como funcionam os serviços secretos dos diversos países, não pesquisa fontes de informação discretas, e, enfim, acredita que o mundo é realmente como sai na mídia. Pratica, em resumidas contas, aquilo que um jornalista de verdade, Rolf Kuntz, chamava de autofagia jornalística: escreve nos jornais aquilo que leu nos jornais.

    Quando digo que isso é “praticamente tudo”, e não “tudo”, é porque, descontados dois ou três sobreviventes do jornalismo às antigas, há ainda um segundo grupo de exceções notáveis: são os desinformantes profissionais ou agentes de influência. Pagos por organizações partidárias, por governos estrangeiros, por elites bilionárias ou por organizações revolucionárias internacionais (fontes que às vezes se mesclam e se confundem), mentem mais que a peste, mas mentem com método, segundo um plano racional, às vezes sofisticadíssimo, que o analista habilitado discerne nas entrelinhas e que é, por si, informação fidedigna, às vezes da mais alta qualidade.

    Esses profissionais da desconversa são raros, mas não inexistentes na mídia nacional. É preciso muita prática para distingui-los da massa dos seus papagaios e clones, que aceitam as mentiras deles por hábito e as repassam por automatismo. Quando uma informação falsa se tornou de domínio público, é quase impossível rastrear-lhe a fonte, a qual só aparece, quando aparece, na rara hipótese de um agente arrependido dar com a língua nos dentes, quase sempre trinta ou quarenta anos depois de a coisa ter perdido toda importância estratégica.

    A ocorrência desses casos permite medir a confiabilidade média do jornalismo político, quase matematicamente, pelo tempo decorrido entre o engodo inicial e o reconhecimento público do engano cometido quando o próprio autor da façanha, ou a revelação de documentos reservados, afinal fornece à classe jornalística os meios de corrigir-se.   

    Por exemplo, a onda de pânico da mídia européia ante a “ameaça neonazista” na Alemanha cessou quando, com a reunificação do país, os documentos da Stasi vieram à tona, mostrando que os principais movimentos neonazistas na Alemanha Ocidental e até mesmo alguns nas nações vizinhas eram fantoches criados e subsidiados pelo governo comunista da Alemanha Oriental para despistar operações de terrorismo e assassinatos políticos (o atentado ao Papa João Paulo 2º foi um caso típico: leiam The Time of the Assassins de Claire Sterling e Le KGB au Coeur du Vatican, de Pierre e Danièle de Villemarest).

    E no Brasil? Foi em 1973 que o ex-chefe da inteligência soviética no Rio de Janeiro, Ladislav Bittman, confessou ter sido, em 1964, o inventor e disseminador da lenda de que o golpe militar fora tramado e subsidiado pelo governo americano.

    Como, decorridos vinte e oito anos da revelação, ninguém na mídia tupiniquim desse o menor sinal de desejar corrigir o engano geral, escrevi um artigo em Época para lembrar aos colegas que antes tarde do que nunca (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/sugestao.htm). Mais onze anos se passaram desde então – e até hoje a conversa de que “o golpe começou em Washington” ainda reaparece nos nossos “grandes jornais”, a intervalos regulares, no tom de verdade consagrada. Credibilidade, neste país, é isso.

     

    Publicado no Diário do Comércio com o título ‘Credibilidade’.

  16. .
    Escreveram:
    .
    Depois que Deng Xiaoping fez as reformas, a China virou um exemplo a ser seguido, por ambos países, capitalistas ou socialistas
    .
    Sim. Em geral o trabalhador chinês ganha muito pouco e alguns trabalham 12 horas por dia ou mais.
    A Apple tem contratada uma grande empresa chinesa para montar seu equipamentos e ela sempre é acusada de explorar seus trabalhadores. Muitos deles só saem da fábrica apenas nos fins de semana.
    tem fotos de um executivo da Apple visitando a famosa Foxconn.
    .
    Os chineses tem uma cultura milenar sobre escravatura. Os chineses estão acostumados a viver sob escravidão controlada. Na internet tem várias matérias sobre este assunto.
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    .
    Fábrica da Apple proíbe funcionários de cometerem suicídio
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    http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5116506-EI12882,00-Fabrica+da+Apple+proibe+funcionarios+de+cometerem+suicidio.html
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  17. A CULPA PARA OS IMBECIS SÃO SEMPRE OS OUTROS.

    “O presidente Eurico Gaspar Dutra (1946-51), tinha concedido à Bethlehem Steel, alguns anos antes, as quarenta milhões de toneladas de manganês do Estado de Amapá, uma das maiores jazidas do mundo, em troca de 1,4% para o Estadosobre as rendas de exportação; desde então, a Bethlehem está transferindo as montanhas para os Estados Unidos com tal entusiasmo que se teme que daqui a quinze anos o Brasil fique sem manganês para abastecer sua própria siderurgia. De resto, de cada cem dólaresque a Bethlehem investe na extração de minerais, oitenta e oito correspondem a uma gentileza do governo brasileiro: as isenções fiscais em nome do “desenvolvimento regio-nal.”

    Agora vai ver se alguma empresa não-americana mete a mão no silício dos EUA.

    Outro exemplo é o nióbio. O Brasil estaria rico se o preço deste minério não fosse definido em Londres e extraído pela empresa americana “Niobium Corporation”.

  18. Sim. Em geral o trabalhador chinês ganha muito pouco e alguns trabalham 12 horas por dia ou mais.
    A Apple tem contratada uma grande empresa chinesa para montar seu equipamentos e ela sempre é acusada de explorar seus trabalhadores. Muitos deles só saem da fábrica apenas nos fins de semana.
    tem fotos de um executivo da Apple visitando a famosa Foxconn.

    A China peca por não criar um mercado interno robusto. Mas cedo ou tarde eles irão ter que aumentar os salários para multiplicar os lucros, como Henry Ford dizia.

  19. Outro exemplo é o nióbio. O Brasil estaria rico se o preço deste minério não fosse definido em Londres e extraído pela empresa americana “Niobium Corporation”.
    VÁ ESTUDAR
    Agora vai ver se alguma empresa não-americana mete a mão no silício dos EUA.
    VÁ ESTUDAR
    “O presidente Eurico Gaspar Dutra (1946-51), tinha concedido à Bethlehem Steel, alguns anos antes, as quarenta milhões de toneladas de manganês do Estado de Amapá, uma das maiores jazidas do mundo, em troca de 1,4% para o Estadosobre as rendas de exportação; desde então, a Bethlehem está transferindo as montanhas para os Estados Unidos com tal entusiasmo que se teme que daqui a quinze anos o Brasil fique sem manganês para abastecer sua própria siderurgia. De resto, de cada cem dólaresque a Bethlehem investe na extração de minerais, oitenta e oito correspondem a uma gentileza do governo brasileiro: as isenções fiscais em nome do “desenvolvimento regio-nal.”
    MAIS DE 50 ANOS DEPOIS O IMBECIL AINDA TÁ JOGANDO A CULPA NOS OUTROS.
    E OS 38% DE UNIVERSITÁRIOS FORMADOS ANRFAS?
    CULPA DUZAMERICANUZ?
    DEZ ANUS DE PETRALHAS E ESTAMOS ESTE LIXO E TAMBÉM A CULPA É DUZAMERICANUZ?
    VÁ ESTUDAR.

  20. Pingback: Porque Socialismo/comunismo é uma merda « Diario de um internauta

  21. 15/08, 16/08 – Eu não entendo o que um cretino como esse vem fazer num blog anticomunista. Encher o saco ? Será que o comunistéu não vai nunca deixar de colocar a culpa da incompetência e corrupção de brasileiros e latinamericanos em geral nos Estados Unidos ? É a velha cantilena de livros do tipo As veias abertas da América Latina que todos os idiotas esquerdistas costumam admirar. O discurso está velho demais para ficar sendo repetido. Toda essa bobageira já foi dita e repetida e não é nenhuma novidade para quem é razoavelmente bem informado e não se encaixa no perfil dos 38% de universitários analfabetos funcionais apontados pelo IBGE. É preciso ser burro para não perceber a lavagem cerebral que a maior parte dos cursos, principalmente na área de humanas, tenta fazer — e consegue com aqueles que têm pouca capacidade de questionar o que estudam nas universidades. Até entendo que repitam nas provas e trabalhos o que lhes dizem seus professores, geralmente ignorantes e/ou desonestos, para conseguir notas e serem promovidos. Professor safado e preguiçoso detesta aluno questionador. Dá trabalho, coisa que boa parte não quer. Sobre esse tipo de professor, Luiz Felipe Pondé no seu Guia Politicamente Incorreto de Filosofia ( que o petralha detestou sem ter lido ) faz algumas afirmações corretíssimas.

  22. Agosto 17th, 2012 at 15:28
    15/08, 16/08 – Eu não entendo o que um cretino como esse vem fazer num blog anticomunista. Encher o saco ? Será que o comunistéu não vai nunca deixar de colocar a culpa da incompetência e corrupção de brasileiros e latino-americanos em geral nos Estados Unidos ? É a velha cantilena de livros do tipo As veias abertas da América Latina que todos os idiotas esquerdistas costumam admirar. O discurso está velho demais para ficar sendo repetido. Toda essa bobageira já foi dita e repetida e não é nenhuma novidade para quem é razoavelmente bem informado e não se encaixa no perfil dos 38% de universitários analfabetos funcionais apontados pelo IBGE. É preciso ser burro para não perceber a lavagem cerebral que a maior parte dos cursos, principalmente na área de humanas, tenta fazer — e consegue com aqueles que têm pouca capacidade de questionar o que estudam nas universidades. Até entendo que repitam nas provas e trabalhos o que lhes dizem seus professores, geralmente ignorantes e/ou desonestos, para conseguir notas e serem promovidos. Professor safado e preguiçoso detesta aluno questionador. Dá trabalho, coisa que boa parte não quer. Sobre esse tipo de professor, Luiz Felipe Pondé no seu Guia Politicamente Incorreto de Filosofia ( que o petralha detestou sem ter lido ) faz algumas afirmações corretíssimas

  23. .
    Lembro sobre a celeuma do manganês do estado do Amapá, mas faz tanto tempo, que não consigo me recordar…
    .
    No geral se afirmava naquela época que o Brasil era um país explorado, por vender seus recursos naturais e desta forma condenado a ser eternamente um país subdesenvolvido.
    .
    Mas atualmente a Rússia faz o mesmo e ela era parte da antiga URSS, que alardeava tal comércio.
    .
    Obviamente que houveram muitas mudanças, por exemplo, ninguém imaginava o poder da agroindústria além do fato do Brasil ter demorado muito a se integrar ao comércio internacional, pois entendia que o mercado interno deveria ser fechado.
    .
    Mas isso ainda gera discussões aos quais é de difícil entendimento.

  24. DEZ ANUS DE PETRALHAS E ESTAMOS ESTE LIXO E TAMBÉM A CULPA É DUZAMERICANUZ?

    ÇÇÇÇÇIM! Nus estates as criaçinha querem duminar a amazunia!!

    Você devia estar alegre, Dilma vai fazer ferrovia privatizada. 10 anos de PT e agora que fazem algo que preste.

    Quando der vontade vou ler “Japão – o capital se faz em casa”.

  25. Eu não entendo o que um cretino como esse vem fazer num blog anticomunista.

    Tenho que ouvir o outro lado. Quem sabe no futuro eu mude de lado que nem FHC e diga “esqueçam o que eu escrevi”.

    Tenho um tio meu, que é conservador, quando viu uma Carta Capital na minha casa começou a dar xilique com as propagandas do governo federal na revista. kkkk

  26. Tenho que ouvir o outro lado. Quem sabe no futuro eu mude de lado que nem FHC e diga “esqueçam o que eu escrevi”.ISSO O CALHORDA NUNCA VAI PODER FAZER PORQUE É MAIS UMA MENTIRA PETRALHA

  27. Os petralhas, bons em contar mentiras, inventaram essa história sobre o que teria dito Fernando Henrique. De qualquer forma, mudar, no caso dele, foi uma virada à direita ( se é que mudou mesmo; a meu ver ele ainda está muito à esquerda para meu gosto e isso se aplica a todos do PSDB, que tem até ex-terrorista em seus quadros, como o Aluísio Nunes. Tenho votado no PSDB por falta de opções à direita.Além disso, não dá para comparar a inegável competência do PSDB em seus governos, bem diferente do que faz o PT, cujo único mérito, quando existe, é seguir em parte a política econômica do PSDB, como fez especialmente no primeiro mandato de Lula. Até a atual governanta resolveu seguir a política de privatização, com as concessões de estradas, por exemplo, o que se faz em São Paulo, embora ela não seja capaz de reconhecer ), abandonando a tese da teoria da dependência da América Latina, uma das muitas bobagens “doutorais” que se escreveu e continua sendo aceitas pelo esquerdéu. A América Latina é culpada de seus próprios fracassos e não adianta colocar a culpa nos Estados Unidos ou na Europa.

  28. Realmente não dá para esperar honestidade do governo petista. O Aluízio Amorim tem razão ao afirmar que as tais concessões nada mais são que cortina de fumaça. Quem já viajou por estrada federal “concedida” com pedágio baratinho(BR 116, por exemplo ) sabe a diferença que existe em relação às estradas estaduais de São Paulo que também foram alvo de concessões. E a oposição, como sempre, não faz o seu papel. O Alckimin até elogiou o que está sendo feito. (mfgomes: 18/08/2012)
    ______________________

    PACOTE DA DILMA É MAIS ESTATIZAÇÃO E UMA CORTINA DE FUMAÇA PARA OFUSCAR JULGAMENTO DO MENSALÃO

    Lançado como uma panacéia ao descalabro administrativo do governo do PT que já chega a uma década sem que tenham sido construídas obras de infra-estrutura de grande impacto como aquelas erigidas pelos governos militares e que mantém o país funcionando até hoje, a Dilma abriu a bocarra para anunciar nada mais do que aumento do estatismo. A reboque desse plano surge mais uma empresa estatal. Como sempre Lula, o demiurgo de Garanhuns, foi ouvido e vaticinou que lá adiante tudo volta ao controle do Estado. Em suma, sob a égide petista o Brasil continua a chafurdar na sacanagem estatal. Quando muitos apaniguados poderão encher os bolsos e, quiçá, cevar o caixa 2 eleitoreiro do PT.

    No mais, esse tal plano de desenvolvimento da Dilma não passa de uma cortina de fumaça para ofuscar o noticiário do mensalão que vem competindo até mesmo com as novelas da Rede Globo.

    Vejam o que diz a Folha de S. Paulo:

    O governo Dilma Rousseff anunciou seu pacote de concessões de infraestrutura, que pretende, em cinco anos, duplicar a extensão das rodovias duplicadas e dobrar a das ferrovias em uso no país ao longo dos últimos 150 anos.

    Nessa primeira etapa, o projeto é duplicar 5.700 km de vias e construir 10.000 km de ferrovias, com investimentos de R$ 80 bilhões. Ao todo, em 30 anos, a expectativa é gerar investimentos privados de R$ 133 bilhões.

    O chamado Programa de Investimento em Logística foi elogiado e classificado de ousado por empresários presentes ao evento, mas também criticado. Executivos dos setores de rodovias e ferrovias levantaram dúvidas sobre o financiamento e o prazo fixado pelo governo para a primeira etapa de cinco anos.

    A avaliação é que não há capital disponível no país e que será necessário buscar investidores externos, num momento de escassez de crédito.

    Segundo empresários ouvidos pela Folha, outra dificuldade é a taxa de remuneração, considerada por eles baixa em alguns projetos -na casa de 6%. Isso deve dificultar a captação de recursos para executar os investimentos previstos.

    Quanto à viabilidade de cumprimento dos prazos, foi lembrado que, de 2003 a 2012, o governo só conseguiu concluir oito concessões rodoviárias. Agora, espera passar à iniciativa privada, num período de 13 meses, 21 concessões, sendo 12 de trens num modelo completamente inédito e 9 de rodovias.

    A equipe presidencial diz entender os questionamentos, mas afirma que não faltará dinheiro ao BNDES -o governo não descarta aportes do Tesouro Nacional.

    Afirma também que investidores estrangeiros já estão sendo convidados para participar do programa.

    Quanto ao prazo, a resposta é que as regras hoje são diferentes e que o governo tem mais experiência para enfrentar a burocracia e os entraves verificados no passado.

    Lembram ainda que o governo faz exatamente o que o empresariado pedia, entregando ao setor privado as obras que vão destravar os gargalos do país.

    NOVA ESTATAL

    A grande novidade foi a criação de uma estatal chamada EPL (Empresa de Planejamento em Logística). A empresa vai gerenciar os projetos tentando desfazer dois nós: a má qualidade e a falta de integração dos projetos.

    Pelo modelo de concessão de ferrovias, a concessionária vai construir e operar as novas ferrovias. Uma estatal pagará pela capacidade de transporte dessa ferrovia e a revenderá ao mercado.

    Se o que a estatal arrecadar for menor que o pago à concessionária, o governo arcará com o prejuízo.

    Para alguns empresários, é uma estatização do sistema. Outros dizem que isso evita o monopólio no setor.

    Na área de estradas, as concessionárias só poderão cobrar pedágio após concluir 10% da duplicação. O objetivo é tentar evitar os atrasos das concessões feitas em 2007, conforme a Folha mostrou ontem. Uma das causas apontadas é que as empresas ofereceram pedágios muito baixos para vencer o leilão e ficaram sem caixa.
    O modelo de menor pedágio foi mantido nesse pacote. Da Folha de S. Paulo desta quinta-feira.

    In Blog Aluizio Amorim – 16/08/2012

  29. A falta de produtos de higiene em Cuba é histórica. Já li reportagens de atletas comemorando terem comprado sabonetes e pasta de dentes nas viagens. E que o único uso do Granma é como acessório de banheiro… Uma lástima que um país tão pequeno tenha problemas tão grandes, todos causados por uma ditadura burra, que trancou o desenvolvimento daquele pobre povo.

  30. A revista petralha Carta Capital só sobrevive por conta das propagandas do governo federal. Seu dono está habituado a babar o ovo de quem está no poder. Já fazia isso na ditadura militar. Ele muda de lado conforme a direção em que sopra o vento. E não está só na prática.

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