Sinais?

karl_marx

Desaba a escada de um edifício na mesma esquina onde foi declarado o caráter socialista da revolução. Um grupo de treze pessoas desesperadas ocupa a Igreja da Caridade em Centro Havana e é retirado a força durante a madrugada. A televisão exibe uma reportagem sobre as pontes vandalizadas por pessoas que as desmontam para construir casas. O arcebispado publica uma nota no jornal do Partido Comunista com um tom que emula os editoriais oficiais. A batata continua aparecendo apenas esporadicamente nas prateleiras dos agros mercados e aumenta de preço nas redes ilegais. Um músico de hip hop é detido por protestar contra o tratamento escolar dado ao seu filho e retira uma foto de Camilo Cienfuegos da entrada do colégio. O Cardeal faz uma alocução no horário nobre da programação, na mesma data em que 55 anos antes um jovem entrava a força numa emissora de rádio.

Hugo Chávez passa ao pós-operatório em Cuba rodeado de segredo e rumores de uma volta ao Período Especial. Apresenta-se um livro de Fidel Castro com intelectuais latino-americanos, gastando-se em seus milhares de exemplares o papel destinado a produção anual de toda uma editora. Um médico se declara em greve de fome para que lhe restituam o direito de curar pacientes. A “ciberguerra” chega a paroxismos incríveis e maneja as redes sociais só como arma de luta ou como um inimigo a ser derrotado. Um homem com um celular filma um incêndio e depois a policia lhe confisca o aparelho por mostrar “o lado feio das coisas”. Em meio à batalha informativa contra o secretismo, uma jornalista arremete contra os que compram enormes quantidades de biscoitos e massas para revendê-las. O inverno despede-se de Havana sem ao menos nos ter deixado pegar os casacos. É anunciado que um crocodilo exportado ilegalmente regressará a nossa Ilha da Itália na mesma comitiva que viajará com o Papa.

E eu me pergunto: Todos esses sinais, estes acontecimentos, são indícios do final ou do princípio? Estamos todos nos tornando loucos ou somente agora é que alcançamos o discernimento?

Tradução e administração do blog em língua portuguesa por Humberto Sisley de Souza Neto

50 thoughts on “Sinais?

  1. Cuba, a ilha onde se respira socialismo, liberdade, democracia, saúde, e tantas outras mentiras…
    BBC

    Cuba prende mais de 50 integrantes do grupo Damas de Branco
    Detenção ocorreu quando dissidentes organizavam protesto para pedir libertação de presos políticos.

    Mais de 50 ativistas do grupo de direitos humanos Damas de Branco foram presas neste domingo em Cuba, incluindo a porta-voz da organização, Berta Soler.

    Segundo a correspondente da BBC em Cuba, Sarah Rainsford, as ativistas foram presas durante uma marcha silenciosa rumo a uma igreja de Havana, onde pretendiam se manifestar pedindo a libertação de presos políticos.

    Membros do grupo Damas de Branco disseram que a pressão das autoridades cubanas aumentou às vésperas da visita do papa Bento 16 à ilha comunista.

    O atual chefe da Igreja Católica fará sua primeira visita como papa à ilha na próxima semana. Segundo o Vaticano, Bento 16 não deve se encontrar com dissidentes do regime.

    Formado há nove anos por esposas de presos políticos, o grupo Damas de Branco já foi reprimido em várias ocasiões pelo governo cubano, que acusa as suas integrantes de serem mercenárias pagas pelo governo dos Estados Unidos.

    Igreja Católica

    A visita de Bento 16 tem criado expectativas na ilha. Nos últimos dois anos, autoridades católicas vem mediando negociações para a libertação de vários presos políticos no país.

    Na última quinta-feira, 13 dissidentes que ocupavam uma igreja foram presos pela polícia.

    Após décadas de repressão a grupos religiosos em Cuba, o regime comunista, declaradamente ateu, estreitou as relações com a Igreja Católica desde a visita do papa João Paulo 2º ao país, em 1998.

    Além de mediar conversações para a libertação de prisioneiros, a Igreja Católica também tenta expandir sua influência entre os cubanos.

    Segundo pesquisa citada pela Associated Press, menos de 10% dos cubanos se consideram católicos praticantes.
    Contra a raison d’état

  2. .
    Pois é…, as batatas aparecem e depois somem.

    Após 53 anos de revolução, Cuba ainda não conseguiu resolver seus problemas agrícolas, que aparentemente não existiam na época de Fulgêncio Batista.

    Hoje Cuba importa café e açúcar, produtos antes que exportava.

    Uma hora toda esta comédia vai terminar.

  3. PERÍODO ESPECIAL = CARESTIA DE “FIM DE MESADA”

    A economia de Cuba recuperou-se lentamente de uma séria recessão provocada pela retirada dos subsídios da antiga União Soviética (cerca de 4 a 6 bilhões de dólares anuais entre 1989 e 1993), o que representou uma perda de, pelo menos, 35% relação ao pico de seu PIB de então [1], causando sérios problemas de abastecimento e provocando rígidos racionamentos, entre 1989 e 1993, anos de grandes privações para todos, no que foi chamado de “Período Especial”. As importações feitas por Cuba caíram de US$ 8,1 bilhões em 1989 para US$ 3,5 bilhões em 1991.

    “O socialismo Dura até si Acabar o Dinheiro dos Outros” (Margaret Tatcher)

    FIM DOS TIRANOS CASTRO’S À VISTA!

    Se a dilma não substituir o chapolim calanga !!!

  4. Por quanto tempo será que vai durar isso na ilha? Aposto, e com muita certeza, que quando a ditadura dos castros acabar e a ilha tiver uma democracia normal, uma tempestade de capitalismo vai chegar melhorando e muito a condição de vida da população

  5. E pensar que, mesmo sob a execrável ditadura de Batista, Cuba chegou a ser o terceiro país mais desenvolvido da América Latina. Era o maior exportador de açúcar. O analfabetismo era um dos mais baixos do mundo já na época. Na América Latina só era superado pela Argentina em alfabetização. A mortalidade infantil era menor que a de muitos países europeus. Depois da tal revolução socialista, a maioria dos países do mundo cresceu e melhorou seus índices de qualidade de vida, enquanto Cuba só piorou. Mesmo que tenha zerado o analfabetismo e tenha havido uma ampliação na rede de atendimento de saúde, como dizem sue propagandistas. A verdade é que não se conhece nenhuma avaliação feita de forma independente sobre esses dois setores tão elogiados pelas esquerdas, a educação e saúde. Tudo que é propagado vem do governo, que evidentemente não é uma fonte confiável. Os que se interessaram sabem há muito tempo, desde pelo menos os anos 90 ( eu sei disso desde essa época, antes mesmo de visitar o país), que a educação e saúde em Cuba não são de boa qualidade. Nos hospitais faltam até roupa de cama, remédios, e até comida.Isso não é de hoje, remonta ao fim do subsídio soviético. As informações em contrário são falsas. Mesmo o hospital que atendeu Chávez,sem dúvida o melhor, não deve ser grande coisa, tendo em vista o tratamento que recebeu, visto pelos venezuelanos como uma espécie de cobaia da medicina cubana. Mesmo assim, os esquerdistas continuam afirmando o contrário, por ignorância ou má-fé, o mais perovável, já que em tempos de internet não dá mais para alegar ignorância do que acontece na ilha-prisão.

  6. Dissidente cubana é libertada após breve prisão

    O líder do grupo dissidente cubano Damas de Branco, Bertha Soler, foi libertada após ter sido detida no final de semana. Soler e outras 30 partidárias do grupo foram detidas na manhã de domingo.

    Outras 30 mulheres foram presas durante uma marcha do Damas de Branco em Havana, quanto elas tentavam passar por ruas onde normalmente não se manifestam.

    Elas protestam após a missa, a cada domingo, para exigir que o governo liberte prisioneiros por crimes politicamente motivados. Bertha Soler foi vista na manhã desta segunda-feira na casa da cofundadora do Damas de Branco, Laura Pollan.

    O governo cubano considera os integrantes da oposição como criminosos comuns e mercenários (Lulaladrão e dilma também), pagos por Washington para fazer barulho. O Departamento de Estado e a Casa Branca criticaram as detenções, que ocorreram antes da visita do papa Bento XVI, entre 26 e 28 de março. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

  7. 19/03/2012 às 18:32 Política & Cia
    Graças à “privataria tucana”, Brasil atinge marca de 1,3 celular por habitante

    O Brasil atinge marca de 1,3 celular por habitante.

    São 247,2 milhões de linhas móveis ativas no país, segundo a Anatel.

    Eram 800 mil, todas de empresas estatais ineficientes, caras e atulhadas de diretores nomeados por políticos, quando o presidente tucano Fernando Henrique Cardoso assumiu seu primeiro mandato, em 1º de janeiro de 1995.

    A privatização das teles ocorreu em julho de 1998, com esses resultados anunciados pela Anatel.
    Coluna do Ricardo Setti-Veja

  8. A mentira sobre a privatização das teles: tudo somado, o “preço de banana” supera, na verdade, 420 bilhões

    Um dos maiores mitos – na verdade, uma grossa mentira — sobre as privatizações em geral, e em especial das telecomunicações, reza, sobretudo segundo a cartilha do lulismo, que o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2003) vendeu as teles “a preço de banana”.

    Pois bem, um dos jornalistas mais sérios e respeitados do país nessa área — Ethevaldo Siqueira, que conhece o setor como a palma da mão porque o cobre profissionalmente há quatro décadas – demoliu essa mentira em artigo publicado no Estadão do dia 30 de janeiro passado. E o fez de forma tão tranquila e ao mesmo tempo veemente – com a força dos números – que julguei útil republicá-lo no blog, já que um número não pequeno de leitores vinham quando publiquei o texto pela primeira vez, e continuam manifestando a mesma opinião equivocada sobre o “preço de banana”.

    Em entrevista à TV Brasil no dia 12 de janeiro, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que “as estatais de telecomunicações foram vendidas a preço de banana”. Desculpe-me, ministro, mas, por maior respeito que tenha pelo senhor, tenho que ficar com a verdade. Um ministro das Comunicações, com seu nível de cultura, deveria informar-se com maior profundidade sobre um tema diretamente ligado à sua pasta.

    E não se trata de ser a favor ou contra a privatização, mas de respeitar a verdade dos fatos e dos números, pois eles desmentem todos os que insistem no chavão do “preço de banana”.

    Recordemos o que ocorreu na privatização. Em primeiro lugar, é preciso lembrar que o governo federal só detinha 19% das ações da Telebrás, já que a grande maioria das ações da empresa havia sido pulverizada nas mãos de milhões de acionistas privados.

    Foi essa a parcela vendida no leilão de 29 de julho de 1998 e pela qual o governo recebeu R$ 22,2 bilhões (ou US$ 19 bilhões ao câmbio daquela data). É claro que se o governo federal fosse dono de 100% das ações ordinárias e preferenciais, poderia tê-las vendido por R$ 100 bilhões da época. Ou mais. Mas só tinha 19% das ações.

    O “preço de banana” mencionado pelo ministro foi, segundo publicações especializadas, o maior preço pago por uma empresa de telecomunicações no mundo, nos anos 1990.

    MAIS NÚMEROS

    Além dos R$ 22,2 bilhões recebidos pela privatização da Telebrás, o governo brasileiro recebeu mais R$ 45 bilhões com a simples venda de licenças às diversas operadoras, de 1996 até hoje. Ou seja, “o País vendeu ar” por R$ 45 bilhões, como dizia o ex-ministro Sérgio Motta. O “preço de banana” já subiu para R$ 67,2 bilhões.

    Uma árvore deve ser julgada por seus frutos, diz a Bíblia. O primeiro benefício da privatização para o Brasil foi a universalização do telefone, fruto de investimentos diretos na infraestrutura setorial, da ordem de R$ 190 bilhões, de 1998 até hoje.

    O Brasil praticamente não tinha telefone em 1998. Nesses 12 anos e meio, o País saltou da média franciscana de 14 acessos telefônicos por 100 habitantes para 130, em 12 anos.

    Em números absolutos: o País saltou de 24,5 milhões de acessos para 230 milhões. Dá para discutir?

    Até 1997, tínhamos que pagar de US$ 1.000 a US$ 3.000 para obter uma linha telefônica pelo velho plano de expansão. E o telefone só era instalado cerca de 24 meses depois (ou até 48 ou 60 meses).

    ASSALTO DUPLO

    E como se comporta o governo federal diante das telecomunicações? Os presidentes Lula e FHC fecharam os olhos para a questão tributária. Com uma das alíquotas mais altas do mundo (43%) incidindo sobre o valor dos serviços, os tributos que pagamos em nossas contas telefônicas canalizam hoje mais de R$ 40 bilhões anuais para os cofres públicos.

    São alíquotas mais elevadas do que as cobradas sobre artigos de luxo importados. Ao longo dos últimos 10 anos, esses tributos já carrearam mais de R$ 330 bilhões aos governos estaduais e à União. Some mais essa fortuna ao “o preço de banana” da privatização, ministro, e serão R$ 397,2 bilhões.

    Além desse verdadeiro assalto, temos o confisco de R$ 32 bilhões dos três fundos setoriais nos últimos 10 anos: Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust), o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) e o Fundo de Tecnologia das Telecomunicações (Funttel). Total do “preço de banana”: R$ 429,2 bilhões.

    Imagine, leitor, se o Brasil tivesse investido apenas esses R$ 32 bilhões confiscados dos fundos num projeto de banda larga, em benefício do usuário final?

    VISÃO DE POLÍTICO

    Por que a maioria dos políticos deturpa e distorce a realidade para favorecer a ideologia e os interesses político-partidários?

    Se avaliasse com objetividade e isenção os resultados da privatização, o governo federal deveria, sim, aplaudir o novo modelo e lutar por seu aprimoramento constante – com a formulação de políticas públicas ambiciosas e, em especial, com cumprimento de sua obrigação de fiscalizar com rigor a qualidade do atendimento e da prestação dos serviços.

    OMISSÃO

    Nunca afirmamos que tudo vai bem na área de telecomunicações nem que estejamos satisfeitos com a qualidade dos serviços e os padrões de atendimento, ministro. Aliás, é bom dizer que os serviços não são melhores exatamente por omissão do governo federal. Nem FHC nem Lula cumpriram essa obrigação fundamental.

    Nesse quadro, se uma operadora privada presta bons serviços, tudo bem. Se não o faz, o governo vem a público criticar a privatização, como se ele nada tivesse a ver com o problema. É muito cinismo. O governo federal nunca fiscalizou nada com seriedade – até porque, ele mesmo, é mau prestador de serviços.

    Mais um argumento. Em 2004, seis anos depois da privatização, tivemos um indicador precioso do verdadeiro valor das empresas do Sistema Telebrás, quando a americana MCI vendeu a Embratel à mexicana Telmex pela metade do preço que havia pago no leilão de privatização.

    Ora, se a Embratel tivesse sido privatizada “a preço de banana” – seria de se esperar que, numa segunda venda, em negociação transparente, puramente de mercado, entre empresas privadas, alcançasse preço muito maior.

    (Publicado originalmente no blog a 21 de fevereiro de 2011, às 14h01)
    Ricardo Setti

  9. Espetáculo do crescimento! Brasil em último lugar!

    Em determinado momento durante o governo Lula, o Brasil cresceu mais apenas que o Haiti, em todo o Mundo. Os petistas falavam em espetáculo do crescimento. Depois revelou-se que a média de crescimento do Brasil no período de 7 anos foi a segunda pior da América Latina e os áulicos do governo continuaram a aplaudir e a vencer eleições. Agora a última informação: nosso país foi o que menos cresceu na América do Sul em 2011. Novamente, de todos os paises latino-americanos, só Guatemala e El Salvador cresceram menos que o Brasil. Certamente os ufano-petistas continuarão a proclamar que temos um governo simplesmente espetacular!
    alvarodias.blog.br

  10. Tá na hora da Colômbia e Chile substituírem o Brasil petralha no BRIC. Com o Brasil dos corruPTos, fora, ficam CCRIC – Chile, Colômbia, Rússia, Índia e China.
    Brasil volta a disputar com a Argentina, Venezuela e Cuba o Troféu de incompetência administrativa !

  11. Jornais do mundo denunciam a segunda “Primavera Negra” em Cuba.

    Vários meios de comunicação internacionais, como El País, El Nuevo Herald, The Washington Post e The New York Times denunciaram os acontecimentos ao mundo.

    A nota sobre o New York Time

    Mais de setenta prisões e detenções arbitrárias em Cuba opositores pacíficos neste fim de semana são um anúncio de uma segunda “Primavera Negra” na ilha antes da visita do Papa Bento XVI 26-28 março. Em apenas algumas horas o início da estação das flores, vários meios de comunicação internacionais, como El País, El Nuevo Herald, The Washington Post e The New York Times relatou os acontecimentos ao mundo. A notícia da mídia mundial como La Nicarágua Prensa, a televisão espanhola e rádio, o jornal ABC, a versão digital de hoje e de notícias Yahoo, informou uma pontuação Damas de Branco foram presos por policiais à paisana depois de assistir a missa na paróquia de Santa Rita, enquanto outras 33 foram interceptados antes de chegar a casa de Deus. À tarde, uma dúzia de ativistas foram forçados a embarcar em um ônibus quando fizeram a caminhada pela Quinta Avenida, em Miramar, depois de assistir a missa, destacou o jornal guatemalteco Prensa Libre, o México ea Universal Century 21, o jornal de língua espanhola mais lido na Nova Inglaterra. Entre os presos estava Berta Soler, líder das Damas de Branco e seu marido, o ex-preso político Angel Moya. prisões foram relatadas em Perico, Matanzas, Villa Clara e Santiago de Cuba, queixou-se na rede de outros blogs e redes de mídia independente como Cafefuerte, Penúltimos Dias, Cubajutía e DHCuba. Laura Maria Labrada, filha do falecido líder das Damas de Branco, Laura Pollan disse que durante os interrogatórios no “Four of the Hill” um oficial advertiu que “não iam deixar caminhar pelas ruas “, observou La Tercera, Chile, Venezuela e O Campo de Buenos Aires. Hora do Equador, assim como El Comercio do Peru, com base em informações da AFP, como refletido por cerca de três horas, o pacifista cubana recebeu um “ato de repúdio” por apoiantes do governo de Castro, no nono aniversário de um ataque que terminou na prisão de 75 dissidentes cubanos e chamavam a si mesmos como Primavera Negra. O Observatório Romano em sua edição espanhóis falando palavras do Papa citou a expulsão dos mercadores do templo de Jerusalém: “A violência nunca servir a humanidade, de fato, o desumanizado.” O anúncio de segunda Primavera Negra em Cuba para assustar ou avançar o que está vindo, acontece a uma semana da visita do Papa Bento XVI e a expulsão de treze opositores de em uma igreja em Havana.
    tradução automatica: martinoticias.com

  12. Mensalão – José Dirceu, acusado de “formação de quadrilha”, está de olho no ritmo de trabalho de Lewandowski. E nós também!
    O chefe de quadrilha (segundo o procurador-geral da República) José Dirceu está de olho no trabalho de Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal e revisor do processo do mensalão. O país também está. Por razões diferentes, é claro! O ministro andou dando entrevistas sobre a necessidade de moralizar a política, defendendo que aqueles que tiveram contas de campanha rejeitadas no passado não possam se candidatar — a imprensa, de modo, com direi?, imp(r)ensado, deu ampla acolhida à sua tese (direi depois por que as coisas podem não ser como parecem).

    Muito bem! A mim também me encanta, como a todos, esse lado moralizador da atuação de Lewandowski. Por isso mesmo, pergunto: “E o processo do mensalão, ministro?”

    Eis um bom jeito de moralizar a política, não é mesmo? Enquanto aquelas práticas criminosas restarem impunes e enquanto restar a sensação de que aquela lambança toda pode ser admitida na política, a moral está correndo um sério risco. Ah, sim: boa parte daquela turma certamente é “ficha limpa” e “conta limpa”. Não obstante…

    Por que falo de Lewandowski? Porque ele é o revisor do processo do mensalão. O relator, Joaquim Barbosa, ainda não entregou o seu voto final — que se pode, em boa parte, presumir, dado o andamento dos trabalhos até aqui. O processo todo — quase 50 mil páginas — já está à disposição do ministro revisor. Mas há no Supremo a mais absoluta escuridão sobre os caminhos que Lewandowski pode seguir. Uma coisa é certa: ou esse processo é julgado no primeiro semestre, ou as coisas começarão a ficar complicadas. Mais: há certa feitiçaria correndo nos bastidores de Brasília, segundo a qual um processo dessa natureza não poderia ser julgado em ano eleitoral porque prejudicaria o… PT! É mesmo? A ser assim, matérias polêmicas, que podem ter — e isso não depende da vontade do tribunal — desdobramentos eleitorais só seriam julgadas em anos ímpares.

    Por que é preciso que esse processo seja julgado no primeiro semestre? Cezar Peluso, que preside o tribunal até 18 de abril — no dia 19, assume o ministro Ayres Britto, que ficará pouco tempo no cargo (já chego lá) faz 70 anos no dia 3 de setembro e, por lei, tem de deixar a Corte. A escolha da ministra Rosa Weber — que levou quatro longos meses — já deixou claro não se tratar de um procedimento muito simples. É consenso que um processo com essa importância terá de contar com os 11 membros do tribunal. Assim, caso o mensalão não seja julgado até agosto, terá de ser adiado ainda mais. Duvido que se tenha o tribunal completo até as eleições de outubro. E pronto! O desejo nada secreto do PT estará se cumprindo.

    Mas não é só: caso fique tudo para depois das eleições, aí será a vez de o próprio Ayres Britto, que faz 70 anos no dia 18 de novembro, se aposentar. De novo, então, voltará a questão: “Temos de ter o tribunal completo… Por que não se deixa tudo para 2013?” E assim vamos seguindo para as calendas…

    Estima-se que o julgamento não dure menos de um mês. São 38 réus. O advogado de cada um deles tem uma hora para fazer a defesa de seu cliente — ou seja, 38 horas apenas de sustentação oral da defesa. Não se sabe se o recesso de julho terá de ser ou não suspenso — porque Lewandowski, até agora, não dá pistas do que tem em mente. Dá-se de barato que só as sessões plenárias das quartas e quintas serão insuficientes para dar conta do recado até, reitero, o fim de agosto, quando Peluso deixa o tribunal.

    Zé Dirceu, o chefe da quadrilha (segundo a Procuradoria Geral da República), e, parece, de alguns indivíduos disfarçados de jornalistas, também está de olho nessa aposentadoria porque se estima que Peluso não está entre aqueles dispostos a condescender com as práticas criminosas de quadrilheiros e ladrões do dinheiro público.

    Já estamos no terço final de março e, até agora, nada! Aos olhos de boa parte do mundo civilizado, já deve ser um escândalo que um processo com essa importância, que resume alguns emblemas da má prática política, esteja já no seu sétimo ano. A revista VEJA que trouxe a reportagem sobre a cobrança de propina nos Correios, que levou à denúncia do mensalão, chegou aos leitores no dia 14 de maio de 2005!!! No dia 6 de julho daquele ano, Roberto Jefferson botava a boca no trombone numa entrevista à Folha e expunha as entranhas do modo petista de governar. Sete anos!!! E, até agora, nada vezes nada!

    Os advogados, por seu turno, é evidente, também têm lá o seu estoque de ações procrastinadoras. E, obviamente, tentarão fazer uso delas. Márcio Thomaz Bastos, por exemplo, que defende José Roberto Salgado, executivo do Banco Rural, pede que o caso de seu cliente seja enviado para a primeira instância, já que este não tem prerrogativa de foro (o que chamam de foro privilegiado). Argumenta que, por isso, não pode ser julgado pelo STF. E assim vai. Os outros 37 farão também as suas tentativas. Não há o risco da prescrição de crimes, entende a maioria dos juristas, antes de 2015 ao menos (para o caso de formação de quadrilha). Os interessados podem ler uma boa explicação técnica aqui. A questão mais urgente não é essa. O fato é que, a depender do ritmo de Lewandowski, o julgamento acabará ficando para 2013… E será difícil convencer a sociedade de que não foi por influência do calendário eleitoral.

    Com a palavra, Ricardo Lewandowski. É claro que José Dirceu, o quadrilheiro (segundo a Procuradoria Geral da República) está de olho nele. E a sociedade brasileira também.

    Conto com vocês para fazer apenas comentários que incentivem o ministro Lewandowski a acelerar os trabalhos! Força, ministro!Parafraseando aquele melô breganejo, “liga pro Brasil/ não, não liga pra ele/ Não chore por ele…”

    Por Reinaldo Azevedo

  13. Collor confirma: o Brasil mudou para pior

    Em junho de 1992, quando se soube que um Fiat Elba a serviço da Casa da Dinda fora comprado com um cheque assinado por Paulo Cesar Farias, Fernando Collor começou a deixar de ser presidente. Era dinheiro da quadrilha gerenciada pelo notório PC, tesoureiro das campanhas do chefe de governo. Neste março, soube-se que o senador Fernando Collor poderia ter comprado 11 Fiat Elba-92 com os R$ 69.694,73 que torrou em janeiro e fevereiro (veja reportagem na seção O País Quer Saber).

    O dinheiro foi desviado da “verba indenizatória” distribuída mensalmente pelo Senado, sempre sob o patrocínio involuntário dos pagadores de impostos. Para justificar a gastança, Collor apresentou notas fiscais emitidas por um posto de gasolina e um restaurante cuja especialidade é marmita. Os dois estabelecimentos comerciais funcionam em Brasília. Liberado pelo recesso parlamentar, o senador passou os dois meses gastando em outras freguesias.

    Passados 20 anos, Fernando Collor continua o mesmo. Diferente ficou o Brasil. No inverno de 1992, o PT reagiu histericamente à deliquência protagonizada pelo inimigo. No verão de 2012, a seita lulopetista estendeu ao parceiro da bancada do cangaço ─ à vontade na Casa do Espanto desde o discurso de estreia, como registra o post na seção Vale Reprise ─ a rede de proteção que cobre todos os prontuários companheiros. O senador por Alagoas é um dos recentes amigos de infância do chefe. E virou conselheiro da presidente. Os três se merecem.

    O mantra recitado pelo rebanho de devotos faz sentido: depois de nove anos de governo Lula-Dilma, o país mudou. Mudou para pior. Com o apoio militante do PT e da base alugada, entre outras práticas repulsivas, foi institucionalizada a corrupção impune. E o Brasil ficou bem mais cafajeste.

    http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/

  14. Ética de mercado não! Isso é “ética” de governo
    19/3/2012 Bernardo Santoro

    O país foi dormir em choque domingo, após a denúncia do “Fantástico” onde podemos testemunhar como ocorre a corrupção no Brasil. Mas quem acompanha esse espaço certamente não se surpreendeu com as denúncias.

    Isto porque, como já esclarecido em outras oportunidades, o problema não é de gestão, o problema é de sistema. 99% das vezes em que um “gestor” passa a ter controle sobre um grande quantidade de dinheiro que, em sua vida particular ou na iniciativa privada nunca teria a possibilidade de gerir, cria-se um incentivo muito grande para que ele se submeta à corrupção.

    Não podemos deixar de destacar ainda que esse gestor não é posto lá por acaso. Em regra ele é lá posto por um apadrinhado político, que exige desse gestor uma certa quantia de dinheiro para a campanha das próximas eleições, além de usufruto para proveito próprio.

    Mas podemos garantir, sem medo de errar, que caso um gestor seja pego exigindo propina, o poderoso político que o indicou para o cargo vai negar conhecimento do fato e certamente se reelegerá nas eleições seguintes.

    Ou seja, todo o sistema público é criado para que haja a corrupção. Sem ser corrupto o gestor sequer chega a ser nomeado.

    Se tudo isso não fosse o suficiente, o gestor sabe que só tem garantia de ficar no cargo durante o ciclo eleitoral, dando a ele o incentivo de roubar ainda mais nesse breve período de tempo, já que, supostamente, ele só tem 4 anos para roubar todo o dinheiro que puder.

    O que não podemos deixar de lamentar ainda é a imbecil declaração de uma das corruptoras, ao dizer que a corrupção é a “ética do mercado”.

    Ética do mercado?

    Na ética do mercado, um dono de hospital NUNCA pagaria sobrepreço de produtos e serviços para uma empresa terceirizada. Isso porque o dinheiro sai do bolso dele. Na iniciativa privada o dono de hospital vai sempre lutar para que o preço dos produtos e serviços terceirizados seja o menor possível, otimizando e barateando o serviços para seus consumidores e, assim, ganhando mercado.

    Esse tipo de bizarria só pode ocorrer quando o gestor não é dono do que gere e só o gere por breve período, tentando, por isso, maximizar seus ganhos ilicitamente no menor tempo possível.

    Essa ética distorcida e retorcida, imoral em todos os níveis, não é, portanto, ética de mercado, mas sim ÉTICA DE GOVERNO! É assim que funciona a lógica dos governos, com corrupção, fisiologismo e favorecimento pessoal. A ética do mercado é a da eficiência, do voluntarismo e da meritocracia.

  15. Corrupção
    Corromper é alterar, estragar, perverter, torcer, depravar, deturpar, falsificar, adulterar, abastardar, contrafazer, desfigurar, deteriorar, falsear, imitar, viciar, abalançar, agitar e demais condutas frontalmente atentatórias aos princípios éticos da convivência política.

    Vê-se pois que a corrupção é meio de destruição, aniquilação da boa convivência política. Corromper, corromper-se compromete a paz, a ordem e a harmonia tão desejável em uma pólis.

    O ato de corromper, por outro lado, desvenda o caráter da pessoa. No caso, o mau caráter. E este mau caráter compromete e desvirtua um grupo político na medida em que o norte ético almejado, fica mais distante, senão utópico.

    Vemos frustrações e fracassos políticos e sociais derivarem deste comportamento, pois o efeito do ato de corromper afeta à todos, em efeito cascata. Uma espécie de contaminação.

    Corrompe-se neste ato e comprometo a felicidade de outro. Com certeza. O outro aguarda seu “sumo bem”, sua felicidade e não o obtém pois o primeiro torceu, depravou aquela felicidade.

    Corromper é inaceitável.

    A reportagem apresentada no último domingo, pelo programa Fantástico, é um tapa na cara do homem de bem. É um escárnio com a felicidade dos outros. Revela o nível vil do caráter daquelas pessoas flagradas em pleno ato de corromper.

    Qualquer homem de caráter se sentiu humilhado. E pior, impotente.

    Ora, se agora se discute se cadeia é ou não suficiente para combater a corrupção, com certeza a impunidade dará mais campo a própria corrupção.

    A reportagem é um alerta, talvez conhecido de nosso subconsciente de brasileiro, mas revela o mar de podridão ética que assola este país.

    Não se viu nenhuma conseguência pública por conta da reportagem. Não se viu o povo publicamente indignado. A reportagem, quando muito, serviu para uma conversa de bar e nada mais.

    Basta lembrarmos do confisco da poupança, promovido pelo então presidente Collor. O brasileiro se resignou. Confiscaram um bem vital ao trabalhador, ao homem de bem e não fizemos nada. Naquela época, estava na Europa, mais precisamente na Inglaterra, e ouvia-se da boca dos ingleses o indagar a respeito do que estava acontecendo no país, pois o governo havia confiscado nossas “savings”!!! E a resposta surpreendia os ingleses: nada, não está acontecendo nada. O país está em ordem. Eles não entendiam.

    Somos lenientes com a corrupção. Nos indignamos durante a reportagem, os homens de caráter, fique claro, mas no dia seguinte, vida que segue.

    Fecha-se a avenida Paulista por tantas razões imbecis e esta, a corrupção, não. E não me refiro a movimentos políticos, com partidos e tutti quanti mas uma manifestação legítima, da sociedade de caráter, da sociedade ética.

    Estamos perdendo nossos valores. Estamos nos apequenando no mundo. Não. Não há mundo ético perfeito. Mas também não precisamo chafurdar na lama da corrupção.

    Podemos sim, imaginar o que irá acontecer quando a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, finalmente, baterem nossas portas pelos atrasos nas obras. Meu Deus.

    Por:Alexandre Seixas

  16. Os Dois Lados da Verdade

    Para se chegar à verdade é imperativo que se ouça os dois lados da história, retire-se os pré julgamentos e em uma apuração imparcial se chegue ao veredito.

    Esta técnica de avaliação dos fatos é a mesma para todos os setores da ciência humana, seja ela policial, histórica ou científica.

    Desta maneira convido você a analisar o que ocorreu em nossa história recente, mais precisamente no período do regime de exceção, mais conhecido por nós como Governo militar.

    No inicio dos anos 60 estava o mundo dividido pelo que Charles de Gaulle batisou de “Cortina de ferro”, onde os governos de todos os países do planeta eram assediados tanto pelo governo capitalista americano, quanto pelo governo comunista soviético.

    O Brasil estava dividido entre um e outro, tendo recebido a visita de Ernerto Che Guevava, que visitou o então presidente da república Jânio Quadros e seu vice João Goulard, esquerdista convicto e tendo também recebido visitas constantes de membros do governo Estadunidense, com quem eram negociadas as regras comerciais, de imigração e demais acordos de reciprocidade.

    Com a renuncia do Presidente Jânio Quadros e a posse de seu vice Jango, a situação política nacional começou a ebulir, pois tanto as forças armadas quanto os empresários tinham muito medo que fosse implantado o socialismo no país.

    O socialismo, que podemos chamar de ditadura do prolietariado, funciona muito bem na teoria, mas na prática já sabemos que nunca deu certo e nunca dará, pois tomar todo patrimonio privado e deixar que o estado regulamente tudo é um suicidio declarado.

    Se não acredita, veja os exemplos de Cuba, Albânia, Coreá, Alemanha e a própria União soviética. Os países entraram em colapso financeiro e de infraestrutura, enquanto seus líderes ficaram bilhardários.

    O exemplo mais próximo de nós é Cuba, onde não há liberdade de imprensa, a população passa fome, iténs básicos de tecnologia são proibidos, internet é totalmente restrita, os cubanos são proibidos de deixar o país, entre outras tantas atrocidades inaceitáveis em pleno século 21.

    Nos anos 60, os esquerdistas brasileiros, contagiados com os dogmas políticos difundidos pelo médico Ernesto Che Guevara, queria implantar no Brasil o mesmo regime que foi implantado por Fidel Castro em Cuba.

    Entre a ameaça comunista, corrupção crescente e o descontentamento com o governo federal, houveram várias manifestações populares e de empresários, pedindo que as Forças armadas tomassem o poder e colocassem ordem na situação.

    Frente ao cenário, as forças armadas tomaram as rédeas e a situação começou a se estabilizar. Porém, os esquerdistas não se conformaram com a situação e começaram sua batalha pela implantação da “Ditadura do Proletariado”.

    A ideia dos revolucionários sempre foi a da luta armada pela instalação da Ditadura Cubana” no Brasil, porém para que este intento fosse possível, era preciso dinheiro.

    Então começaram a fazer assaltos a bancos, inclusive assassinando os vigilantes destas instituições. Houve assaltos a residências, entre elas a residência do então governador do estado de São Paulo Ademar de Barros. Sequestros, incluindo um embaixador estadunidense. Em Osasco, foi tomada de assalto a fábrica metalúrgica Cimaf e o Capitão do exército Carlos Lamarca assaltou um dos quartéis do bairro osasquense de Quitaúna, roubando dali armas e viaturas.

    Na região do rio Araguaia, onde os estados de Goiás, Pará e Maranhão fazem divisa, o Partido Comunista Brasileiro, baseado na vitória revolucionária de Cuba e China, iniciaram uma guerrilha armada.

    Estima-se que o movimento, que pretendia derrubar o governo militar, queria tomar o poder, fomentando um levante da população, primeiro rural e depois urbana, e instalar um governo comunista no Brasil como havia sido feito em Cuba e na China , era composto por cerca de oitenta guerrilheiros.

    Entre os guerrilheiros e os criminosos que cometiam assaltos, sequestros, assassinatos e demais crimes, podemos citar José Genoíno, Dilma Rousseff, José Dirceu, Osvaldo Orlando da Costa, Maurício Grabois e João Amazonas, entre tantos outros.

    A maioria dos revoltosos, foram mortos em combate, presos ou deportados e alguns poucos fugiram.

    Hoje em dia, com vários destes que lutara pela revolução comunista, instalados no governo, incluindo aí a presidente da república, tem se falado na instalação da “Comissão da Verdade”, que visa levantar os fatos reais daquela época, mas o que vemos são vários destes e mais alguns outros agregados tentando manipular a comissão para que ela quebre a anistia para os crimes militares e mantenha a anistia para os revolucionários.

    Eu particularmente acho que esta corja está tentando dar um golpe na verdade.

    GibaNet.com

  17. Desde o descobrimento do Brasil em 1500, nunca se teve notícia de tamanho escândalo de CORRUPÇÃO e ROUBOS.

    Do Jornalista Carlos Chagas
    “Erros foram praticados durante o regime militar, eram tempos difíceis. Claro que no reverso da medalha foi promovida ampla modernização de nossas estruturas materiais. Fica para o historiador do futuro emitir a sentença para aqueles tempos bicudos.”
    Mas uma evidência salta aos olhos.

    * Quando Castelo Branco morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas.

    * Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.

    * Garrastazu Médici dispunha, como herança de família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu, precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.

    * Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio.

    * João Figueiredo, depois de deixar o poder, não agüentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro os cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado que os filhos agora colocaram à venda, ao que parece em estado lamentável de conservação.

    Não é nada, não é nada, mas os CINCO GENERAIS-PRESIDENTE até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios, não enriqueceram nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos. Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas.
    Bem diferente dos tempos atuais, não é? ”
    Então vejamos…….

    LULA, o falastrão, segundo a famosa Revista Americana FORBES, o PATRIMÔNIO dele já chega a 2 BILHÕES de DÓLARES, aproximadamente 3 BILHÕES e DUZENTOS MILHÕES de REAIS. (Forbes é uma revista de economia e finanças norte-americana, fundada em 1917 por B. C. Forbes. Seus principais concorrentes a nível nacional são a Fortune, que, assim como a Forbes, é publicada duas vezes por semana, e a BusinessWeek. A revista é mais conhecida por suas listas, como a lista das pessoas mais ricas do mundo .)

    Já o LULINHA filho do LULA era até pouco tempo atrás funcionário do Butantã/SP, com um salário (já na peixada política) de R$ 1.200,00, e que recebeu, sem nenhuma justificativa, um presente da TELEMAR no valor de 5 milhões de Reais, e hoje é proprietário de uma fazenda cinematográfica em Araraquara, adquirida por 47 milhões de Reais, e detalhe, comprada a vista. Este jovem promissor, com toda essa capacidade demonstrada, já deveria ser o Ministro da Fazenda da DILMA. Centenas de outros políticos, também trilharam e trilham o mesmo caminho. Se fosse aberto um processo generalizado de avaliação dos bens de todos políticos, garanto que 95% não passariam, e deveriam estar presos e incomunicáveis. E viva a “comissão da verdade”!
    “O MAU só TRIUNFA quando as PESSOAS de BEM se OMITEM”

    “ACORDA BRASIL”

  18. ………..LULA LADRÃO…………..

    .

    Lula vai a uma igreja e se ajoelha na frente de Jesus crucificado, rezando:
    Lula: – Jesus, estou totalmente arrependido e gostaria de redimir meus pecados.
    Jesus: – Está bem. Que tens feito?
    Lula: – Depois de oito anos no governo, deixei meu povo arruinado e na miséria.
    Jesus: – Dê graças ao Pai!
    Lula: – Também traí o povo e meu partido, que me deram apoio e, quando precisaram de mim, dei-lhes as costas. Expulsei do partido os Verdadeiros petistas!
    Jesus: – Dê graças ao Pai!
    Lula: Economizei verbas da saúde, educação, moradia, conservação de estradas, pesquisas científicas, tudo para encher os cofres do PT. Mandei comprar toalhas e lençóis importados, de linho egípcio, para o Palácio Alvorada e Granja do Torto. Enchi os depósitos do palácio com todos os tipos de bebidas caras.
    Jesus: – Dê graças ao Pai!
    Lula: Comprei um avião a jato novo, importado, dando emprego para estrangeiros e não para os brasileiros que trabalham na Embraer. É que, receber mala preta da Embraer ia dar zebra . Protegi as maracutaias do Zé Dirceu, do Waldomiro e do tesoureiro do partido. Comprei votos de Deputados e senadores com liberação de verbas de emendas deles ao orçamento.
    Jesus: – Dê graças ao Pai!
    Lula: Arregacei com os velhinhos, cobrando novamente dos aposentados a contribuição previdenciária, sem qualquer contra prestação do Estado para eles. Comprei o apoio da Rede Globo com liberação de financiamento pelo BNDES, para eles pagarem dívidas vencidas, negocinho de pai para filho com o dinheiro do povo. Coloquei o protetor de marginais Tomás Bastos Como Ministro da Justiça.
    Jesus: – Dê graças ao Pai!
    Lula: Protegi os delinqüentes do MST e dei apoio às invasões do MST para desestabilizar a democracia e tentar dar um golpe e assumir como o Fidel. Agora não sei como fazer para parar aquele bando de bandidos. Dei apoio ao Hugo Chavez, o maior bandido da América Latina.
    Jesus: – Dê graças ao Pai!
    Lula: – Protegi o Meirelles e o presidente do Banco do Brasil quando a imprensa apurou as realidades sobre as delinqüências dos dois.
    Jesus: – Dê graças ao Pai!
    Lula: – Mas, Jesus, estou realmente arrependido e a única coisa que o Senhor tem para me dizer é: “dê graças ao Pai”?
    Jesus: – Sim, agradeça ao Pai que estou aqui pregado na cruz, porque senão desceria dela para te encher de porrada, seu ignorante, analfabeto, deslumbrado, traidor, ladrão, sem vergonha, mentiroso, golpista, corrupto, aproveitador … Vai trabalhar vagabundo!
    Nota: Quem receber esta corrente tem obrigação ética e cívica de retransmiti-la .

    Se esta corrente não continuar o Lula será eleito, depois do desgoverno de sua “protegida”.Garotinho será novamente governador, o Jader Barbalho vai voltar à presidência do Senado e Marta Suplicy continuará na política.
    Se quebrares a corrente terás 7 anos de atraso de vida!

    POR FAVOR NÃO QUEBRE A CORRENTE…

  19. O corrupto “homem novo” do socialismo
    Artigo no Instituto Independiente:

    El nuevo Presidente de Cuba no profundiza en los orígenes del extendido fenómeno para impedir que se extraiga la única conclusión lógica: el estruendoso fracaso de 5 décadas de socialismo en Cuba en la construcción del cacareado “hombre nuevo”. Fidel Castro, hace 25 años, se vanagloriaba de la existencia en la Cuba socialista de un “hombre nuevo”, superior al hombre “individualista”, “egoísta”, “materialista” de las sociedades capitalistas. Citemos sus palabras, extraídas de la adulante entrevista (¿cuál no ha sido?) que el periodista italiano Gianni Miná le hiciera en 1987 y que se publicó en el libro: UN ENCUENTRO CON FIDEL (3).

    En el capítulo 7 -titulado EL HOMBRE NUEVO- el dictador cubano, presumiendo de pensador marxista, resaltó la importancia de formar una nueva conciencia en los cubanos para construir el socialismo. Diría: “Si no se habla de conciencia no se puede hablar de socialismo. De modo que no se puede ser socialista sin pensar que la conciencia es el factor fundamental. Incluso, ¿Cómo puede usted aspirar al comunismo sin la conciencia ¿desarrollando el individualismo, el egoísmo, puede usted formar una sociedad solidaria?”. (Continua).

  20. Comunismo – História De Uma Ilusão Macabra.

    As pessoas e os acontecimentos que mais ilustraram a ascensão de uma ideia revolucionária e a queda de um império. Uma fascinante série documental que começa na época de Lenin e acaba com Gorbachev.
    Ao longo de três episódios dá-se relevo às pessoas e aos acontecimentos que mais ilustraram a ascensão de uma ideia revolucionária e a queda de um império.
    Como é que é possível que esta ideia possa fascinar tanta gente, incluindo centenas de intelectuais?
    De que modo é que milhares de pessoas acabam com a repressão a indignidade e a opressão económica e mesmo assim continuam fiéis ao conceito de comunismo?
    Neste programa esta questão é posta a políticos e conceituados cientistas. Inclui ainda depoimentos de Sergei Khruschev, filho de Nikita Khrushchev, e de antigos elementos do KGB como Vladimir Kryuchkov.

    youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=wC2fGqL66eA
    youtube.com/watch?v=2I5hTZF0WSE&feature=player_embedded
    youtube.com/watch?v=wYY5_0gl40k&feature=player_embedded

    OBS: Comunistas faladores de merda são dispensáveis. Portanto, nem perca seu tempo tentando postar suas asneiras.

  21. MARACUTAIA PARA LIVRAR A QUADRILHA DO LULA LADRÃO NO PROCESSO DO MENSALÃO !!!

    “Oposição quer informações sobre empréstimo do PT”

    RICARDO BRITO – Agência Estado
    O líder da oposição na Câmara dos Deputados, Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), pediu nesta terça esclarecimentos sobre a quitação de um empréstimo tomado pelo Partido dos Trabalhadores junto ao Banco Rural. O jornal O Estado de S. Paulo revelou que a defesa do ex-presidente do PT José Genoino, um dos réus do mensalão, informou ao relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, que o partido pagou integralmente uma dívida que tinha com a instituição financeira.

    O Rural é um dos bancos acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de ter se envolvido no esquema de desvio de recursos públicos para supostamente comprar apoio político no Congresso durante o governo Lula. A PGR sustenta que esses empréstimos foram forjados. “O que significa essa quitação de empréstimos a essa altura dos acontecimentos? Ou melhor, o que pretende o PT com a inserção dessa informação no Supremo?”, questionou Mendes Thame, em discurso realizado no plenário da Câmara.

    Para o líder da oposição, essas perguntas precisam ser respondidas de forma “institucional e legal”. Mendes Thame disse que, às vésperas do julgamento do mensalão, “uma suposta prova deve ser, obrigatória e exaustivamente, analisada em sua autenticidade”.

    A quitação do empréstimo, de R$ 8,3 milhões, reforçaria a tese das defesas de Genoino, do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e de ex-dirigentes do Rural de que a transação foi legal. Assim, todos escapariam das acusações de irregularidades na negociação. O banco havia entrado com uma ação de execução na Justiça mineira em outubro de 2005.

    O líder oposicionista disse que é “absolutamente indispensável” que a quitação do empréstimo seja “cabalmente” esclarecida para que o processo do mensalão não seja prejudicado.

    ……………….”ACORDA BRASIL”……………………………

  22. DILMA “CARICATURA DE HOMBRE”

    Marina sugere que Dilma ocupa espaço feminino como “caricatura dos homens”.
    De Marina Silva em palestra no escritório de advocacia Mattos Filho, nesta semana: “Temos hoje a primeira mulher presidente em 500 anos. É motivo de celebração. Mas não podemos ocupar esses espaços como caricatura dos homens, bater na mesa, falar alto e fumar charutos cubanos. Podemos ser respeitadas da nossa forma”. Marina depois disse que não se referia especificamente a Dilma Rousseff.

    (Da coluna da Monica Bergamo, na Folha de São Paulo)

  23. A “SUTIL” ESTRATÉGIA PETISTA PARA ISOLAR OS GRUPOS!

    Sem alarmismo, com base em informações vazadas de ambientes petistas, sabemos que a patrulha virtual do PT não está parada e a estratégia escolhida para ser executada a partir desta campanha é a de assumir a liderança de um movimento contra a corrupção de conotação falsamente apartidária, aparentemenrte desvinculado do próprio PT, a fim de de diluir a participação histórica desse partido no mensalão e outros tantos escândalos.

    De acordo com esta estratégia, patrulheiros virtuais petistas, remunerados, estariam sendo treinados para formar, cooptar nas redes, outros “patrulheiros” de segunda geração, que seriam os patrulheiros petistas inocentes, pessoas que sem remuneração, movidas pelo idealismo natural, executariam a mencionada estratégia apartidária sem saber que estão sob manipulação petista. Disseminariam assim a percepção dessa corrupção apartidária, apontariam exemplos evidentemente, sugestões de como deve ser combatida e outras considerações com o estudado propósito de isolar os grupos mais combativos que insistem em apontar o mensalão e outros grandes casos vinculados ao Partido dos Trabalhadores.

    A corrupção seria apresentada como a praga universal que precisa ser combatida em todos os países, onde estaria ameaçando as instituições indistintamente, incluindo os partidos políticos independentemente de ideologias etc etc. Tudo bem pensado para diluir a participação deliberada do PT nos grandes casos de corrupção e até situar este partido mais como vítima do que como agente consciente da corrupção que usou e usa como política de Estado.

    Vamos ficar de olho nesta cambada de corruptos.

  24. O QUE O PT ESTÁ FAZENDO E MUITA GENTE NÃO VÊ, OU FINGE QUE NÃO VÊ

    ………”Destruindo a religião, enfraquecendo a família, o poder judiciário, as Forças Armadas e Polícias Militares.

    Aos poucos, a mídia se vende, para receber bilhões de reais, vindos da propaganda política do governo. Várias “Ongs” são criadas, para se tirar da população, a iniciativa de

    resolver os seus próprios problemas. O objetivo é subverter qualquer coisa de valor no país, até o ponto em que as pessoas não tenham mais a percepção da realidade de

    acontecimento de coisas, invertendo os valores sociais.

    Os conceitos religiosos e a tradição familiar começam a ser interpretados como algo nocivo que precise ser modificado e/ou substituído. Alguns projetos de leis são criados

    (PL122, PL1780/11…), entre outros. A idéia de se ter uma sociedade comunista no Brasil é apresentada à população como algo inovador, benéfico e justo.

    .
    Dentro de uma sociedade democrática, há vários movimentos de classes, contrários a essa sociedade, por motivos variados. Nesse momento, surge um pequeno grupo de

    políticos profissionais, com uma mesma ideologia, aguardando os movimentos sociais tomarem uma mesma direção. Após isso, esse grupo político e ideológico adere ao

    movimento.

    .
    Já fazendo parte do movimento social, passam a estimular a ridicularizarão do dogma religioso, aceito, naquela nação e depois fomentam a substituição dele, por outra

    religião (PL1780/11). Isso tem de ser feito aos poucos, através da distração das pessoas da fé real, usando a Teologia da Libertação.

    .
    Na educação passam a instruir a geração que está se formando, com cartilhas ( Decreto 7037/09) que trazem conceitos contrários à formação da família, conforme os moldes

    tradicionais, aceitos (KIT GAY etc…).

    .
    A mídia, para não perder o dinheiro vindo da publicidade governamental fica omissa, perante os acontecimentos e começa a difundir a ideologia do pequeno grupo político

    através de novelas, músicas, filmes e tele jornais, fomentando o ódio e a desconfiança da população, contra as instituições que a protegem, principalmente a polícia, criando,

    uma inversão de valores, onde um criminoso não é bem um criminoso, ou seja, é vítima da sociedade.

    .
    Os grupos de ativistas, as “Ongs”, as pessoas de influência no meio social, os intelectuais, entre outros, passam a promover a radicalização das relações humanas, dificultando

    o acordo entre as partes, abrindo caminho para a luta entre os grupos, criando um ódio social, até então, inexistente.

    A sociedade fica cada vez mais, antagônica, entre indivíduos, grupos de pessoas e a sociedade como um todo.

    A violência e a impunidade aumentam. Campanhas para o desarmamento surgem e atingem a população ordeira, ao contrário, dos criminosos, que a cada dia, adquirem

    armas mais poderosas.

    Mais leis são criadas (8069/90 e 2654/03) e transformam toda uma geração, tendo como consequência, o aumento do número de criminosos, que no futuro poderão ser

    utilizados como massa revolucionária.

    .
    Para que isso possa acontecer, a ação policial é dificultada, colocada em dúvida, propositadamente e o caos começa a se estabelecer.

    .
    Logo, os defensores de plantão, dos direitos humanos, usam o momento para se promoverem, defendendo o criminoso e tratando com indiferença as vítimas dele.

    .
    A mídia, em conformidade com o pequeno grupo político, inicia uma petição, em nome da população, para se apresentar um governo mais forte, que possa combater, com

    mais rigor, as mazelas sociais criadas, pelo grupo de políticos profissionais e seus “Companheiros de Viagem”.

    .
    O pequeno grupo de políticos profissionais apresenta um nome, normalmente, desconhecido, como a única alternativa para se estabilizar o país.

    A imprensa, comprada, logo aprova o “Salvador”, em nome do povo, ou melhor, como aceito pelo povo.

    O novo governo é imposto.

    .
    Agora, aqueles grupos, os “Companheiros de Viagem”, que ajudaram a desestabilizar a nação, já não são mais necessários e são logo presos, exilados ou mortos.

    O novo governo impõe a normalidade ao país, depois de muitas revoltas armadas.

    O novo “líder” monopoliza o poder e cria um único partido.

    .
    A sociedade “pacificada” passa a ter uma nova vida, com restrição de liberdade, intolerância religiosa e censura da informação.

    Esta receita foi usada, para impor o comunismo, nos países socialistas.

    AGORA ME DIGAM…..ISSO TUDO ESTÁ ACONTECENDO AGORA NO BRASIL OU NÃO???????

  25. Cenário 10: Comportamento.

    Ano 1960: Homem fumar era bonito, dar o rabo era feio.
    Ano 2011: Homem fumar é feio, dar o rabo é lindo.

    Pergunta-se:

    EM QUE MOMENTO FOI, ENTRE 1960 E 2011, QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE BANDO DE IDIOTAS?

    o-mascate.blogspot.com.br/2012/03/entre-1960-e-2011.html

    Vale a pena ler os outros 9 cenários. É a pura verdade.

  26. Acredito que teria amado a liberdade em todos os tempos, mas sinto-me inclinado a adorá-la nos tempos em que vivemos” – Alexis de Tocqueville

  27. Encontram-se um espanhol e um cubano. O cubano pergunta:
    – Você é católico?
    – Eu acredito, mas não pratico. E você, é comunista?
    – Eu pratico, mas não acredito.

  28. O povo cubano estava todo reunido para ouvir um discurso do ditador. O seu assessor olhava para Fidel, virava para o povo e dizia:
    — Veja, povo de Cuba! Aqui está Fidel! Ele não tem a barba de Cristo?
    E o povo:
    — Tem, sim!
    — Fidel não tem os cabelos de Cristo?
    — Tem, sim!
    — Fidel não tem os olhos de Cristo?
    — Tem, sim!
    Um bêbado berra do meio da turba:
    — Então, crucifica!

  29. O IMPRESSIONANTE TESTEMUNHO DE UM EX-PETISTA

    Meu nome é Felipe de Oliveira Azevedo Melo, estudante de Administração da Universidade de Brasília. Nasci em 21 de dezembro de 1985 em Anápolis, Goiás, apesar de meus pais terem sido criados no Distrito Federal. Fui criado em Ceilândia, bairro de periferia, e moro ainda nessa cidade-satélite (que adoro de coração).
    Tive uma infância bastante politizada. Minha mãe, professora da então Fundação Educacional do Distrito Federal (FEDF), era integrante da Articulação de Esquerda, corrente do Partido dos Trabalhadores (PT), e conhecida de muitas pessoas que sempre participaram do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (SINPRO/DF). Ainda pequeno, acompanhava minha mãe tanto nas reuniões do PT quanto nas assembleias dos professores. Também sempre participei das campanhas de rua do PT. Não é à toa que, desde cedo, mostrei uma verve política de esquerda muito forte.
    Ingressei no curso de Direito da Universidade Católica de Brasília (UCB) em 2002, quando tinha 16 anos de idade. Nessa mesma época, me filiei ao Partido dos Trabalhadores e ingressei na corrente O Trabalho (OT), de orientação trotskista. Li muitos dos autores clássicos da literatura marxista-leninista e trotskista — Karl Marx, Friedrich Engels, Rosa Luxemburgo, Antonio Gramsci, Vladimir Lênin, Leon Trotsky — e até mesmo autores anarquistas, como Proudhon, Kropotkin e Bakunin.
    Em meados de 2005, após uma conversa com um dos ideólogos do grupo, meu pensamento político começou a mudar. O indivíduo em questão possuía uma vida que, sob todos os aspectos, o encaixava na classificação de pequeno-burguês de acordo com o próprio jargão que utilizávamos: morava em Brasília num apartamento de mais de 200m², era casado com uma alta funcionária da diplomacia brasileira e tinha uma renda familiar mensal de aproximadamente R$ 20 mil. À época, a renda mensal de minha família não ultrapassava R$ 2.500, o que não nos garantia uma vida muito confortável. Eu me encaixava perfeitamente no estereótipo socialista de “proletário” — pai metroviário, mãe professora, eu mesmo sendo um estudante desempregado que dependia de bolsa de estudos para cursar o ensino superior — e esse ideólogo, um dos cabeças do grupo, não chegava nem perto de ser um “proletário”. Uma dúvida surgiu na minha mente: por que ele dizia, com tanta propriedade, conhecer os anseios da classe trabalhadora se, a rigor, nunca havia feito parte dela?
    Isso me levou duas indagações fundamentais. Primeiro, os grandes nomes da literatura socialista, comunista e anarquista nunca foram membros da classe “proletária”: se não faziam parte da pequena-burguesia (como Lênin, que era advogado), eram burgueses de fato (como Engels, que era dono de indústria) ou aristocratas (como Kropotkin, membro da Casa Real de Rurik). Segundo, a “dialética” que era tão defendida dentro do grupo (não apenas o materialismo dialético, mas o pensamento dialético puro) era uma grande farsa; já que dialética implica confrontação de ideias opostas, como poderíamos ser dialéticos se nunca, jamais estudamos sequer um único texto de algum autor “reacionário”? Outra coisa que também foi determinante foi o escândalo do mensalão e a profunda decepção que isso representou para mim, que ainda acreditava no Lula como a grande alternativa para o Brasil. Foi a partir desse momento que, sentindo que algo não estava no lugar, comecei a me afastar cada vez mais do espectro político de esquerda.
    Em 2007, ingressei no curso de Administração da Universidade de Brasília. Até então, eu havia me mantido em inatividade política, sem ler ou pesquisar nada que se relacionasse a isso. Estudando na UnB, comecei a estudar mais profundamente disciplinas como economia, psicologia, sociologia e filosofia. O mundo acadêmico literalmente abriu-se para mim, e foi essa massa crítica de conhecimento que, lentamente, começou a revelar o que para mim era a postura mais correta a ser adotada em matéria de política. A relevância intelectual das teorias que serviram de base para o socialismo, o comunismo e o anarquismo revelaram-se praticamente nula a partir desses estudos.
    Decidido a buscar alternativas, comecei a buscar outros autores, intelectuais que estivessem dispostos a analisar as coisas sob outro prisma. As coisas começaram a fazer sentido. Aquela sensação de deslocamento, reflexo da dissonância cognitiva que sofri quando tive meu desencanto, não se apresentou mais. Era quase como me ver curado de uma doença — e, de fato, era uma doença profunda e grave, que destrói o senso de certo e errado, que transforma assassinos em santos e demoniza os valores mais sagrados sobre os quais se construiu nossa civilização. E, à medida que fui ampliando e aprofundando meus conhecimentos, conheci outros que, como eu, não se viam representados pelo status quo ideológico.
    Quando decidi iniciar o blog da Juventude Conservadora da UnB, não tinha por objetivo ser um agente político ipsis litteris, mas dar voz a alguém que fazia parte de uma realidade esquecida, achincalhada e, às vezes, oprimida dentro da universidade. Os textos que publiquei jamais refletiram somente a minha opinião pessoal, mas a de muitas outras pessoas com as quais converso e convivo diariamente na universidade. O anonimato, que até agora tentei manter, buscava me resguardar de retaliações. Nunca gostei desse pretenso anonimato, para falar a verdade. Por que eu deveria me esconder? Era impossível não enxergar nisso uma certa covardia, mesmo que bem fundamentada. Além disso, as ofensas e as ameaças que recebi, apesar de provocarem medo no primeiro momento, serviram como combustível inconsciente para que eu prosseguisse.
    Hoje, eu decidi revelar de uma vez por todas quem sou a fim de evitar maiores especulações. Alguns já me conheciam. Outros desconfiavam. Não sei até onde isso será importante ou relevante, tanto para mim quanto para os outros, mas o tempo vai me mostrar.
    Do Blog: Juventude Conservadora da UnB

  30. INDIGÊNCIA INTELECTUAL, POLÍTICA E MORAL – Senado cobra fim da prisão de Guantánamo e do embargo a Cuba. Atenção! Foi o Senado Brasileiro! Mas isso é pouco!
    Ah, meu Jesus Cristinho! Eis um daqueles momentos em que o ato de dar a notícia já provoca na gente um profundo sentimento de vergonha. Leiam o que informa a Agência Senado. Volto em seguida:
    *
    A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) decidiu, nesta quinta-feira (22), fazer um apelo aos Estados Unidos para que “suspendam o bloqueio econômico e comercial a Cuba”. Logo em seguida, no entanto, a comissão rejeitou a proposta de solicitar ao governo de Cuba a concessão de um indulto aos presos políticos que ainda estão nas cadeias daquele país e a autorização para que a blogueira Yaoni Sánchez possa viajar a outras nações, como o Brasil.

    As duas medidas foram sugeridas em requerimentos do mesmo senador, Eduardo Suplicy (PT-SP), e receberam o apoio do senador Pedro Simon (PMDB-RS), relator em ambos os casos, Durante a votação, porém, apenas o primeiro requerimento foi aprovado. Na votação do segundo requerimento, dos 10 senadores presentes, apenas três – Suplicy, Simon e Ana Amélia (PP-RS) – manifestaram-se pela aprovação.

    Ao defender os dois requerimentos, Simon fez uma dura crítica à manutenção do embargo econômico a Cuba, que se mantém por mais de 50 anos. Ao mesmo tempo, o relator considerou justo pedir a Cuba que “avance no sentido das liberdades”, permitindo a entrada e a saída de cidadãos cubanos do país e a libertação de prisioneiros políticos. Ele considerou interessante que os dois requerimentos fossem votados ao mesmo tempo.

    Logo em seguida, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) anunciou sua posição favorável apenas ao primeiro requerimento. Em sua opinião, o bloqueio econômico a Cuba pode ser considerado um “atentado aos direitos humanos”, por prejudicar a população do país. Por outro lado, perguntou quem estaria financiando o trabalho da blogueira Yaoni Sánchez e criticou a proposta de Suplicy para que o governo cubano libertasse os prisioneiros políticos da ilha.

    “Respeito Cuba e não gostaria que entrássemos em questões internas daquele país”, afirmou Vanessa. O mesmo argumento foi utilizado pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), para quem os dois requerimentos tinham naturezas diferentes. Segundo ele, o Senado brasileiro estaria “invadindo a soberania cubana” ao dizer àquele país quem deve ou não permanecer preso. Simon argumentou, por sua vez, que a aprovação simultânea dos dois requerimentos estaria no contexto de uma proposta de “pacificação geral” nas relações entre Estados Unidos e Cuba. Suplicy também pediu a aprovação das duas propostas. “Nos Estados Unidos dizem que, se Cuba der sinais de maior liberdade, vão acabar o embargo mais rapidamente. O embaixador de Cuba não responde mais a meus telefonemas, mas faço isso como amigo do povo cubano”, disse Suplicy.

    O presidente da comissão, senador Fernando Collor (PTB-AL), previu que a aprovação do segundo requerimento poderia se tornar uma “mensagem mal entendida pelo governo cubano”. O pedido, em sua opinião, poderia distanciar o Brasil de Cuba e “dificultar um diálogo mais fluido com aquele país”. Da mesma forma, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) disse que o texto proposto por Suplicy poderia ser considerado “uma intromissão em assuntos internos de um país com o qual o Brasil tem boas relações”. O requerimento aprovado pela comissão pede ainda ao governo dos Estados Unidos que liberte cinco cubanos presos em seu território, acusados de espionagem, além do fechamento da base militar de Guantánamo, mantida pelo governo americano em território cubano.

    Voltei
    Pois é… Achei que o mal de Suplicy fosse uma “idiopatia”, se me permitem o neologismo (para entender o significado, buscar no dicionário o sentido de “id” e “pata”). Mas não! Noto que o mal é contagioso. Se bem que, com uma exceção ou outra, o grupo ali não inspirava mesmo grande confiança, especialmente quando o assunto é política externa…

    Então vamos ver. O Senado brasileiro acha que está a seu alcance cobrar dos EUA — essa ditadura asquerosa, certo? — que suspenda o embargo contra aquele exemplo de democracia que é Cuba. Também quer o fim de Guantánamo, onde — falamos sobre isso ontem — estão presos terroristas. Encanta-me, adicionalmente, o senso de oportunidade: no dia em que Mohammed Merah foi morto pelas forças de segurança francesas. Nota: ele foi preso pelos americanos no Afeganistão e entregue à França, que o deixou solto… Uma pena que não tenha sido mandado para Guantánamo. Mas vamos seguir.

    A maioria da tal comissão achou que lhe cabia fazer essas cobranças aos EUA, mas se negou a pedir a libertação dos presos políticos. Atenção! Cuba é um dos poucos países do Ocidente em que há prisioneiros de consciência. Também não quis votar uma moção em favor da viagem de Yoani Sánchez. Como a “idiopatia” de Suplicy é ideologicamente orientada, é claro que essa proposta era o emprego da virtude em favor do vício. Para todos os efeitos, ele propôs coisas dos dois lados; os outros é que não aceitaram, entenderam?

    Vejam que lindo! A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) não quis pedir a libertação dos presos de consciência porque alegou que “tem muito respeito por aquele país”. Ora, por que não teria? Pensa o mesmo o tal Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) — que, se cubano, certamente estaria trabalhando, debaixo de chicote, em um canavial.

    Cuba está entre os países que têm os presídios mais insalubres e precários do mundo; pessoas que cometeram o crime de pedir democracia são confinadas junto com bandidos comuns. Em comparação com as instalações prisionais do país, Guantánamo é um paraíso. Aliás, os terroristas que estão presos ali vivem melhor do que os prisioneiros do outro pedaço a ilha — refiro-me à população como um todo.

    Os senadores foram fundo na impostura. Não pediram que Cuba liberte seus presos de consciência porque consideraram que isso seria intromissão em assuntos internos, certo? Não obstante, cobraram que os EUA soltem cinco cubanos presos no país, a saber: Ramón Labañino, René González. Tony Guerrero, Fernando González e Gerado Hernández Nordelo.

    São, comprovadamente, agentes da ditadura cubana detidos nos EUA.

    Entenderam a moral dos nossos valentes? Não se deve exigir que Cuba liberte inocentes porque isso seria uma intromissão inaceitável em seus assuntos internos. Mas lhes parece razoável que se exija que os EUA libertem culpados.

    A indigência intelectual e moral em que chafurda a política brasileira assume dimensões absolutamente inéditas.

    Nunca antes na história da própria indigência!

    Por Reinaldo Azevedo

  31. A que ponto chega a imbecilidade. Os idiotas desocupados que participam desse movimento deveriam ser todos mandados para Cuba e Coreia do Norte para viverem como cidadãos comuns. Só assim aprenderiam a dar valor ao que têm.(mfgomes:23/03/2012)
    ______________________
    primavera americana

    Os pentelhos do Occupy Wall Street querem, agora que finda o inverno e fica mais fácil emporcalhar logradouros públicos, parar os EUA no dia primeiro de maio, que lá não é dia do trabalho e nem feriado. Sugerem que os trabalhadores faltem, as crianças fiquem fora das escolas e ninguém compre nada no comércio, num protesto contra o capitalismo. Chmam de primavera americana.

    Em Nova York, impedidos ontem de continuar o protesto no sul da ilha de Manhattan, onde se concentram sedes dos principais bancos, grandes empresas e a Bolsa de Valores na famosa Wall Street , eles marcharam por quase três horas pelas ruas do centro financeiro e decidiram caminhar até a Union Square, na região central da ilha, ponto de passagem de milhares de nova-iorquinos e turistas em visita à cidade. Lá, a polícia permitiu que ficassem, mas impediu a instalação de barracas.

    À noite cercaram a Union Square e pediram que saíssem do local, alegando que os cerca de 200 militantes estavam “bloqueando o trânsito de pedestres” e que a praça seria fechada para “limpeza”. É uma tática que as polícias americanas têm usado com sucesso: o bando chega, a polícia espera que emporcalhem o local e os botam fora para limpar, sempre com apoio da vizinhança.
    Trem Azul – 22/03/2012.

  32. Senadores não querem interferir nas masmorras cubanas onde presos de consciência morrem de fome. Mas querem soltar os terroristas de Guantânamo.
    Alguém ouviu falar de que esposas de presos políticos estejam sendo espancadas todos os domingos em Washington como ocorre com as Damas de Blanco em Havana? Alguém ouviu falar que presos políticos morram em greve de fome em presídios americanos como morrem nas masmorras cubanas? Alguém ouviu falar que os americanos estejam proibidos de sair do país pelos militares como acontece com os cubanos? Ontem a Comissão de Relações Exteriores do Senado do Brasil aprovou uma resolução pedindo que os Estados Unidos da América suspendam o embargo econômico contra Cuba, que fechem as portas de Guantânamo e que liberem cinco terroristas cubanos presos naquele país. E rejeitaram uma resolução que pedia que Cuba libertasse centenas de presos políticos e permitisse que os seus cidadãos pudessem entrar e sair livremente do seu próprio país. É compreensível que os senadores brasileiros tenham agido assim. Os Estados Unidos da América, por serem uma democracia, aceitam com naturalidade todas as críticas.Podem fazer resoluções à vontade, pois aquele é um país livre. Já Cuba, que é uma ditadura assassina e sanguinária, mantida em cima da diáspora de milhões de cubanos e de dinheiro a fundo perdido repassado pelo Brasil, poderia considerar tal pleito uma ofensa, como definiu Fernando Collor de Mello, senador alagoano e ex-presidente impichado, que preside a Comissão. COTURNO NOTURNO

  33. Jarbas Vasconcelos – “Dilma quer ganhar com grito e cara feia”
    Por Fernando Rodrigues, na Folha:
    Um dos objetivos da nova equipe de coordenação política de Dilma Rousseff é atrair dissidentes do PMDB. No Senado, um dos líderes do grupo peemedebista não alinhado ao Planalto, Jarbas Vasconcelos, 69, ainda não se sensibilizou. “A base é muito grande para uma pessoa [Dilma] que não tem jogo de cintura e quer ganhar sempre no grito e na cara feia”, declarou Jarbas à Folha e ao UOL. Sua residência em Brasília é uma das sedes das reuniões de oito senadores peemedebistas anti-Planalto -inclusive Eduardo Braga, recém-nomeado líder do governo no lugar de Romero Jucá (RR).

    Folha/UOL – Eduardo Braga (AM) como líder muda algo?
    Jarbas Vasconcelos – Não muda muita coisa. [Mas] não é uma troca de seis por meia dúzia tirar Romero Jucá e colocar Eduardo Braga. É preciso apenas ter sequência.

    Os dissidentes do PMDB votarão a favor do governo?
    Não.

    A presidente não tem buscado mais ética na política?
    Quando Dilma tomou aquelas providências no Ministério dos Transportes, eu imaginei que ela ia dar continuidade. [Mas] ela não fez faxina coisa nenhuma. Lula deve ter gritado, a base fisiológica deve ter passado o recibo. Ela escondeu a vassoura atrás da porta.

    Não houve limpeza?
    Foi a mídia que levou o governo ao estrangulamento e às demissões dos ministros. Não foi um processo modelado e executado por ela.

    O sr. acha então que a presidente está longe de romper com as práticas de fisiologismo e clientelismo?
    Acho. Acho que é um governo perdido. Lula foi eleito há nove anos com duas bandeiras. Moralidade e reformas. Nem fez reformas e não inventou a corrupção no Brasil, mas botou a mão em cima dos corruptos. Criou uma grande base de apoio e inventou Dilma. E Dilma não tem os atributos que são de Lula -malícia e carisma. Lula tinha paciência. Ela, não. É uma pessoa muito arrogante. Lula até engolia sapo e depois até vomitava. Não tem jogo de cintura. Quer ganhar no grito, quer ganhar com cara feia.

    O que Dilma deveria fazer?
    Se quiser conversar com o grupo da gente, eu converso. Agora, eu não posso conversar para ser um aliado do governo, para votar com o governo. Eu quero saber o que é que ela vai fazer. Porque nós estamos com quase 15 meses de governo e o país é completamente medíocre.
    (…)

    Por Reinaldo Azevedo

  34. ‎”Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.” George Orwell

  35. A rotina das cobras
    ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 22 MARÇO 2012

    Computado o total das ações violentas que, partindo de Cuba, se alastraram não só por este continente, mas pela África e pela Ásia, a resposta dos militares à agressão cubana foi quase sempre tardia e moderada.

    Se há uma lição que a História ensina, documenta e prova acima de qualquer dúvida razoável, é a seguinte: sempre que os comunistas acusam alguém de alguma coisa, é porque fizeram, estão fazendo ou planejam fazer logo em seguida algo de muito pior. Acobertar crimes sob afetações histriônicas de amor à justiça é, há mais de um século, imutável procedimento padrão do movimento mais assassino e mais mentiroso que já existiu no mundo.

    Só para dar um exemplo incruento: o Partido dos Trabalhadores ganhou a confiança do eleitorado por sua luta feroz contra os políticos corruptos, ao mesmo tempo que ia preparando, para colocá-lo em ação tão logo chegasse ao poder, o maior esquema de corrupção de todos os tempos, perto do qual a totalidade dos feitos de seus antecessores se reduz às proporções do roubo de um cacho de bananas numa barraca de feira.

    Mas nem todos os episódios desse tipo são comédias de Terceiro Mundo. Nos anos 30 do século passado, o governo de Moscou promoveu por toda parte uma vasta e emocionante campanha contra as ambições imperialistas de Adolf Hitler, ao mesmo tempo que, por baixo do pano, as fomentava com dinheiro, assistência técnica e ajuda militar, no intuito de usar as tropas alemãs como ponta-de-lança para a ocupação soviética da Europa.

    Os exemplos poderiam multiplicar-se ilimitadamente. Em todos os casos, a regra é a máxima atribuída a Lênin: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.” Se o acusado realmente cometeu crimes, ótimo: desviarão a atenção dos crimes maiores do acusador. Se é inocente, melhor ainda.

    Durante os célebres Processos de Moscou, onde o amor ao Partido levava os réus a confessar crimes que não haviam cometido, Bertolt Brecht, ídolo literário maior do movimento comunista, proclamou: “Se eram inocentes, tanto mais mereciam ser fuzilados.” Não foi mera efusão de servilismo histriônico. A declaração obscena mostra a profunda compreensão que o dramaturgo tinha da premeditação maquiavélica por trás daquela absurdidade judicial.

    Como o bem e o mal, na perspectiva marxista, não existem objetivamente e se resumem à resistência ou apoio oferecidos às ordens do Partido, a inocência do réu é tão boa quanto a culpa, caso sirva à propaganda revolucionária – mas às vezes é muito mais rentável.

    Condenar o culpado dá aos comunistas o ar de justiceiros, mas condenar o inocente é impor a vontade do Partido como um decreto divino, revogando a moral vigente e colocando o povo de joelhos ante uma nova autoridade, misteriosa e incompreensível. O efeito é devastador.

    Isso não se aplica somente aos Processos de Moscou. Perseguir o general Augusto Pinochet por delitos arquiconhecidos dá algum prestígio moral, mas condenar o coronel Luís Alfonso Plazas a trinta anos de prisão, por um crime que todo mundo sabe jamais ter acontecido, é uma operação de magia psicológica que destrói, junto com o inimigo, as bases culturais e morais da sua existência. Na presente “Comissão da Verdade”, os crimes do acusado são reais, mas menores do que os do acusador.

    A onda de terrorismo guerrilheiro na América Latina data do início dos anos 60, e já tinha um belo currículo de realizações macabras quando, em reação, os golpes militares começaram a espoucar. Computado o total das ações violentas que, partindo de Cuba, se alastraram não só por este continente, mas pela África e pela Ásia, a resposta dos militares à agressão cubana foi quase sempre tardia e moderada, sem contar o fato de que, pelo menos no Brasil, veio desacompanhada de qualquer guerra publicitária comparável à dos comunistas.

    Sob esse aspecto, a vantagem ainda está do lado dos comunistas. Os delitos dos militares chamam a atenção porque uma rede de ONGs bilionárias, secundada pela militância esquerdista que domina as redações, não permite que sejam esquecidos.

    Nenhuma máquina de publicidade, no entanto, se ocupa de explorar em proveito da “direita” as vítimas produzidas pela Conferência Tricontinental de 1966, pela OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade, 1967) ou, hoje, pelo Foro de São Paulo.

    Numa disputa travada com tão escandalosa desproporção de recursos, a verdade não tem a menor chance.

    Na tão propalada ânsia de restaurar os fatos históricos, ninguém se lembra sequer de averiguar a participação de brasileiros nas ações criminosas empreendidas pelo governo de Fidel Castro em três continentes.

    Encobrindo esse detalhe, fugindo ao cotejo dos números, trocando os efeitos pelas causas e partindo do pressuposto de que os crimes praticados a serviço de Cuba estão acima do julgamento humano, a “Comissão da Verdade” é, de alto a baixo, mais uma farsa publicitária montada segundo o modelo comunista de sempre. Seu objetivo não é o mero “revanchismo”, como ingenuamente o pensam os militares: é habituar o povo a conformar-se com um novo padrão de justiça, no qual, a priori e sem possibilidade de discussão, um lado tem todos os direitos e o outro não tem nenhum. A única coisa estranha, nessa reencenação, é que suas vítimas ainda procedam como se esperassem, dos julgadores, alguma idoneidade e senso de equilíbrio, sentindo-se surpreendidas e chocadas quando a igualdade perante a lei lhes é negada – tanto quanto os cristãos se sentem repentinamente traídos quando o governo Dilma volta atrás no compromisso anti-abortista de campanha.

    Não há nada de surpreendente em que as cobras venenosas piquem. Surpreendente é que alguém ainda se surpreenda com isso.

    Publicado no Diário do Comércio.

  36. PT, partido sem futuro

    Qual será o futuro do PT? Eles, os petralhas gostam de imaginar um futuro glorioso, de poder total, de partido único, de veneração popular, um verdadeiro partido revolucionário.

    O que eles não entendem é que o Brasil não aceita ser destruído para dar a possibilidade ao nascimento do Brasil que eles, os tarados da revolução, sempre sonharam, pois revolução é isso mesmo, destruição. O PT quer revolução, o Brasil quer evolução, ou seja, a continuação dos processos sociais e econômicos e a preservação de suas bases.

    O PT chegou ao poder prometendo evolução, e não revolução. Só que prometer qualquer coisa para chegar ao poder faz parte da mente revolucionária, mentir faz parte do jeito deles, além de roubar e assassinar. Por causa dos “ensinamentos” de Marx, a mente revolucionária é fanática pelo poder absoluto (a síntese da revolução) e, para ela, tudo, inclusive a vida humana, vem em segundo lugar.

    Não conseguindo fazer a revolução de baixo para cima, os gênios decidiram fazê-la de cima para baixo, tomando o poder por via democrática para, com a faca e o queijo estatal na mão, enfiar-nos seus ideais goela abaixo.

    Nesse contato com a democracia, ou a revolução a dissolve, ou nela será dissolvida. Após tantos anos sem conseguir impor seu absolutismo (controle social da mídia, destruição de toda e qualquer oposição), a revolução petista perde fôlego e começa a ser engolida pelo pluralismo político que ela quis destruir (revolta na base alugada).

    Quanto tempo vai durar essa revolução faz de conta? Esperemos que não muito, pois o tempo e a energia desperdiçados nela um dia serão considerados uma verdadeira tragédia brasileira.
    Postado por Capitão

  37. Elvis morreu, mas Stalin vive

    Escrito por Percival Puggina | 24 Março 2012

    Para os senadores socialistas brasileiros, dar pitaco na política externa norte-americana é um dever. Mas nada de apontar o dedo para os horrores que a ditadura comunista cubana impõe aos dissidentes e a toda população da ilha-cárcere.

    Confesso que volta e meia me vejo assistindo, pela tevê, às sessões do Senado Federal ou às da Câmara dos Deputados, embora esta últimas, não raro, se assemelhem a uma fila de telefone público mandando recados para o interior.

    Pois foi num desses cateterismos televisivos através do coração da democracia brasileira que me deparei, na última quinta-feira, com a transmissão de uma sessão da Comissão de Relações Exteriores do Senado, sob a presidência do senador Fernando Collor. Na pauta, dois requerimentos apresentados por Eduardo Suplicy. O paulista, com sua retórica de hipnotizador, propôs o envio de duas moções. Uma ao governo dos Estados Unidos pedindo a desocupação de Guantánamo, a liberdade dos cinco agentes cubanos presos e condenados pela justiça norte-americana, e o fim do tal embargo comercial que ninguém respeita. A outra moção seria dirigida a Cuba, pedindo a libertação dos presos políticos e o levantamento das restrições às entradas e saídas de cidadãos cubanos no próprio país. Para quem não sabe, cubanos só saem de Cuba com beneplácito do governo ou dos tubarões. E o beneplácito do governo é o menos provável.

    A primeira moção teve aprovação resoluta, unânime, indiscutível. A segunda abatumou. Os senadores Ranulfe Rodrigues, Vanezza Grazziotin, Fernando Collor e, principalmente, Delcídio do Amaral, entenderam inconveniente que o Brasil se imiscuísse em assuntos internos de Cuba. A moção foi rejeitada. Em vão Pedro Simon e Ana Amélia expressaram surpresa com a escancarada contradição. A maioria dos presentes não viu problemas em dar palpites à política norte-americana, mas fazer o mesmo em relação a Cuba, sim, constituiria grave intromissão em assuntos internos de uma nação soberana.

    Exclame-se, amigo leitor. Xingue. Mas escolha adjetivos que correspondam a um diagnóstico político correto. Aquela turma conta muito com a ingenuidade alheia. Preza imensamente a ingenuidade alheia! Graças a essa ingenuidade, pela qual o ocorrido aponta direto para a rematada incoerência e para o absurdo, eles se dão o direito de fazer política segundo uma lógica própria, uma racionalidade disciplinada e obedecendo a um mínimo ético que é o máximo da malícia. As pessoas tendem a concluir assim: “Um peixinho de aquário perceberia tal contradição!”. Sim, um peixinho de aquário e um senador stalinista. Então, entenda: qualquer deles, jamais votaria moção contra Cuba. Os repórteres que perguntaram à presidente Dilma e ao governador Tarso o que tinham a dizer sobre direitos humanos por lá, depois das recentes visitas à ilha, proporcionaram a ambos oportunidade de tecer pesadas críticas aos Estados Unidos. Sem qualquer embaraço. Sobre Cuba, nada. Contradição? Não, apenas ética stalinista. Tudo pela causa, camaradas! Digam-me quando não foi assim. É por serem assim que tais autoridades, homens e mulheres, fazem um discurso sobre direitos humanos no Brasil, criam um Ministério da Mulher – e andam aos abraços com as autoridades iranianas.

    Vou encerrar reproduzindo parte de um artigo no qual Eça de Queiroz, em 1871, expressou seu constrangimento ante o que via acontecer em seu Portugal. No caso, ele menciona a Espanha. Nós deveríamos colocar-nos, pelos mesmos e muitos outros motivos, também constrangidos diante do mundo. Diz ele: “O país não pode, em sua honra, consentir que os espanhóis o venham ver. O país está atrasado, embrutecido, remendado, sujo, insípido. O país precisa fechar-se por dentro e correr as cortinas. E é uma impertinência introduzir no meio de nosso total desarranjo, hóspedes curiosos, interessados, de luneta sarcástica”.

    Com a sociedade ingenuamente adaptada a uma crise moral de rosto sujo e cauda longa, podíamos, muito bem, passar sem ressuscitar entre nós e exibir ao mundo uma ética stalinista de malícia e conveniência que se impõe sobre tudo. Espere a incoerência e não se surpreenderá jamais.

  38. THIS IS BRAZIL!

    O Estatuto do Torcedor – lei 10.671/03 – proíbe o consumo de bebidas alcoólicas nos estádios, ou arenas, como prefere o jornalismo contemporâneo. Proíbe ou proibia? Com a proximidade da Copa de 2014, o governo quer suspender a restrição imposta pelo Estatuto. Com isto, a venda de bebidas nos estádios ficaria liberada no âmbito federal, mas continuaria proibida nos estados que possuem legislação própria. É o caso de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Bahia e Rio Grande do Sul. A Fifa teria então de negociar com cada governo local o fim da restrição.

    O governo quer ou queria? Difícil saber. Ora diz que quer, ora que não quer. Ocorre que a Copa, entre outros produtos, é patrocinada pela Budweiser. E quer vender seu peixe nos estádios. Mais ainda, com reserva de mercado: só a Budweiser poderá ser vendida. Para tranquilizar a Fifa, nos últimos dias o governo prometeu – in extremis, se for o caso – uma medida provisória que liberaria o álcool em todos os Estados. Mas atenção: só durante a Copa. Suspende-se a lei para atender os interesses do futebol. Passada a Copa, a lei volta a viger.

    Em 2007, o então presidente Lula e os governadores dos 12 estados que vão abrigar os jogos de 2014 assumiram, o compromisso de permitir a venda de bebidas nos estádios. A lei? Ora, a lei… A lei que se lixe. O que importa é a Copa.

    Divertido país este nosso, onde a vigência de leis pode ser interrompida para atender a interesses econômicos. Mais que divertido, ridículo. O Brasil emergente se equipara à África. Em 2010, para atender à Fifa, o ministério da Indústria e Comércio da África do Sul liberou a venda de bebidas alcoólicas nos estádios, até então proibida.

    Se alguém pensa que isto é novidade no Brasil, é porque não tem memória. Memória que está faltando à imprensa tupiniquim. Nesta discussão toda, não vi jornalista algum lembrando o precedente levantado por Marta Suplicy, em 2003. Naquele ano, a então prefeita de São Paulo, renovou o contrato para a realização do Grande Prêmio de Fórmula 1 em São Paulo, que passou a vigorar até 2009. O problema é que várias das escuderias de F-1 eram patrocinadas por empresas fabricantes de cigarro.

    O então presidente Lula desatou o nó górdio baixando medida provisória, a pedido de Marta. E assim foi revogada uma lei de 1996, que proibia a propaganda de cigarros em eventos esportivos. Foi também contrariada outra lei de 2000, que restringia a propaganda de cigarros aos pontos de venda.

    Na ocasião, até mesmo José Serra, ex-ministro da Saúde, andou declarando que eventos de grande apelo internacional, como a Fórmula 1, têm grande importância turística para o país e que a solução seria aproveitar a mídia que geram para propaganda contra cigarros. Solução de jerico: permitir a propaganda de cigarros para gerar propaganda contra cigarros. O que não é de espantar em Serra. Em algum momento de sua campanha presidencial – lembro muito bem – esteve em Santa Cruz do Sul (RS) prometendo seu apoio à indústria do tabaco.

    Semana passada, eu comentava a insólita decisão do Supremo Tribunal Federal, a de legalizar o caos legislativo para evitar o caos jurídico. Na ocasião se descobriu que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) não podia existir legalmente. Foi criado por medida provisória (MP), que por lei tem de passar por comissão especializada antes de ir ao plenário. Mas não passou.

    O ICMBio foi criado pela lei 11.516, de 28 de agosto de 2007, em função de lobbies ianques que queriam criar um herói amazônico, na figura de um comunista obsoleto, que pretendia impedir o desmatamento através dos “empates” – manifestações em que os seringueiros protegiam as árvores com seus próprios corpos. A única coisa que o Instituto gerou até agora, pelo que se sabe, foi a candidatura de Marina Silva – o ET de Xapuri – à Presidência da República.

    O Supremo Tribunal Federal (STF) – que tem entre suas funções julgar o que é constitucional ou não – decidiu então que o ICMBio tinha existência ilegal. E deu ao Congresso o generoso prazo de 24 meses para que aprovasse uma nova norma sob pena de a autarquia ser extinta. Até aí, o imbróglio teria conserto. Ocorre que, desde 2007, mais de 400 outras MPs haviam chegado ao plenário sem cumprir aquele requisito legal. Hoje, cerca de 50 MPs tramitam no Senado, sem terem passado pela tal comissão. Se a decisão prevalecesse elas caducariam imediatamente.

    Então deixa estar como está. Uma lei foi revogada por ser descumprida sistematicamente. No Brasil, como diria Pessoa, leis são papéis pintados com tinta. Ou talvez papeizinhos, como diria Serra. São coisas que se revogam a qualquer momento e conforme os interesses do momento.

    A partir deste ano da graça, que ninguém mais se queixe de projetos de lei que não passam no Congresso. Já existe um recurso infalível para fazer passar leis: chame a Fifa.

    Por ocasião do Grande Prêmio Brasil em São Paulo, Bernie Ecclestone, o dirigente da F-1, demonstrou entender este país nosso:
    – This is Brazil!

    – Enviado por Janer @ 9:31 PM

  39. Deu no The New York Times, 23 de marco de 2012

    A Venezuela envia petróleo a Cuba. Agora Cuba enviará Venezuela sorvete.

    O governo do semi-ditador Hugo Chávez anunciou na sexta-feira um acordo com Cuba para criar uma fábrica na Venezuela para produzir sorvete Coppelia, uma marca famosa em Cuba por seus sabores tropicais, incluindo abacaxi, manga e goiaba.
    Durante anos, a Venezuela vem sustentando a fraca e capenga economia cubana enviando petróleo. Em troca, Cuba envia Venezuela outros bens, serviços e mão de obra, incluindo milhares de médicos. Além disso, enviou conselheiros militares, cuja presença tem às vezes causou atrito e ressentimento entre os militares da Venezuela.
    O anúncio do acordo mais recente, disse que os representantes dos dois países haviam discutido um cronograma para a construção da fábrica “a médio prazo”, mas não forneceu uma estimativa de custo ou dizer quem iria pagar.
    Ao longo dos anos, o governo Chávez anunciou numerosos acordos de cooperação económica com os aliados cubanos, muitos dos quais, como o da sexta-feira, deram poucos detalhes. Alguns nunca foram realizados.

    Comento: Coitado do povo venezuelano vão ficar sem receber o petróleo e chupando o dedo, em vez de sorvete cubano.

  40. Democracia, que democracia nada!

    Nós Queríamos Implantar o COMUNISMO no BRASIL – A DITADURA do Proletariado – Fernando Gabeira.

  41. Cuba capitalista?

    Rodrigo Constantino

    A revista alemã Der Spiegel publica matéria sobre Cuba, afirmando que Havana começa a sentir o gosto do livre mercado. A reportagem alega que o “presidente” (sic) Raul Castro tem adotado reformas liberalizantes no país, e que a Igreja Católica tem apoiado maior abertura.

    A revista britânica The Economist dessa semana trata do mesmo assunto, com matéria de capa sobre Cuba. A reportagem afirma que finalmente o capitalismo está dando o ar de sua graça na ilha, e que os Estados Unidos deveriam incentivar estas mudanças.

    Será que a ilha-presídio caribenha realmente vai caminhar em direção ao capitalismo, com reformas liberalizantes? Será que o feudo particular dos Castro vai fazer como a China, que manteve o controle político, mas adotou inúmeras mudanças econômicas em prol de maior liberdade, colhendo como resultado elevadas taxas de crescimento e milhões de indivíduos saindo da miséria? Tomara que sim! Mas eu teria muito mais cautela que as duas revistas. É cedo demais para comemorar.

    Enquanto alguém com o sobrenome Castro estiver dando as cartas no inferno comunista do Caribe, eu duvido que mudanças realmente expressivas ocorram. Espero estar enganado, mas quem aposta para ver?

    Comento: E ai corja iMunda dos petralhas, Cuba tá tentando ser neo-liberal,

  42. Defensora do regime cubano, Maria do Rosário não tem legitimidade para inspecionar quartéis

    Fusível queimado – Escolhida pela presidente Dilma Vana Rousseff para comandar a Secretaria de Direitos Humanos, a petista gaúcha Maria do Rosário é uma revanchista incorrigível, que diuturnamente procura zonas de conflito com os militares brasileiros, não sem antes mandar às favas o ordenamento jurídico do País. Maria do Rosário é uma das grandes incentivadoras da Comissão da Verdade, projeto do Palácio do Planalto que busca revelar a verdade histórica, desde que protegidos fiquem, sob a obscuridade do sigilo, os companheiros que cometeram crimes durante a ditadura militar. Até agora, temendo desdobramentos nada favoráveis, a presidente Dilma Rousseff ainda não nomeou os integrantes da tal comissão.

    É importante destacar que o ucho.info não defende qualquer tipo de violência contra o ser humano, independentemente de qual seja a razão, mas é preciso reconhecer que a Lei de Anistia foi isonômica ao conceder perdão aos integrantes da esquerda revolucionária e os agentes do Estado. Acolhida pela Constituição Federal de 1988, a Lei de Anistia não pode ser atropelada pelo simples desejo de um grupo que busca no achincalhe alheio a autopromoção.

    Agora, como se fossem poucos os entreveros do atual governo com as Forças Armadas, a ministra Maria do Rosário enviou ao Congresso Nacional projeto que prevês a realização de inspeções-surpresa nas cadeias dos quartéis de todo o País para verificar se há prática de tortura. Em pleno regime democrático, mesmo que com falhas gritantes, esse tipo de prática seria facilmente denunciado por eventual vítima, considerando-se a evolução da tecnologia de comunicação.

    Por outro lado, não tem legitimidade para condenar a prática de tortura quem defende o método utilizado pelos irmãos-ditadores Raúl e Fidel Castro contra os dissidentes do regime cubano. É o caso da ministra Maria do Rosário, que ao ser questionada sobre a situação política da ilha caribenha teve a ousadia de dizer que “a marca de Cuba não é a violação dos direitos humanos, e, sim, ter sofrido uma violação histórica, o embargo americano”. Só mesmo alguém irresponsável é capaz de tão acintosa declaração.

    Como citado acima, este site não endossa qualquer violação dos direitos humanos, mas Maria do Rosário deveria no máximo se contentar com a própria insignificância, pois do contrário a caserna terá de responder à altura, sob pena de perder a credibilidade.Ucho.Info

  43. .
    Com a visita do papa a Cuba, muitas pessoas estão sendo detidas, deportadas a outros municípios de Cuba a fim de impedir que assistam a missa do papa.
    .
    .
    yoanisanchez: #cuba Me parece tan torpe esta ola represiva desatada por gob cubano ante visita de #PapaCuba Es que no tienen asesores o no los escuchan?
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    yoanisanchez: #cuba Cancelan acceso a Internet en muchos centros d trabajo por visita @PapaCuba No se sabe si x cuestiones d ancho de banda o de control
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    yoanisanchez: #cuba Esta ocurriendo una “limpieza ideologica” para impedir a activistas y disidentes asistir a las misas de @PapaCuba
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    yoanisanchez: Las homilias no seran dichas ante la verdadera pluralidad de #Cuba porque policia politica habra impedido llegar a muchos #Cuba
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    yoanisanchez: #cuba Recordatorio de arzobispo Pedro Meurice en 1998 dijo “Santidad, este es un pueblo noble y es tambien un pueblo que sufre” #PapaCuba
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    yoanisanchez: #cuba Pedro Meurice “cubanos q han confundido la patria con 1 partido, la nacion con el proceso historico, cultura con ideologia” #PapaCuba
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    yoanisanchez: El acceso al oriente del pais, especialmente a Stgo de #Cuba “cerrado para incomodos” #PapaCuba
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    yoanisanchez: #cuba El pais de las sombras largas… de los policias politicos que nos siguen a todas partes. Cuanto le cuesta esto a la Nacion? #PapaCuba
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    yoanisanchez: #cuba Policia politica les da a ‘elegir’ entre “no salir de casa ni ir a misa o en su lugar 72 horas de calabozo hasta q se vaya” #PapaCuba
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    Fazendo este tipo de palhaçada o governo faz tudo parecer quem todos seguem o grande líder, Fidel e que a tal da revolução continua.
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    Fazem duas semanas que a polícia política prende e bate em todo mundo que eles não consideram “confiáveis”.
    .
    Estão batendo em todo mundo, para obrigar que fiquem quietos e que a imprensa internacional nada veja.

  44. Oposição cubana denuncia 70 prisões antes de visita do Papa
    25 de março de 2012 • 15h56 • atualizado às 16h10

    O papa Bento XVI vestiu um sombreiro tipicamente mexicano durante a visita ao país
    Foto: AP

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    Comentar 2

    A oposição cubana denunciou neste domingo a prisão de ao menos 70 opositores em Santiago de Cuba (sudeste), incluindo 15 Damas de Branco, e a atribuiu a uma tentativa de impedir que protestem durante a visita do papa Bento XVI, que chegará à ilha na segunda-feira. Na região de Santiago de Cuba (sudeste), maior cidade cubana a receber a visita do Papa, “confirmamos, até o momento, ao menos 70 prisões nos últimos quatro dias, incluindo as 15 Damas de Branco”, disse a Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional em comunicado.

    Teste seu conhecimento sobre papas em um jogo da memória

    As autoridades e a imprensa cubana, sob controle estatal, não informaram as prisões, mas advertiram que não seriam tolerados atos políticos durante a visita do Papa, que terminará na quarta-feira.

    A Comissão, presidida pelo dissidente Elizardo Sánchez, afirmou que “o regime castrista aumentou suas ações repressivas e de intimidação contra dissidentes pacíficos, especialmente na província de Santiago de Cuba e outras regiões próximas à cidade”, à qual o Pontífice chegará a partir do México.

    Por sua vez, o ex-preso político José Daniel Ferrer disse à AFP em Santiago de Cuba que as operações policiais no leste da ilha começaram “na terça-feira passada”, e desde então “são 54 opositores presos”. “O governo quer ter um controle total do ambiente em torno das missas (do Papa) e tenta evitar que ocorra qualquer ato de protesto opositor”, afirmou Ferrer.

    Em Havana, cerca de 35 Damas de Branco participaram neste domingo ao meio-dia de sua habitual marcha pela Quinta Avenida do bairro Miramar, após participar de uma missa na paróquia de Santa Rita, que terminou pacificamente e foi seguida por uma centena de jornalistas estrangeiros.

    Yelena Garcés, ativista das Damas de Branco em Santiago de Cuba, disse por telefone à AFP que neste domingo tentou ir a uma missa em Santuario del Cobre, mas foi advertida por um oficial de segurança que pediu que ela voltasse para casa. “Simplesmente não estão deixando a gente ir ao templo. Não haverá missa para nós neste fim de semana”, declarou Garcés, ao afirmar que “as mulheres que resistirem à advertência policial serão levadas à delegacia”.

    No domingo passado, meia centena de Damas de Branco, incluindo sua líder Berta Soler, foi presa antes ou depois de participar de uma missa em Santa Rita, e libertada horas mais tarde. O governo qualifica os opositores de “mercenários a serviço do império”, como se referem aos Estados Unidos

  45. 25/03 – 14:14 – Maria do Rosário é uma inútil que ocupa uma secretaria ( no caso com status de ministério) ou ministério sem qualquer importância. São órgãos tão inúteis quanto seus ocupantes. O governo não precisaria de mais do que uma dúzia de ministérios para funcionar bem. Os demais existem tão-somente para acomodar apadrinhados políticos juntamente com milhares de comissionados parasitas. Infelizmente, seu senso crítico é diminuto para perceber a pouca ou nenhuma importância que tem. Os militares precisam colocar a digníssima senhora em seu devido lugar.

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