Cor de prosperidade

casa_habana

As balaustradas têm a forma de mulher nua e a cerca é coberta por placas de pedra. O jardim dá para meio metro de grama apenas e sobre ele um pequeno pequinês ladra o dia inteiro. Da porta de entrada se pode ver o anúncio de “bar” que divide a sala da cozinha, com garrafas cheias de líquidos coloridos. Um tanque de plástico situa-se no teto e armazena água para os dias de escassez. As janelas de ferro e cristal mostram as figuras que se movem no interior e a noite também mostram o brilho da televisão. A minúscula “mansão” foi toda pintada com esse vermelhão que atualmente é sinal de prosperidade. Com essa tonalidade preferida pelos que abrem caminhos economicamente apesar das privações e dos absurdos burocráticos.

Em ruas sem asfalto, inclusive, sobressaem estas vivendas retocadas com esforço próprio e pesos conversíveis. Palacetes minúsculos com pretensões de grandeza saltam repentinamente aos nossos olhos. Deixam-nos entre surpresos e otimistas ao serem encontrados em meio aos terrenos difíceis de El Platanilo, La Timba, Zamora, El Romerillo e outros bairros insalubres. Estão próximos do lixão transbordante ou a fossa de esgoto que destila calçada abaixo, porém em si mesmas estas “casinhas de bonecas” são como bolhas de bem estar. Têm essas pretensões que se expressam em detalhes rocambolescos como colunas em forma de tronco de árvores ou anõezinhos de barro na entrada do jardim. Sobrecarregadas sem limites, arquitetonicamente ridículas outro tanto, estas imitações de castelos falam de um pujante desejo de morar num espaço bonito, personalizado. São como alguns panteões barrocos do cemitério de Havana, porém desta vez para ser desfrutado em vida.

Encanta-me tropeçar nessas fachadas e ver seus moradores em suas mínimas varandas. Há algo neles, na pintura escolhida para cobrir os muros e na tagarelice que desce do portal que me dá esperanças. Reconforta-me saber que o desejo de progredir materialmente não foi apagado por tantos anos de falso igualitarismo e modéstia simulada. Alguma coisa do desejo de prosperidade ficou em nós e agora essa avidez tem um tom vermelhão que é impossível ocultar.

Tradução e administração do blog em língua portuguesa por Humberto Sisley de Souza Neto

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21 thoughts on “Cor de prosperidade

  1. Dirceu está hoje empenhado em contaminar, com a sua biografia pessoal, o governo Dilma, e Lula quer deixá-lo do tamanho do seu ódio. E uma exortação a Lewandowski
    O lobo troca de pelo, mas não de vício. José Dirceu já mudou de cara, mas não de espírito. Quando na oposição, tentava inviabilizar governos eleitos democraticamente. Quando no governo, tentou — e tenta ainda — inviabilizar a democracia. Sob sua inspiração e com o apoio de Luiz Inácio Apedeuta da Silva, a Executiva Nacional do PT aprovou ontem um documento em que acusa a associação de setores da imprensa com o bicheiro Carlinhos Cachoeira e pede “marco regulatório” para a mídia — entenda-se: censura à imprensa.

    Eles nunca desistiram desse propósito. A ameaça estava no Plano Nacional dos Direitos Humanos e jamais deixou de frequentar as ilusões dos petistas. Repudiada pela sociedade, a proposta é agora ressuscitada, com o apoio de Lula, o frenético trabalho daquele que o Procurador Geral da República chama “chefe de quadrilha” e a propaganda da rede na Internet financiada com dinheiro público. É a formação de quadrilha contra a liberdade de imprensa.

    Podem espernear à vontade. Não deixaremos que cobrem propina por aquilo que a Constituição nos dá de graça: a liberdade de expressão, a liberdade de opinião, a liberdade de informação. De graça hoje! Mas essas conquistas custaram o esforço de gerações de brasileiros que lutaram pela democracia. Não é o caso de Dirceu! Não é o caso de alguns de seus companheiros. Sonhavam e sonham com a ditadura do partido único, com um país tutelado pelos companheiros, com um regime infenso aos controles que só a democracia proporciona, com uma Justiça independente e uma imprensa vigilante.

    Pouco antes de deixar o poder, Lula anunciou que se dedicaria à tarefa de demonstrar que o mensalão tinha sido uma invenção da oposição para desestabilizar o seu governo — a velha tese do “golpe”, criada por intelectuais do PT, vigaristas em essência. Intelectual da academia que tem partido é como juiz de futebol que torce por um dos times em jogo; é um farsante. Adiante. Eis aí. O caso Cachoeira, tudo indica, estava sendo gestado de longa data — tanto é assim que o senador Demóstenes Torres vinha sendo monitorado havia muito tempo. Mas eis que surge um bom momento para detonar a crise.

    Ocorre que ela pega em cheio algumas figuras graúdas do PT, como o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz — já defendido por Dirceu do modo como Dirceu sabe defender as suas causas: com unhas e dentes. Tenho pra mim que, a esta altura, Lula está disposto, se preciso, a entregar Agnelo na bandeja se achar que pode ganhar a guerra da opinião pública e fazer com que se volte contra o que resta de oposição no país. É parte, em suma, do trabalho de construção do Partido Único. Se tiver que ceder um peão, para usar a linguagem do Apedeuta (e de Hitler… Que coincidência!), tudo bem!

    Na guerra suja, vale tudo. Não é por acaso que um dos alvos seja a imprensa. Não chega nem sequer a ser original. Neste momento, estão empenhados nessa mesma luta os governos da Venezuela, do Equador, da Bolívia, da Argentina, da Nicarágua… Todos eles, com mais ou menos ênfase orbitando em torno dos mesmos valores, cuja síntese pode ser esta: em vez de uma sociedade que controle o estado, como é próprio das democracias, um estado que controle a sociedade, como é próprio das ditaduras.

    Mas, afinal de contas, o que quer essa gente? É simples! Roubar dinheiro público sem ser incomodada por ninguém. E só me resta assegurar: continuarão a ser incomodados enquanto o Brasil for uma democracia!

    Foi Roberto Jefferson, então uma das cabeças coroadas da base governista, quem denunciou o mensalão, em junho de 2005. A partir de algumas informações que ele forneceu em entrevista à Folha, a imprensa deu início a um trabalho de investigação, também empreendido pela ala honesta da CPI. O que se revelou foi a maior teia criminosa jamais montada no país para assaltar os cofres, mas também, atenção!, para fraudar os fundamentos do estado de direito. Nem o dinheiro que pagou o marqueteiro de Lula era limpo, é bom lembrar!

    Esses patriotas não se conformam que suas tramoias para fabricar dossiês sejam denunciadas; que o bunker montado por Erenice Guerra na Casa Civil tenha sido violado; que as consultorias de Antonio Palocci tenham sido trazidas à luz; que a roubalheira no Ministério dos Transportes tenha sido evidenciada; que as lambanças no Ministério do Esporte tenham sido detalhadas; que a rataiada entocada no Ministério da Agricultura tenha sido encontrada; que os descalabros no Ministério do Trabalho tenham sido escancarados; que a governo paralelo do “chefe de quadrilha” que se esgueira em hotéis, numa espécie de exploração do lenocínio político, tenha sido desmascarado.

    Imaginem quanto dinheiro público a imprensa ajudou a preservar da fúria desses rapaces rapazes… O jornalismo independente prejudica seus negócios, cria óbices a suas vigarices, obriga-os a ter cuidados redobrados, deixa-os tensos! É preciso pôr um freio na liberdade de imprensa para que os larápios possam, então, roubar sem freios.

    O “paradoxo” da popularidade de Dilma
    O PT, é bem verdade, na “hora h”, sempre se junta. É perda de tempo apostar num racha importante do partido enquanto Lula estiver dando as cartas. Mas isso não quer dizer que não exista guerra interna, de posições; isso não quer dizer que os vários grupos abrigados no partido não tenham suas dissensões e não lutem para garantir seu espaço na legenda — e isso significa poder; poder de fato mesmo: grana!

    Dilma não governa o país no melhor momento do crescimento econômico. Não se pode dizer, como cochicham os próprios petistas, que seja um governo realizador. Não obstante, a popularidade da presidente está em alta — PARA DESESPERO, ATENTEM PARA ISTO!, DE SETORES DO PRÓPRIO PETISMO, ESPECIALMENTE AQUELES QUE SONHAVAM COM A VOLTA DE LULA. A que se deve? As dificuldades da economia ainda não chegaram na ponta, nos mais pobres, e a presidente soube construir a imagem de austera, de intolerante com a corrupção — que ela chamou de “malfeito”. Já escrevi isto aqui e repito: quem lhe deu essa agenda (afinal, que outra?) foi a grande imprensa, esta que Lula e Dirceu querem censurar.

    Tivesse a presidente seguido o conselho do Apedeuta e de alguns setores do PT, teria agasalhado todos os corruptos, acolhido publicamente o “malfeito” (como Lula fazia…) e visto, creio, a sua popularidade em curva descendente. Uma clareza ao menos Dilma sempre teve: ela não é ele. O trabalho da imprensa livre, para melancolia moral (não a do bolso, claro!) do JEG (Jornalismo da Esgotosfera Governista), fez mais bem do que mal à presidente. Ainda que ela reclame, por dever de ofício, da expressão “faxina ética”, sabe que funcionou como marketing positivo.

    Não que fosse este o propósito — porque a imprensa livre não tem propósito nenhum no que concerne à conquista ou manutenção do poder —, mas o fato é que essa imprensa que o PT quer, mais uma vez, censurar ajudou a plasmar a imagem de Dilma Rousseff. Tanto é assim, podem fazer uma pesquisa nos arquivos, que os lulistas foram os primeiros a reclamar da tal “faxina”. Dava a entender, alegavam, que havia sujeira no governo Lula. É mesmo, é?

    Seria o ódio do PT o ódio do governo?
    O ódio que esses setores do petismo devotam o jornalismo — de que foram as principais fontes quando o partido estava na oposição —, intuo, não é compartilhado pelo governo. Pela simples e óbvia razão, falo com base na lógica elementar, de que não há motivos para isso. Ao contrário: Dilma pode ser politicamente inexperiente, mas não é burra. No geral, as medidas adotadas pelo governo têm encontrado uma recepção positiva na imprensa.

    Dirceu e sua turma não se conformam com isso. O “chefe de quadrilha” (segundo a PGR) luta bravamente para sujar, com a sua biografia pessoal, o governo Dilma. É ele quem está em guerra com a imprensa. Lula, por sua vez, aposta todas as fichas num trabalho de, se me permitem, “inocentação” em massa no STF porque entende que uma condenação será uma mácula em seu governo.

    Só por isso assoberbou-se e atropelou as próprias lideranças do governo, num esforço frenético para ver instalada a “CPI do Cachoeira”, com a qual, está certo, vai aniquilar a oposição, manchar a reputação da imprensa e tornar verossímil a mentira de que o mensalão nunca passou de uma tramoia da oposição. Comissões de inquérito costumam parar o Congresso. A realidade política passa a girar em torno de suas descobertas, de depoimentos, dos documentos que sempre acabam vazando, das chantagens trocadas…

    Num conto do vigário — até agora ao menos! — a imprensa não caiu, e só por isso Rui Gobbels Falcão resolveu dar o seu grito de guerra: o caso Cachoeira não é um problema só da oposição. Por enquanto, Demóstenes à parte, Agnelo é o homem público que passou o maior vexame: em menos de 24 horas teve de se desmentir. Anteontem, anunciou no Jornal Nacional que jamais estivera com Carlinhos Cachoeira. Ontem, mandou um estafeta dizer que não era bem assim: havia se encontrado uma vez, uma vezinha só! Novas gravações vindas a público trazem membros da gangue do bicheiro tratando abertamente de contribuições ilegais de campanha que teriam sido feitas pela construtora Delta para a campanha de Agnelo.

    Dirceu com sua biografia e Lula com seu ódio tentam arrastar o governo Dilma para uma briga na lama. Atenção! Poucas pessoas perceberam que isso a que assistimos é, sim, expressão da luta do PT para a aniquilar as oposições, mas é também um guerra interna. Lula e Dirceu tentam amarrar o governo a suas respectivas agendas — o que é, evidentemente, ruim para ela e bom para eles.

    Encerrando com Lewandowski
    Acredito haver, sim, motivos suficientes para uma CPI. Só que ela tem a obrigação de apurar o tamanho da rede de influências de Cachoeira no Congresso, no governo federal e em governos estaduais. Dirceu e Lula têm outra intenção: querem um atestado de inocência para os mensaleiros. O que uma coisa tem a ver com outra? Nada!

    Quem pode contribuir para diminuir o vale-tudo é o ministro Ricardo Lewandowski, o relator do processo do mensalão. Ninguém hoje em dia vê motivos razoáveis para que ele não entregue o seu trabalho e permita, então, o início do julgamento. Se os juízes entenderem que o “formador de quadrilha” (segundo a PGR) José Dirceu e a sua, bem…, quadrilha são inocentes, muito bem! Se avaliarem que são culpados, que cumpram a pena que for estabelecida.

    O esforço de defesa de José Dirceu não pode parar o pais nem criar obstáculos à punição de outros larápios.

    O PT quer o controle da mídia porque quer controlar a sociedade. Chegou a hora de pôr esses aloprados sob o controle da democracia e do estado de direito.

    Como posso encerrar? Assim: NÃO PASSARÃO!!!

    Por Reinaldo Azevedo
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  2. Satélite norte-coreano ‘falha ao tentar entrar em órbita’, confirma TV estatal
    Divulgação foi feita pelos governos do Japão, Coreia do Sul e EUA minutos após o ocorrido.
    ……..

    Interessante notar que o bloqueio econômico não impediu o país marxista de superar o Brasil na área técnica espacial, mas impede que eles produzam alimentos para sua população. Se usassem os recursos dispendidos nesse projeto pirotécnico, com certeza, sua agricultura seria uma das mais prósperas e não precisariam receber esmolas dos países sérios e honestos…. O mesmo podemos dizer do fidel assassino: Se tivesse utilizado os recursos da mesada soviética para desenvolver a agricultura e pesca, sua ilha não seria o paraíso da fome!
    Cai por terra o conceito petralha marxista leninista de que o bloqueio impede o país de fazer!
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  3. A Marinha da Coreia do Sul iniciou nesta sexta-feira uma operação para recuperar os destroços do foguete da Coreia do Norte, que desintegrou-se após o lançamento e teve seus destroços lançados ao mar, informou um porta-voz militar sul-coreano.

    “Nós localizamos onde os destroços caíram e estamos fazendo esforços para resgatá-los,”, disse o porta-voz. O anúncio foi feito mesmo após a Coreia do Norte alertar, na semana passada, que não toleraria qualquer operação deste tipo.

    “Se qualquer um tentar derrubar ou resgatar os restos do nosso foguete espacial, nós iremos retaliar impiedosamente,” informou o Comitê para Reunificação Pacífica da Pátria de Pyongyang, órgão encarregado de administrar as relações intercoreanas. As informações são da Dow Jones.


    Dinheiro jogado fora que poderia estar alimentando os esfomeados norte coreanos.
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  4. Quem fez mais pela humanidade: Bill Gates ou Madre Tereza de Calcutá?

    Bill Gates é o fundador da Microsoft, que revolucionou a história da computação e do software, tornando-se um dos homens mais ricos do mundo.

    Madre Tereza foi a religiosa que entregou sua vida aos doentes e miseráveis de Calcutá e do mundo, teve reconhecimento internacional e ganhou um Prêmio Nobel por sua abnegação em favor dos pobres.

    Bill Gates reservou 10% da sua fortuna de mais de 80 bilhões de dólares para si e para seus herdeiros e doou 90% para a Fundação Bill e Melina Gates. Ou seja, ele devolveu à humanidade 90% de tudo que ganhou com a sua genialidade e sua empresa. Em 2010, Gates doou 10 bilhões de dólares para a pesquisa e a produção de vacinas contra doenças típicas do terceiro mundo. Para aqueles que não atinam muito com o tamanho dessa doação, o governo brasileiro investe anualmente em todas as áreas algo em torno de 35 bilhões de dólares. Gates sozinho doa quase um terço disso para uma única finalidade: desenvolver e produzir vacinas para os pobres do mundo.

    Roberto Campos dizia, há mais de 20 anos, que “o mundo não seria salvo pelos caridosos, mas pelos eficientes”. O que ele queria dizer é que a bondade, a caridade e a abnegação são virtudes morais individuais dignas de aplauso e estímulo, mas, conquanto sejam desejáveis e necessárias, elas estão longe de conseguirem salvar os pobres do mundo. E acrescentava: “A caridade salva um homem, uma família; mas só a eficiência e a persistência de políticas públicas inteligentes conseguem salvar um povo da fome, da doença e do atraso”.

    Em termos humanitários, Madre Tereza é um exemplo admirável de virtude e de entrega humana em favor do semelhante. É um exemplo moral a ser reverenciado. Quanto aos resultados, ou seja, o maior bem possível ao maior número de pessoas, Bill Gates é muito maior, muito mais eficiente e salvará muito mais gente do que milhares de Madres Terezas. Não se trata de minimizar o trabalho de Madre Teresa. Em termos físicos e pessoais ele foi bem maior que o de Gates, mesmo levando-se em consideração que, como missionária, esse trabalho era sua obrigação.

    O ato de Gates doando 90% da sua riqueza para obras sociais é um sinal de que o capitalismo tem condições de humanizar-se, para desespero dos esquerdopatas. Se adicionarmos a esse gesto, o quanto Gates pagou de impostos desde que a Microsoft existe, esse homem, sozinho, fez mais bem à humanidade do que a maioria dos governos do mundo.

    Ambos merecem, igualmente, os reconhecimentos da humanidade.

    P.S.1: Esse texto é, originalmente de José Pio Martins, vice-reitor da Universidade Positivo e economista, com modificações e inserções minhas
    P.S.2: Mais uma vez Cuba vai na contramão da historia, a cor da prosperidade é Azul

  5. Después de Chávez, un Narco Estado

    Hugo Chávez ha tratado de ocultar durante 10 meses que está perdiendo la batalla contra el cáncer y está determinado a aparentar que sigue al mando del régimen y el futuro de la nación. Sin embargo, en Semana Santa las cámaras de televisión capturaron a Chávez rogando por su vida ante un crucifijo y su madre en su iglesia natal. Las emociones de Chávez sorprendieron a su círculo íntimo y llevaron a algunos a cuestionar su salud mental. Como resultado de ello, de acuerdo con mis fuentes al interior del palacio presidencial, el ministro de Defensa, Henry Rangel Silva, ha desarrollado un plan para imponer la ley marcial si la condición de Chávez se deteriora aun más y propicia cualquier tipo de inestabilidad.

    Artigo completo:
    http://interamericansecuritywatch.com/despues-de-chavez-un-narco-estado/

  6. .
    Na residência da foto que ilustra esta postagem deve morar um burguês.
    .
    O burguês é o inimigo número um da sociedade socialista. O retorno desta classe em Cuba não deveria estar acontecendo. A revolução “vitoriosa” de 1959 tinha como uma de suas metas, a eliminação desta classe.
    .
    Esta classe social está voltando a Cuba.
    Muita comédia para ver que após décadas, tudo voltar ao que era antes.

  7. É verdade, Jambalaia!

    São aqueles que escaparam do massacre no PAREDÓN que viraram esperança de salvação pra pobre Cuba destroçada pelo TSUNAME MARXISTA LENINISTA dos assassinos castro’s!!!
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  8. Se o mensalão foi uma farsa, Silvinho Land Rover ficará na história dos tribunais como o primeiro inocente que fez questão de ser punido por crimes que ninguém cometeu
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    Se o mensalão foi uma farsa, como recita Rui Falcão a 30 piscadas por minuto, o Brasil conseguiu produzir um espanto jurídico ainda mais impressionante que a colossal roubalheira descoberta em 2005: o erro judiciário endossado pela vítima. O injustiçado voluntário seria Sílvio Pereira, o Silvinho Land Rover, secretário-geral do PT quando Roberto Jefferson resolveu abrir o bico sobre o maior escândalo da história da República.

    Em janeiro de 2008, decidido a escapar do processo em curso no Supremo Tribunal Federal, o mensaleiro assustado topou fechar um acordo com a Procuradoria Geral da República. Em troca da suspensão do julgamento por formação de quadrilha, dispôs-se a cumprir uma pena alternativa ─ três anos de serviço comunitário numa subprefeitura de São Paulo. Como atesta o noticiário da época, as duas partes julgaram ter feito um bom negócio.

    A Procuradoria conseguiu do réu uma silenciosa confissão de culpa: se fosse inocente, o réu aguardaria sem medos a decisão da Justiça. O delinquente ficou feliz com o tamanho do castigo, extraordinariamente suave para quem se enfiou até o pescoço no pântano da ladroagem, e com a chance de voltar a dormir sem sobressaltos. Silvinho Land Rover não sabia o que era isso desde julho de 2005, quando teve de afastar-se da direção do PT e ganhou a alcunha inspirada na marca do veículo presenteado por um fornecedor da Petrobras ao figurão que lhe abrira furtivamente as portas do Planalto.

    Submerso há mais de quatro anos, pode ser ruidosamente devolvido à ribalta pela aproximação do julgamento de que escapou. Depende do resultado. Se o STF sucumbir ao show de cinismo ensaiado por Lula, Rui Falcão e seus devotos, ignorar a montanha de provas e absolver os 38 pecadores que continuam no banco dos réus, ficará estabelecido que não houve mensalão nem mensaleiros. Caso seja erguido esse monumento ao absurdo, espera-se que algum ministro togado, em parceria com o presidente do PT, tenha a bondade de desvendar o enigma indecifrável desenhado pelo caso de Silvinho Land Rover.

    Pela primeira vez na história do Judiciário, um acusado fez questão de ser punido por um crime que ninguém cometeu. E cumpriu a pena sem queixas.
    Coluna do Augusto Nunes
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  9. Cuba promete reforma migratória ‘radical’ nos próximos meses
    13 de abril de 2012
    Cuba colocará em andamento “uma reforma migratória radical e profunda nos próximos meses” que eliminará restrições que os cubanos tiveram durante décadas para viajar ao exterior, anunciou nesta sexta-feira o presidente do Parlamento, Ricardo Alarcón.
    “Um dos temas que estamos debatendo atualmente no mais alto nível do Estado se refere à questão migratória. Vamos proceder com uma reforma migratória radical e profunda nos próximos meses com o objetivo de eliminar esse tipo de restrição”, disse Alarcón a um veículo digital, sem dar detalhes.
    “A questão migratória (…) sempre foi usada como uma arma de desestabilização contra Cuba desde 1959 e como um elemento de distorsão da realidade cubana”, disse Alarcón em entrevista publicada no site digital Rebelión (rebelión.org).
    Há meio século existem restrições para viajar, mas milhares de cubanos emigram ilegalmente a cada ano, às vezes em perigosas travessias no mar em precárias embarcações. Desde 1966, os cubanos têm direito a residência automática ao chegar aos Estados Unidos, que também dão anualmente em Havana cerca de 20 mil vistos a emigrantes.
    Para viajar ao exterior, os cubanos requerem uma permissão de saída que, a um custo de US$ 150, é dada por 30 dias prorrogáveis 10 vezes, depois do qual deve retornar ou perdem o direito de residir em seu país.
    Alarcón afirmou que “existe também outra explicação para essas restrições: a necessidade de proteger nosso capital humano. A formação de médicos, técnicos, professores, etc., custa muito caro ao Estado cubano e os Estados Unidos fazem de tudo para nos privar destas riquezas humanas”. Além dos que saem do país de forma ilegal, mais de 30 mil cubanos emigram legalmente a cada ano.
    Alarcón disse que a reforma favorecerá também os cubanos emigrados – que precisam de uma permissão de entrada ao país -, que não têm agora o mesmo “perfil” que dos que saíram nos primeiros anos do regime comunista.
    Ele afirmou que “desde então outros cubanos emigraram aos Estados Undos e não apresentam o mesmo perfil que o exílio histórico. Trata-se agora de uma emigração econômica cujo interesse fundamental é manter um vínculo pacífico com seu país de origem”.
    “As coisas mudaram muito (…). Cerca de meio milhão de cubanos instalados fora de nossas fronteiras nos visitam a cada ano. A maioria da emigração cubana tem uma relação normal com sua pátria de origem”, disse.
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    Comento: Ótimo para os cubanos, mas os canalhas dos Castros só resolveram liberar o direito universal de ir e vir após perceberem que estão na eminencia de perder a mesadinha da Venezuela, e não querem repetir o que aconteceu quando perderam a mesadona da falida-União Soviética, não querem um novo “Muriel”.
    E é provavelmente que para a maioria dos cubanos, sera impossível conseguir um visto de saída devido as altas taxas que serão cobradas para a emissão do visto.
    Quem viver vera.

  10. O circo dos horrores da imoralidade

    Pode existir algo mais grotesco e calhorda do que uma CPI constituída majoritariamente pela base aliada, com um time talhado para covardemente tentar acabar com o pouco da oposição que ainda existe ao desgoverno Dilma, ao mesmo tempo em que arma um muro de proteção para os canalhas do outro lado?
    Sabemos que escolher uma Comissão Parlamentar de Inquérito com a finalidade de trazer à tona as articulações marginais entre bandidos de carteirinha e bandidos fantasiados de políticos deve ser uma tarefa absolutamente complexa e difícil.
    Mas os caras conseguem se superar a cada dia na sua capacidade de qualificar a sociedade dos contribuintes dignos e honrados em absolutos idiotas e palhaços do Circo do Retirante Pinóquio, o mentor e executor principal da devastação moral das relações públicas e privadas, um “impoluto” cidadão que em breve será eleito como o “homem mais importante dos últimos cem anos” graças ao submundo da maior fraude marqueteira que está sendo armada por uma dos maiores grupos de comunicação do país.
    Somos testemunhas de como acabou a CPI do Mensalão, com todos seus integrantes, graças ao STF, próximos de serem absolvidos por todos os seus crimes, ou apenas sendo condenados a cumprir penalidades para inglês ver, ridículas para a gravidade dos crimes que cometeram, sendo que o mais grave – formação de quadrilha – já está extinto por prescrição.
    Apenas dois dos integrantes, Collor e Renan, com seus currículos repletos de escândalos são suficientes para desqualificar, na formação, esta nova CPI.
    O óbvio vai acontecer: os corruptos-chaves do Covil de Bandidos – à exceção dos oposicionistas aos desgovernos mais corruptos da história do país –, diretamente ou indiretamente envolvidos, serão todos protegidos no que for possível. Na hora do impossível o STF – o provedor de “milagres” da impunidade aos canalhas da situação – vai ajudar.
    A maior dificuldade para essa escória da política vai ser administrar a Síndrome do Telhado de Vidro. O difícil vai ser alguém ficar isento de tentar tirar o seu da reta.
    O resultado da CPI não é difícil de ser previsto: acaba a oposição no país e se firma definitivamente o Regime Fascista que já controla o poder público.
    A única maneira de salvar o país desse golpe final é o investigado – Carlinhos Cachoeira – botar a boca no trombone com seus registros, gravações e filmagens particulares chegando às mãos de jornalistas da Revista Veja. Mas se sua covardia for, também, na linha do denunciante do Mensalão ou então um armário cair na sua cabeça como forma de aviso de “acidentes” mais graves, babou.
    Parabéns para a sociedade mais idiota, omissa e corrupta do mundo que assiste a tudo sem qualquer alteração de comportamento, pelo contrário, deve haver algumas centenas de esclarecidos canalhas planejando tirar proveito de mais essa falta de vergonha na cara dos habitantes do Paraíso de Patifes.
    Uma pergunta final: por que a Polícia Federal não aprontou um festival de gravações telefônicas antes, durante e depois do escândalo do Mensalão e por que a Justiça cancelou investigações ou outras operações feitas pela mesma Polícia Federal que comprometiam, em sua maioria, integrantes do PT?
    - Precisamos responder?
    O Senador Demóstenes que de inocente não tem nada vai se transformar – ou será transformado – no mais famoso boi de piranha da história do país.
    Uma perguntinha para a Polícia Federal? – Será que vocês conseguiriam descobrir e prender quem roubou o crucifixo do gabinete presidencial? – Se quiserem peço para alguém fazer uma denúncia anônima com nome e endereços completos.
    Título e Texto: Geraldo Almendra, 14-04-2012

  11. Manifestante de missa papal segue preso
    O Estado de S.Paulo

    A Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional (CCDHRN) informou que continua preso o dissidente cubano Andrés Carrión Álvarez, que, segundo os opositores do governo castrista, foi detido pela polícia política por ter gritado contra o regime da ilha diante do altar em que o papa Bento XVI rezaria sua primeira missa no país, no dia 26, em Santiago de Cuba.

    O ativista Elizardo Sánchez, presidente da entidade, afirmou ao Estado que “nenhuma acusação formal” foi feita contra Carrión, que está preso no quartel do Departamento de Segurança de Estado da região, conhecido como “Versailles” na ilha.

    O opositor José Daniel Ferrer García, que coordena da União Patriótica Nacional (Unpacu) – entidade dissidente que tem sede em Santiago de Cuba – identificou Carrión após quatro dias de mistério sobre quem era o homem que havia se manifestado diante do altar papal e desaparecido logo depois. No dia 2, Ferrer também foi detido, denunciam os dissidentes cubanos.

    Protesto. De acordo com Sánchez, “ambos estão incomunicáveis e só receberam uma visita de sua família, em que foram impedidos de discutir sua situação judicial”. O presidente do CCDHRN afirmou que Ferrer também não recebeu acusação formal e, por esse motivo, os dois não puderam nomear advogados. Sánchez disse ser “impensável” um ato público em defesa dos “presos de consciência”, pois “todos os manifestantes estariam sujeitos a detenção”, mas que a Unpacu poderá organizar um protesto. / G.R.
    E PENSAR QUE OS MANIFESTANTES DA BANANIA APOIAM A TIRANIA CUBANA!

  12. Dilma foi para a Cúpula das Américas em Cartagena com a mesma fita de suas viagens anteriores à Europa e aos EUA. A do “tsunami” das políticas monetárias das potências em desfavor dos emergentes. Ficou médio, só porque não repetiu o antiamericanismo pueril de Lula.

    Obama mostrou que a América do Sul não está mesmo em primeiro plano no seu radar. Foi gentil, mas só foi a Cartagena pela chance de poder falar, de lá, aos eleitores americanos, pela sua reeleição.

    De resto, no grosso, os 31 chefes de Estados americanos lá reunidos fizeram oba-oba em torno de um tema que só depõe contra eles, defender a presença da ditadura comunista cubana na próxima cúpula. E, ao final do convescote, fica o espanto: o que explica três dezenas de presidentes de países democráticos defendo uma porca ditadura comunista totalitária? trem azul

  13. buááá

    A presidente da Argentina Cristina Kirchner abandonou a cidade de Cartagena, na Colômbia, antes do encerramento da Cúpula das Américas.

    Ainda antes do almoço pegou seu avião e foi embora, sem dar satisfação. Ontem já não havia ido a um jantar presidencial colombiano. Já estava enfezada.

    Saiu hoje à francesa, tiririca da vida, porque não deram bola para seu pedido de apoio em relação às ilhas Falklands. Ficou uma vara quando soube que o tema não entraria na carta final do convescote, a exemplo da participação de Cuba, esta vetada explicitamente pelos EUA e Canadá.

    Pode ser a última
    Esta pode ser a última Cúpula das Américas, pela discordância de permitir a ditadura cubana. Estranhamente há apoio majoritário entre as 31 democracias pela inclusão da ditadura comunista nas próximas cúpulas. Mas dois países, EUA e Canadá são enfáticos: ditadura, não.

    O presidente boliviano chegou a se exaltar nos comentários, dizendo que “é como uma ditadura, todos os países querem eles não deixam”. Dilma não deu pitaco direto no vespeiro, deixando para o espantoso ministro Marco Aurélio Top Top fazer um comedido comentário, que a cúpula poderia terminar sem uma declaração final por causa disso – o que já era previsto desde o encontro preliminar dos chanceleres, antes de começar o encontro, como noticiado aqui.

    Os ministros das Relações Exteriores da Venezuela, Argentina e Uruguai, enfáticos, disseram que seus presidentes não assinarão qualquer declaração em conjunto a não ser que EUA e Canadá remoam seu veto à participação cubana em futuros encontros. Não vão assinar nada, portanto. Mesmo que saia um documento. TREM AZUL

  14. Alexina, a militante que conviveu com Fidel, Che e Mao Tsé-Tung

    RECIFE – Ignorada pelos livros sobre a história recente do país, Alexina Lins Crespo de Paula não foi uma militante de esquerda comum. Ela praticamente respondia pelas relações internacionais das Ligas Camponesas, um dos movimentos sociais mais expressivos do Brasil e que agitou o Nordeste do final dos anos 1950 a meados de 1960. No período anterior ao golpe de 1964, chegou a negociar a entrada de armas no país e a manter entendimentos com líderes como Fidel Castro e Mao Tsé-Tung, por achar que a guerrilha era a melhor forma de realizar a reforma agrária no Brasil.

    — Quando casei, lia documentos sobre União Soviética, Cuba, China. Francisco começou a trabalhar nesse sentido. Achei que estava certo. Só divergia porque ele achava que (a revolução) tinha que ser pela via pacífica e eu, pela luta armada, na lei ou na marra — afirma ela no documentário “Alexina – Memórias de um exílio”, lançado na última segunda-feira. O filme foi rodado em Recife e em Cuba, e foi dirigido pelos pernambucanos Stella Maris e Cláudio Bezerra, professores da Universidade Católica de Pernambuco.
    — Você sai de Cuba para matar e esfolar americano e o imperalismo. O contato com Che e Fidel vai dando reforço ao idealismo da gente, é fantástico — afirma, como se o passado ainda fosse presente.

    * Esta reportagem foi publicada no vespertino para tablet “O Globo a mais”

    Angelo Losguardi16/04/12 – 21:40
    Deus do céu, que nojo… Essa redação do Globo praticamente virou um diretório do pt…

    Elizabete Carmos dos Santos16/04/12 – 21:44
    Joaquim Gomes, sou da época de 64 e viví muito aqueles tempos. Se tivessemos seguido os pensamentos dessa Alexina, estaríamos numa situação a la Coreia do Norte Todos os socilistas leninistas estão pedindo esmolas. Futurão….

    Alfredo Santa Rita16/04/12 – 19:26
    Uma coisa Fidel acertou: se ela volta teria morrido. Lutar contra essas aberrações gratifica qualquer cidadão. Essa abestada queria impor, como mesmo disse, um regime escravista e radical no Brasil… pense que topeira.

  15. Dilma, O PT e os Partidos comunistas estão as vésperas de mais uma nova e perigosíssima INTENTONA COMUNISTA para ACABAR DE VEZ COM A LIBERDADE E A DEMOCRACIA NO BRASIL ?
    ASSISTAM ATENTAMENTE O VIDEO ABAIXO PARA ENTENDER BEM A ESTRATÉGIA DA TOMADA DO PODER PELA CORJA COMUNISTA

    A Tomada do Poder – Gramsci e a Comunização do Brasil por Anatoli Oliynik Em lugar algum no mundo o pensamento de Gramsci foi tão disciplinadamente aplicado …

  16. Cuba: mais presos que em 2010

    HAVANA – A Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional divulgou ontem relatório com o registro de 1.158 detenções realizadas pelo governo cubano apenas no mês de março. Segundo o grupo, é o maior número de detenções em um mês dos últimos 50 anos. O número de detenções por razões políticas no primeiro trimestre de 2012 (2.393) foi maior que o total do ano de 2010 (2.074).
    A visita do papa Bento XVI à ilha entre os dias 26 e 28 de março causou, segundo os dissidentes, uma forte onda de repressão.

    A grande maioria das detenções registradas durou horas ou dias. As prisões tinham como objetivo tirar de circulação opositores e figuras consideradas indesejadas como bêbados, mendigos e moradores de rua ou impedi-los de se aproximar da rota do papa.

    Linhas de telefone dos críticos do regime comunista também ficaram cortadas durante os dias que antecederam e seguiram a visita do pontífice, dificultando não só a articulação entre os opositores como também impedindo sua comunicação com a imprensa estrangeira.

    Segundo Elizardo Sánchez, porta-voz da comissão, o número recorde de prisões em março só é comparável com as grandes operações feitas nacionalmente em abril de 1961 por causa da invasão da Baía dos Porcos.

    Andrés Alvarez, manifestante solto sexta-feira, foi preso outra vez pelo governo. Alvarez foi detido em 26 de março por gritar palavras de ordem contra o governo durante uma missa do papa em Santiago de Cuba.
    Jornal do Commercio – Recife, 18 de abril de 2012

  17. Dilma, O PT e os Partidos comunistas estão as vésperas de mais uma nova e perigosíssima INTENTONA COMUNISTA para ACABAR DE VEZ COM A LIBERDADE E A DEMOCRACIA NO BRASIL ?
    ASSISTAM ATENTAMENTE O VIDEO ABAIXO PARA ENTENDER BEM A ESTRATÉGIA DA TOMADA DO PODER PELA CORJA COMUNISTA

    A Tomada do Poder – Gramsci e a Comunização do Brasil por Anatoli Oliynik Em lugar algum no mundo o pensamento de Gramsci foi tão disciplinadamente aplicado …

  18. Gushiken a bola da vez.

    E o PT Saúde, o plano de saúde das Ratazanas Vermelhas tem mais um ilustre internado no Sírio Libanês. Do jeito que vai eu nem sei se esse hospital vai virar um diretório do PT ou um chiqueiro. Na verdade não existe lá muita diferença entre ambos. Mas pobre hospital que virou hospedaria para bandoleiros.
    A bola da vez é o PTralha e EX sinistro Luiz Gushiken.
    Que por sinal também é réu no mensalão que não eczistiu, segundo a camarilha vermelha.
    Gushiken, de acordo com a “rádio pião” já apontou a proa para o além e seu estado de saúde é gravíssimo.
    Então nós aqui oremos para que a passagem seja breve.
    Ou melhor…oremos para que ele permaneça entre nós o tempo suficiente para ser julgado pelo mensalão.
    Em outras palavras…Eu aqui querendo que o japa vermelho se torne imortal….Pois julgamento desse mensalão nesta vida pelo visto não sai.
    E um aviso para essa cambada de bandidos vermelhos. A justiça dos homens aliada a indolência e ignorância da enorme parte da população não irão julgar seus atos.
    Mas a vida, essa sim julga e é imparcial.
    A justiça tarda mas não falha, seja aqui ou na casa do caraleo.

    E, HASTA LA VICTÓRIA DEL CÂNCER!!!

    E PHODA-SE!!!!! o-mascate.blogspot.com.br/2012/04/gushiken-bola-da-vez.html

  19. VÍTIMAS DO TERRORISMO – MÊS DE ABRIL

    Neste abril de 2011, reverenciamos a todos os que, em abris passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus algozes, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país.

    Nestes tempos de esperança, cabe-nos lutar para que recebam isonomia no tratamento que os “arautos” dos direitos humanos dispensam aos seus assassinos, que hoje recebem pensões e indenizações do Estado contra o qual pegaram em armas.

    A lembrança deles não nos motiva ao ódio e nem mesmo à contestação aos homens e agremiações alçados ao poder em decorrência de um processo político legítimo. Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não foram cidadãos de segunda classe por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.

    A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.

    14/04/69 – Francisco Bento da Silva – motorista – SP
    14/04/69 – Luiz Francisco da Silva – guarda bancário –SP
    Mortos durante um assalto, praticado pela Ala Vermelha do PC do B ao carro pagador (uma Kombi) do Banco Francês-Italiano para a América do Sul, na Alameda Barão de Campinas, quando foram roubados vinte milhões de cruzeiros. Participaram desta ação os seguintes terroristas: Élio Cabral de Souza, Derly José de Carvalho, Daniel José de Carvalho, Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Aderval Alves Coqueiro, Lúcio da Costa Fonseca, Gilberto Giovanetti, Ney Jansen Ferreira Júnior, Genésio Borges de Melo e Antônio Medeiros Neto

    04/04/71 – José Julio Toja Martinez – Major do Exército – Rio de Janeiro
    No início de abril, a Brigada Pára-Quedista recebeu uma denúncia de que um casal de terroristas ocupara uma casa localizada na rua Niquelândia, 23, em Campo Grande/RJ. Não desejando passar esse informe à 2ª Seção do então I Exército, sem aprofundá-lo, a 2ª Seção da Brigada, chefiada pelo major Martinez, montou um esquema de vigilância da casa. Por volta das 23h, chega um casal de táxi. A mulher ostentava uma volumosa barriga, sugerindo gravidez.

    O major Martinez acabara de concluir o curso da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, onde, por três anos, exatamente o período em que a guerra revolucionária se desenvolvera, estivera afastado desses problemas em função da própria vida escolar bastante intensa. Estagiário na Brigada de Pára-Quedista, a quem também não estava afeta a missão de combate à subversão, não se havia habituado à virulência da ação terrorista.

    Julgando que o casal nada tinha a ver com a subversão, Martinez iniciou a travessia da rua, a fim de solicitar-lhe que se afastasse daquela área. Ato contínuo, da barriga, formada por uma cesta para pão com uma abertura para saque da arma ali escondida, a “grávida” retirou um revólver, matando-o antes que pudesse esboçar qualquer reação. O capitão Parreira, de sua equipe, ao sair em sua defesa, foi gravemente ferido por um tiro desferido pelo terrorista. Nesse momento, os demais agentes desencadearam cerrado tiroteio, que causou a morte do casal de terroristas.

    Eram os militantes do MR-8 Mário de Souza Prata e Marilena Villas-Bôas Pinto, responsáveis por uma extensa lista de atos terroristas. No “aparelho” do casal, foram encontrados explosivos, munição e armas, além de dezenas de levantamentos de bancos, de supermercados, de diplomatas estrangeiros e de generais do Exército. Martinez deixou viúva e quatro filhos, três meninas e um menino, a mais velha, à época, com 11 anos.

    76) 07/04/71 – Maria Alice Matos – Empregada doméstica – Rio de Janeiro
    Morta por terroristas quando do assalto a um depósito de material de construção.

    77) 15/04/71 – Henning Albert Boilesen – (Industrial – São Paulo)
    Quando da criação da Operação Bandeirante, o então comandante do II Exército, general Canavarro, reuniu-se com o governador do Estado de São Paulo, com várias autoridades federais, estaduais, municipais e com industriais paulistas para solicitar o apoio para um órgão que necessitava ser criado com rapidez, a fim de fazer frente ao crescente terrorismo que estava em curso no estado de São Paulo. Assim, vários industriais, entre eles Boilesen, se cotizaram para atender ao pedido daquela autoridade militar.

    Por decisão de Lamarca, Boilesen, um dinamarquês naturalizado brasile iro, foi assassinado. Participaram da ação os terroristas Yuri Xavier Pereira, Joaquim Alencar Seixas, José Milton Barbosa, Dimas Antonio Casimiro e Antonio Sérgio de Matos. No relatório escrito por Yuri, e apreendido pela polícia, aparecem as frases “durante a fuga trocávamos olhares de contentamento e satisfação. Mais uma vitória da Revolução Brasileira”. Vários carros e casas foram atingidos por projéteis. Duas mulheres foram feridas. Sobre o corpo de Boilesen, atingido por 19 tiros, panfletos da ALN e do MRT, dirigidos “Ao Povo Brasileiro”, traziam a ameaça: “Como ele, existem muitos outros e sabemos quem são. Todos terão o mesmo fim, não importa quanto tempo demore; o que importa é que eles sentirão o peso da JUSTIÇA REVOLUCIONÁRIA. Olho por olho, dente por dente”.

    10/04/74 – Geraldo José Nogueira – Soldado PM – São Paulo
    Morto numa operação de captura de terroristas.

  20. Cedo ou tarde a verdade prevalecerá. Buscar a verdade é obrigação de todos. (mfgomes:19/04/2012)

    Método Paulo Freire ou Método Laubach?

    David Gueiros Vieira
    Mídia Sem Máscara (9 de março de 2004)- In Escola Sem Partido – 18/04/2012.

    O Método Laubach de alfabetização de adultos foi criado pelo missionário protestante norte-americano Frank Charles Laubach (1884 – 1970). Desenvolvido por Laubach nas Filipinas, em 1915, subseqüentemente foi utilizado com grande sucesso em toda a Ásia e em várias partes da América Latina, durante quase todo o século XX.

    Em 1915, Frank Laubach fora enviado por uma missão religiosa à ilha de Mindanao, nas Filipinas, então sob o domínio norte-americano, desde o final da guerra EUA/Espanha. A dominação espanhola deixara à população filipina uma herança de analfabetismo total, bem como de ódio aos estrangeiros.

    Frank C. Laubach (sentado ao centro) com missionários protestantes
    em Lake Winnipesaukee, New Hampshire, no ano de 1961.

    A população moura filipina era analfabeta, exceto os sacerdotes islamitas, que sabiam ler árabe e podiam ler o Alcorão. A língua maranao (falada pelos mouros) nunca fora escrita. Laubach enfrentava, nessa sua missão, um problema duplo: como criar uma língua escrita, e como ensinar essa escrita aos filipinos, para que esses pudessem ler a Bíblia. A existência de 17 dialetos distintos, naquele arquipélago, dificultava ainda mais a tarefa em meta.

    Com o auxílio de um educador filipino, Donato Gália, Laubach adaptou o alfabeto inglês ao dialeto mouro. Em seguida adaptou um antigo método de ensino norte-americano, de reconhecimento das palavras escritas por meio de retratos de objetos familiares do dia-a-dia da vida do aluno, para ensinar a leitura da nova língua escrita. A letra inicial do nome do objeto recebia uma ênfase especial, de modo que aluno passava a reconhecê-la em outras situações, passando então a juntar as letras e a formar palavras.

    Utilizando essa metodologia, Laubach trabalhou por 30 anos nas Filipinas e em todo o sul da Ásia. Conseguiu alfabetizar 60% da população filipina, utilizando essa mesma metodologia. Nas Filipinas, e em toda a Ásia, um grupo de educadores, comandado pelo próprio Laubach, criou grafias para 225 línguas, até então não escritas. A leitura dessas línguas era lecionada pelo método de aprendizagem acima descrito. Nesse período de tempo, esse mesmo trabalho foi levado do sul da Ásia para a China, Egito, Síria, Turquia, África e até mesmo União Soviética. Maiores detalhes da vida e trabalho de Laubach podem ser lidos na Internet, no site Frank Laubach.

    Na América Latina, o método Laubach foi primeiro introduzido no período da 2ª Guerra Mundial, quando o criador do mesmo se viu proibido de retornar à Ásia, por causa da guerra no Pacífico. No Brasil, este foi introduzido pelo próprio Laubach, em 1943, a pedido do governo brasileiro. Naquele ano, esse educador veio ao Brasil a fim de explicar sua metodologia, como já fizera em vários outros países latino-americanos.

    Lembro-me bem dessa visita, pois, ainda que fosse muito jovem, cursando o terceiro ano Ginasial, todos nós estudantes sabíamos que o analfabetismo no Brasil ainda beirava a casa dos 76% – o que muito nos envergonhava – e que este era o maior empecilho ao desenvolvimento do país.

    A visita de Laubach a Pernambuco causou grande repercussão nos meios estudantis. Ele ministrou inúmeras palestras nas escolas e faculdades — não havia ainda uma universidade em Pernambuco — e conduziu debates no Teatro Santa Isabel. Refiro-me apenas a Pernambuco e ao Recife, pois meus conhecimentos dos eventos naquela época não iam muito além do local onde residia.

    Houve também farta distribuição de cartilhas do Método Laubach, em espanhol, pois a versão portuguesa ainda não estava pronta. Nessa época, a revista Seleções do Readers Digest publicou um artigo sobre Laubach e seu método — muito lido e comentado por todos os brasileiros de então, que, em virtude da guerra, tinham aquela revista como único contato literário com o mundo exterior.

    Naquele ano, de 1943, o Sr. Paulo Freire já era diretor do Sesi, de Pernambuco — assim ele afirma em sua autobiografia — encarregado dos programas de educação daquela entidade. No entanto, nessa mesma autobiografia, ele jamais confessa ter tomado conhecimento da visita do educador Laubach a Pernambuco. Ora, ignorar tal visita seria uma impossibilidade, considerando-se o tratamento VIP que fora dado àquele educador norte-americano, pelas autoridades brasileiras, bem como pela imprensa e pelo rádio, não havendo ainda televisão. Concomitante e subitamente, começaram a aparecer em Pernambuco cartilhas semelhantes às de Laubach, porém com teor filosófico totalmente diferente. As de Laubach, de cunho cristão, davam ênfase à cidadania, à paz social, à ética pessoal, ao cristianismo e à existência de Deus. As novas cartilhas, utilizando idêntica metodologia, davam ênfase à luta de classes, à propaganda da teoria marxista, ao ateísmo e a conscientização das massas à sua “condição de oprimidas”. O autor dessas outras cartilhas era o genial Sr. Paulo Freire, diretor do Sesi, que emprestou seu nome à essa “nova metodologia” — da utilização de retratos e palavras na alfabetização de adultos — como se a mesma fosse da sua autoria.

    Paulo Freire

    Tais cartilhas foram de imediato adotadas pelo movimento estudantil marxista, para a promulgação da revolução entre as massas analfabetas. A artimanha do Sr. Paulo Freire “pegou”, e esse método é hoje chamado Método Paulo Freire, tendo o mesmo sido apadrinhado por toda a esquerda, nacional e internacional, inclusive pela ONU.

    No entanto, o método Laubach — o autêntico — fora de início utilizado com grande sucesso em Pernambuco, na alfabetização de 30.000 pessoas da favela chamada “Brasília Teimosa”, bem como em outras favelas do Recife, em um programa educacional conduzido pelo Colégio Presbiteriano Agnes Erskine, daquela cidade. Os professores eram todos voluntários. Essa foi a famosa Cruzada ABC, que empolgou muita gente, não apenas nas favelas, mas também na cidade do Recife, e em todo o Estado. Esse esforço educacional é descrito em seus menores detalhes por Jules Spach, no seu recente livro, intitulado, Todos os Caminhos Conduzem ao Lar (2000).

    O Método Laubach foi também introduzido em Cuba, em 1960, em uma escola normal em Bágamos. Essa escola pretendia preparar professores para a alfabetização de adultos. No entanto, logo que Fidel Castro assumiu o controle total do poder em Cuba, naquele mesmo ano, todas as escolas foram nacionalizadas, inclusive a escola normal de Bágamos. Seus professores foram acusados de “subversão”, e tiveram de fugir, indo refugiar-se em Costa Rica, onde continuaram seu trabalho, na propagação do Método Laubach, criando então um programa de alfabetização de adultos, chamado Alfalit.

    A organização Alfalit foi introduzida no Brasil, e reconhecida pelo governo brasileiro como programa válido de alfabetização de adultos. Encontra-se hoje na maioria dos Estados: Santa Catarina (1994), Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Sergipe, São Paulo, Paraná, Paraíba e Rondônia (1997); Maranhão, Pará, Piauí e Roraima (1998); Pernambuco e Bahia (1999).

    A oposição ao Método Laubach ocorreu desde a introdução do mesmo, em Pernambuco, no final da década de 1950. Houve tremenda oposição da esquerda ao mencionado programa da Cruzada ABC, em Pernambuco, especialmente porque o mesmo não conduzia à luta de classes, como ocorria nas cartilhas plagiadas do Sr. Paulo Freire. Mais ainda, dizia-se que o programa ABC estava “cooptando” o povo, comprando seu apoio com comida, e que era apenas mais um programa “imperialista”, que tinha em meta unicamente “dominar o povo brasileiro”.

    Como a fome era muito grande na Brasília Teimosa, os dirigentes da Cruzada ABC, como maneira de atrair um maior número de alunos para o mesmo, se propuseram criar uma espécie de “bolsa-escola” de mantimentos. Era uma cesta básica, doada a todos aqueles que se mantivessem na escola, sem nenhuma falta durante todo o mês. Essa bolsa-escola tornou-se famosa no Recife, e muitos tentavam se candidatar a ela, sem serem analfabetos ou mesmo pertencentes à comunidade da Brasília Teimosa. Bolsa-escola fora algo proposto desde os dias do Império, conforme pode-se conferir no livro de um educador do século XIX, Antônio Almeida, intitulado O Ensino Público, reeditado em 2003 pelo Senado Federal, com uma introdução escrita por este Autor.

    No entanto, a idéia da bolsa-escola foi ressuscitada pelo senhor Cristovam Buarque, quando governador de Brasília. Este senhor, que é pernambucano, fora estudante no Recife nos dias da Cruzada ABC, tão atacada pelos seus correligionários de esquerda. Para a esquerda recifense, doar bolsa-escola de mantimentos era equivalente a “cooptar” o povo. Em Brasília, como “idéia genial do Sr. Cristovam Buarque”, esta é hoje abençoada pela Unesco, espalhada por todo o mundo e não deixa de ser o conceito por trás do programa Fome Zero, do ilustre Presidente Lula.

    Cristovam Buarque

    O sucesso da campanha ABC — que incluía o Método Laubach e a bolsa-escola — foi extraordinário, sendo mais tarde encampado pelo governo militar, sob o nome de Mobral. Sua filosofia, no entanto, foi modificada pelos militares: os professores eram pagos e não mais voluntários, e a bolsa-escola de alimentos não mais adotada. Este novo programa, por razões óbvias, não foi tão bem-sucedido quanto a antiga Cruzada ABC, que utilizava o Método Laubach.

    A maior acusação à Cruzada ABC, que se ouvia da parte da esquerda pernambucana, era que o Método Laubach era “amigo da ignorância” — ou seja, não estava ligado à teoria marxista, falhavam em esclarecer seus detratores — e que conduzia a “um analfabetismo maior”, ou seja, ignorava a promoção da luta de classes, e defendia a harmonia social. Recentemente, foi-me relatado que o auxílio doado pelo MEC a pelo menos um programa de alfabetização no Rio de Janeiro — que utiliza o Método Laubach, em vez do chamado “Método Paulo Freire” — foi cortado, sob a mesma alegação: que o Método Laubach estaria “produzindo o analfabetismo” no Rio de Janeiro. Em face da recusa dos diretores do programa carioca, de modificarem o método utilizado, o auxílio financeiro do MEC foi simplesmente cortado.

    Não há dúvida que a luta contra o analfabetismo, em todo o mundo, encontrou seu instrumento mais efetivo no Método Laubach. Ainda que esse método hoje tenha sido encampado sob o nome do Sr. Paulo Freire. Os que assim procederam não apenas mudaram o seu nome, mas também o desvirtuaram, modificando inclusive sua orientação filosófica. Concluindo: o método de alfabetização de adultos, criado por Frank Laubach, em 1915, passou a ser chamado de “Método Paulo Freire”, em terras tupiniquins. De tal maneira foi bem-sucedido esse embuste, que hoje será quase que impossível desfazê-lo.

    BIBLIOGRAFIA

    AYRES, Antônio Tadeu. Como tornar o ensino eficaz. Casa Publicadora das Assembléias de Deus, Rio de Janeiro, 1994.

    BRINER, Bob. Os métodos de administração de Jesus. Ed. Mundo Cristão, SP, 1997.

    CAMPOLO, Anthony. Você pode fazer a diferença. Ed. Mundo Cristão, SP, 1985.

    GONZALES, Justo e COOK, Eulália. Hombres y Ángeles. Ed. Alfalit, Miami, 1999.

    GONZALES, Justo. História de un milagro. Ed. Caribe, Miami (s.d.).

    GONZALES, Luiza Garcia de. Manual para preparação de alfabetizadores voluntários. 3ª ed., Alfalit Brasil, Rio de Janeiro, 1994.

    GREGORY, John Milton. As sete leis do ensino. 7ª ed., Rio de Janeiro, JUERP, 1994.

    HENDRICKS, Howard. Ensinando para transformar vidas. Ed. Betânia, Belo Horizonte, 1999.

    LAUBACH, Frank C.. Os milhões silenciosos falam. s. l., s.e., s.d.

    MALDONADO, Maria Cereza. História da vida inteira. Ed. Vozes, 4ª ed., SP, 1998.

    SMITH, Josie de. Luiza. Ed. la Estrella, Alajuela, Costa Rica, s.d.

    SPACH, Jules. Todos os Caminhos Conduzem ao Lar. Recife, PE, 2000.
    Por Juventude Conservadora da UnB às 12:41 0 comentários
    Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut

    Tags: Cristovam Buarque, educação, Frank C. Laubach, marxismo, Paulo Freire, revolução
    COMENTÁRIO:
    Um texto que deve deixar os admiradores do educador comunista ( ex-secretário da educação no governo petista de Luísa Erundina na PMSP) Paulo Freyre PT’s da vida. Afinal, o governo petista de Dilma o declarou patrono da educação brasileira. Sabemos que os professores brasileiros em sua maioria são marxistas sem se darem conta disso. São os mesmos que consideram a educação cubana a melhor do mundo, embora lá em Cuba o processo de catequese ideológica marxista tenha se tornado não apenas uma prática — como acontece no Brasil, sendo Paulo Freyre um dos responsáveis por isso — basta ler seus livros para perceber. Em Cuba, a catequese ideológica é obrigatória pela própria constituição do país. (mfgomes:21/04/2012)

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